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1721254 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).

A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A pubarca também poderia ser manifestação de puberdade precoce de origem periférica, embora a telarca precoce não possa.
 

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1721253 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).

A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Deve-se solicitar ressonância magnética de crânio.
 

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1721252 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).

A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A dosagem sérica de GnRH não determina o diagnóstico bioquímico de puberdade precoce.
 

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1721251 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).

A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Trata-se provavelmente de puberdade precoce de origem central.
 

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1721250 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Pode-se prescrever o uso de corticoide inalatório em dose média/alta, associado a antileucotrienos, e deve-se suspender o beta-agonista de ação prolongada, pois este não deve ser usado em pacientes menores de 10 anos de idade.
 

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1721249 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Pode-se prescrever o uso de corticoide inalatório em dose média/alta, associado a teofilinas de liberação lenta, e deve-se suspender o beta-agonista de ação prolongada, pois este não deve ser usado em pacientes menores de 10 anos de idade.
 

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1721248 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Deve ser estimulado o uso das medicações inalatórias com espaçador.
 

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1721247 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Se alterada a medicação, mesmo com melhora dos sintomas, deve-se manter a nova dose por pelo menos mais três meses.
 

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1721246 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas.

Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Trata-se de caso de asma parcialmente controlada, e pode-se iniciar redução da medicação de manutenção.
 

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1721245 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere que um paciente de 9 anos de idade, do sexo masculino, há cinco dias, apresentou um quadro de rinorreia, espirros, cefaleia, tosse e dor de garganta de leve intensidade. Há dois dias, evoluiu com febre alta, temperatura axilar > 39 ºC, calafrios e queixas de “cansaço”. No momento da consulta, apresenta-se taquipneico, com retração subcostal leve. A ausculta revelou murmúrio vesicular reduzido à direita, e a radiografia de tórax evidenciou opacificação no lobo inferior direito com velamento do seio costofrêncio. Não está em uso de nenhum esquema de antibioticoterapia.

Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

Se o derrame pleural em questão for maior que 1 cm, ele deve ser puncionado para coleta e análise do líquido, e o paciente deve ser internado para antibioticoterapia endovenosa.
 

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