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1720071 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
P. H. D, sexo masculino, 5 anos de idade, é portador de doença de Nieman Pick Tipo C (NPC), uma síndrome rara relacionada ao transporte intralisossomal de colesterol, que leva ao acúmulo de glicoesfingolipídios que tem, por via final, a ativação da apoptose pela via do cálcio e leva à neurodegeneração e a outras a degenerações orgânicas. Há três anos, vem piorando a funcionalidade, a paralisia supranuclear, a ataxia, a distonia e os sinais de liberação extrapiramidais. Recentemente, foi aprovado um novo tratamento modificador do curso da doença na Europa, Canadá e Brasil, o ZAVESCA® (Miglustat). Para conseguir a medicação, integrante do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), mas indisponível no momento, o advogado da família impetrou ação em desfavor do Estado, sob a arguição da solidariedade que emerge do art. 196 da Constituição Federal (CF), sendo atendido liminarmente. Considerando o caso apresentado, a regulamentação do Sistema Único de Saúde (SUS) e o direito à saúde garantido pela Constituição, julgue os itens a seguir.
A Emenda Constitucional 29/2000 define, por meio de Lei Complementar nº 141/2012, os percentuais que devem ser aportados minimamente nos investimentos em saúde pública. Depreende-se que os recursos para suprir os usuários são finitos, devendo ser aplicados segundo a priorização por políticas públicas equânimes.
 

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1720070 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1720070-1

As curvas epidemiológicas para dengue demonstram, na figura 1, a grave situação vivenciada pelo Brasil nos últimos três anos. Essas curvas são produtos da consolidação dos dados encaminhados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. No ano de 2015, em Brasília, 606 pessoas compareceram a uma unidade de saúde com quadro de síndrome febril associada a dor retro-orbitária, mialgia e artralgia, obedecendo a curva epidemiológica descrita. Até a 29ª semana epidemiológica, realizaram-se sorologias apenas para dengue, e grande parte dos testes foram negativos para o agravo. Na 30a semana epidemiológica, passaram a realizar testagem para dengue e chikungunya. Daqueles pacientes testados, 180 apresentaram exames reagentes para dengue, e 316 reagentes para chikungunya. Adicionalmente, 20 pacientes tinham exames reagentes para ambas – dengue e chikungunya – , enquanto 30 pacientes tiveram resultados negativos para ambos os agravos. Salienta-se que foram à unidade de saúde entre a 30 a e 38ª semanas epidemiológicas, respectivamente, 48, 52, 64, 128, 170, 76, 0, 6 e 2.

Considerando os aspectos epidemiológicos, os guias clínicos do Ministério da Saúde para diagnóstico e a conduta para dengue, chikungunya e zika, julgue os itens a seguir.

Entre os anos de 2014 e 2016, observa-se a ocorrência crescente de casos notificados para o agravo dengue, inclusive de forma mais precoce a cada ano respectivamente analisado. Os números reforçam, mais uma vez, que os resultados das ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, intensificadas pelo Governo Federal, desde o final do ano de 2015, contribuíram para antecipação da curva de sazonalidade da doença.
 

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1720069 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1720069-1

As curvas epidemiológicas para dengue demonstram, na figura 1, a grave situação vivenciada pelo Brasil nos últimos três anos. Essas curvas são produtos da consolidação dos dados encaminhados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. No ano de 2015, em Brasília, 606 pessoas compareceram a uma unidade de saúde com quadro de síndrome febril associada a dor retro-orbitária, mialgia e artralgia, obedecendo a curva epidemiológica descrita. Até a 29ª semana epidemiológica, realizaram-se sorologias apenas para dengue, e grande parte dos testes foram negativos para o agravo. Na 30a semana epidemiológica, passaram a realizar testagem para dengue e chikungunya. Daqueles pacientes testados, 180 apresentaram exames reagentes para dengue, e 316 reagentes para chikungunya. Adicionalmente, 20 pacientes tinham exames reagentes para ambas – dengue e chikungunya – , enquanto 30 pacientes tiveram resultados negativos para ambos os agravos. Salienta-se que foram à unidade de saúde entre a 30 a e 38ª semanas epidemiológicas, respectivamente, 48, 52, 64, 128, 170, 76, 0, 6 e 2.

Considerando os aspectos epidemiológicos, os guias clínicos do Ministério da Saúde para diagnóstico e a conduta para dengue, chikungunya e zika, julgue os itens a seguir.

