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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
Acerca do caso clínico apresentado e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
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Paciente do sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, 37 anos de idade, foi admitida no setor de emergência de um hospital com o seguinte exame físico: ela estava torporosa, com abertura ocular ausente, balbuciando sons incompreensíveis, com reflexo de retirada à dor, anisocoria com midríase à direita, hipocorada, desidratada, acianótica, taquidispneica, com esforço ventilatório e turgência jugular. Sinais vitais: PA = 90 mmHg x 60 mmHg; frequência cardíaca = 126 bpm; frequência respiratória = 30 irpm. Após ausculta pulmonar, constataram-se murmúrio abolido à esquerda e percussão timpânica. Constatou-se, ainda, enfisema subcutâneo em base do hemitórax esquerdo. O ritmo cardíaco da paciente era regular, com dois tempos, além de bulhas normofonéticas. O exame abdominal não mostrou alterações. A pelve se revelou estável. Não foram encontradas fraturas em membros inferiores.
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A.P.C., de 76 anos de idade, do sexo masculino, hipertenso (sem doença renal crônica), em consulta de rotina com seu médico assistente, relatou dificuldade para iniciar a micção, além de apresentar jato fraco e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Contou que seu pai e seu irmão tiveram problemas na próstata, mas não soube dar mais detalhes. Foram solicitados exames que apresentaram os seguintes resultados: PSA = 2,2 ng/mL; creatinina = 3,3; crescimento de E. coli em urocultura; e ecografia de vias urinárias com hidronefrose bilateral.
Com base no caso clínico mencionado e considerando os conhecimentos médicos referentes à suspeita de hiperplasia prostática benigna, julgue os itens a seguir.
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A.P.C., de 76 anos de idade, do sexo masculino, hipertenso (sem doença renal crônica), em consulta de rotina com seu médico assistente, relatou dificuldade para iniciar a micção, além de apresentar jato fraco e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Contou que seu pai e seu irmão tiveram problemas na próstata, mas não soube dar mais detalhes. Foram solicitados exames que apresentaram os seguintes resultados: PSA = 2,2 ng/mL; creatinina = 3,3; crescimento de E. coli em urocultura; e ecografia de vias urinárias com hidronefrose bilateral.
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A.P.C., de 76 anos de idade, do sexo masculino, hipertenso (sem doença renal crônica), em consulta de rotina com seu médico assistente, relatou dificuldade para iniciar a micção, além de apresentar jato fraco e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. Contou que seu pai e seu irmão tiveram problemas na próstata, mas não soube dar mais detalhes. Foram solicitados exames que apresentaram os seguintes resultados: PSA = 2,2 ng/mL; creatinina = 3,3; crescimento de E. coli em urocultura; e ecografia de vias urinárias com hidronefrose bilateral.
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