Pode-se concluir que os picos de incidência para o agravo dengue, na unidade de saúde citada do caso problema, coincidem com os picos das curvas de incidência dos dados contidos no gráfico do Ministério da Saúde, em suas respectivas semanas epidemiológicas.
 

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1720068 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1720068-1

As curvas epidemiológicas para dengue demonstram, na figura 1, a grave situação vivenciada pelo Brasil nos últimos três anos. Essas curvas são produtos da consolidação dos dados encaminhados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. No ano de 2015, em Brasília, 606 pessoas compareceram a uma unidade de saúde com quadro de síndrome febril associada a dor retro-orbitária, mialgia e artralgia, obedecendo a curva epidemiológica descrita. Até a 29ª semana epidemiológica, realizaram-se sorologias apenas para dengue, e grande parte dos testes foram negativos para o agravo. Na 30a semana epidemiológica, passaram a realizar testagem para dengue e chikungunya. Daqueles pacientes testados, 180 apresentaram exames reagentes para dengue, e 316 reagentes para chikungunya. Adicionalmente, 20 pacientes tinham exames reagentes para ambas – dengue e chikungunya – , enquanto 30 pacientes tiveram resultados negativos para ambos os agravos. Salienta-se que foram à unidade de saúde entre a 30 a e 38ª semanas epidemiológicas, respectivamente, 48, 52, 64, 128, 170, 76, 0, 6 e 2.

Considerando os aspectos epidemiológicos, os guias clínicos do Ministério da Saúde para diagnóstico e a conduta para dengue, chikungunya e zika, julgue os itens a seguir.

A incidência de dengue e chikungunya para os casos que compareceram à unidade de saúde entre as semanas epidemiológicas 30ª e 38ª é, respectivamente, 36,6% e 61,5%.
 

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1720067 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1720067-1

As curvas epidemiológicas para dengue demonstram, na figura 1, a grave situação vivenciada pelo Brasil nos últimos três anos. Essas curvas são produtos da consolidação dos dados encaminhados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. No ano de 2015, em Brasília, 606 pessoas compareceram a uma unidade de saúde com quadro de síndrome febril associada a dor retro-orbitária, mialgia e artralgia, obedecendo a curva epidemiológica descrita. Até a 29ª semana epidemiológica, realizaram-se sorologias apenas para dengue, e grande parte dos testes foram negativos para o agravo. Na 30a semana epidemiológica, passaram a realizar testagem para dengue e chikungunya. Daqueles pacientes testados, 180 apresentaram exames reagentes para dengue, e 316 reagentes para chikungunya. Adicionalmente, 20 pacientes tinham exames reagentes para ambas – dengue e chikungunya – , enquanto 30 pacientes tiveram resultados negativos para ambos os agravos. Salienta-se que foram à unidade de saúde entre a 30 a e 38ª semanas epidemiológicas, respectivamente, 48, 52, 64, 128, 170, 76, 0, 6 e 2.

Considerando os aspectos epidemiológicos, os guias clínicos do Ministério da Saúde para diagnóstico e a conduta para dengue, chikungunya e zika, julgue os itens a seguir.

A notificação compulsória trata-se da comunicação obrigatória à autoridade de saúde, realizada pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, a respeito da ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública. Os agravos de notificação, como febre de chikungunya em áreas sem transmissão, são classificados como de notificação compulsória imediata, devendo ser realizada em até seis horas, a partir do conhecimento da ocorrência da doença.
 

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1720066 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1720066-1

As curvas epidemiológicas para dengue demonstram, na figura 1, a grave situação vivenciada pelo Brasil nos últimos três anos. Essas curvas são produtos da consolidação dos dados encaminhados pelas Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. No ano de 2015, em Brasília, 606 pessoas compareceram a uma unidade de saúde com quadro de síndrome febril associada a dor retro-orbitária, mialgia e artralgia, obedecendo a curva epidemiológica descrita. Até a 29ª semana epidemiológica, realizaram-se sorologias apenas para dengue, e grande parte dos testes foram negativos para o agravo. Na 30a semana epidemiológica, passaram a realizar testagem para dengue e chikungunya. Daqueles pacientes testados, 180 apresentaram exames reagentes para dengue, e 316 reagentes para chikungunya. Adicionalmente, 20 pacientes tinham exames reagentes para ambas – dengue e chikungunya – , enquanto 30 pacientes tiveram resultados negativos para ambos os agravos. Salienta-se que foram à unidade de saúde entre a 30 a e 38ª semanas epidemiológicas, respectivamente, 48, 52, 64, 128, 170, 76, 0, 6 e 2.

Considerando os aspectos epidemiológicos, os guias clínicos do Ministério da Saúde para diagnóstico e a conduta para dengue, chikungunya e zika, julgue os itens a seguir.

A incidência de dengue e chikungunya para os casos que compareceram à unidade de saúde entre as semanas epidemiológicas 30a e 38a é, respectivamente, 33,6% e 52,1%.
 

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1720065 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

M. T. S, sexo masculino, 75 anos de idade, hipertenso e diabético, comparece à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) acompanhado por familiares. É acolhido pela equipe e encaminhado à sala de estabilização por apresentar rebaixamento do nível de consciência. A família informa que se trata de paciente em uso irregular das medicações anti-hipertensivas e hipoglicemiantes orais, com consultas eventuais na Unidade Básica de Atenção à Saúde da Família (UBASF). Clinicamente, apresentava-se em grave estado geral, levemente hipocorado e desidratado de forma importante, PA = 160 mmHg x 90 mmHg e HGT 574 mg %. Apresenta achados laboratoriais relevantes: ureia = 240 mg/dL, creatinina = 10 mg/dL, potássio = 7,5 mEq/L. Realizaram-se cuidados para a estabilização, terapia intensiva com necessidade de procedimento dialítico e alta para cuidados na enfermaria.

Considerando a Política Nacional de Redes de Atenção à Saúde, a regulamentação do Sistema Único de Saúde (SUS) e a conduta do médico assistente para esse caso, julgue os itens a seguir.

Os sistemas de atenção à saúde são respostas sociais deliberadas às necessidades de saúde dos cidadãos, portanto devem operar em total coerência com a situação de saúde das pessoas usuárias. A situação de saúde no Brasil é marcada por uma transição demográfica rápida e tripla carga de doenças, predominando situações crônicas. A organização da resposta ao problema do paciente desse caso clínico aponta para um sistema fragmentado, reativo, episódico e voltado para o atendimento das causas agudas e agudizações das condições crônicas.
 

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1720064 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo feminino, 76 anos de idade, reside com a filha e foi avaliada no consultório médico após sofrer queda em casa, mas sem fratura. Nos últimos meses, a filha tem percebido que a mãe tem deixado de ir à igreja, fazer compras perto de casa e tem apresentado alteração do equilíbrio e medo de cair, além de sinais de desânimo e tristeza.

Com base nesse caso clínico e no assunto relacionado a quedas, julgue os itens a seguir.

A revisão dos medicamentos em uso é a conduta mais efetiva na modificação dos riscos de queda. Particularmente, o uso de drogas psicotrópicas está mais associada ao aumento de quedas. A dose do benzodiazepínico em uso está mais fortemente correlacionada ao risco do que a sua classificação como sendo de longa ou curta ação.
 

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1720063 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo feminino, 76 anos de idade, reside com a filha e foi avaliada no consultório médico após sofrer queda em casa, mas sem fratura. Nos últimos meses, a filha tem percebido que a mãe tem deixado de ir à igreja, fazer compras perto de casa e tem apresentado alteração do equilíbrio e medo de cair, além de sinais de desânimo e tristeza.

Com base nesse caso clínico e no assunto relacionado a quedas, julgue os itens a seguir.

O consumo de baixas doses de álcool diariamente está associado ao aumento no risco de quedas.
 

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1720062 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo feminino, 76 anos de idade, reside com a filha e foi avaliada no consultório médico após sofrer queda em casa, mas sem fratura. Nos últimos meses, a filha tem percebido que a mãe tem deixado de ir à igreja, fazer compras perto de casa e tem apresentado alteração do equilíbrio e medo de cair, além de sinais de desânimo e tristeza.

Com base nesse caso clínico e no assunto relacionado a quedas, julgue os itens a seguir.

Os vasodilatadores estão associados ao aumento do risco de quedas. Em metanálise, envolvendo múltiplas classes de drogas, existe associação entre o uso de drogas anti-hipertensivas e quedas, mas a associação não foi significativa em relação aos betabloqueadores.
 

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