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J. A. J., 62 anos de idade, sexo masculino, encontra-se em acompanhamento ambulatório de nefrologia em razão de DRC não dialítica secundária a HAS. Vem acompanhado da filha que, durante a anamnese, relata que, há cerca de 8 meses, o pai vem apresentando quadro progressivo de deficit na memória recente e dificuldade para realizar algumas tarefas antes realizadas sem trabalho. Além disso, o pai se queixa de dormências e parestesias na planta dos pés, principalmente no período noturno, e de prurido discreto no corpo, e está com dificuldade de dormir, uma vez que apresenta inquietude importante em membros inferiores, com necessidade imperiosa de mover a pernas e de caminhar para alívio dos sintomas.
No que tange às complicações neurológicas na doença renal crônica, julgue os itens a seguir.
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J. A. J., 62 anos de idade, sexo masculino, encontra-se em acompanhamento ambulatório de nefrologia em razão de DRC não dialítica secundária a HAS. Vem acompanhado da filha que, durante a anamnese, relata que, há cerca de 8 meses, o pai vem apresentando quadro progressivo de deficit na memória recente e dificuldade para realizar algumas tarefas antes realizadas sem trabalho. Além disso, o pai se queixa de dormências e parestesias na planta dos pés, principalmente no período noturno, e de prurido discreto no corpo, e está com dificuldade de dormir, uma vez que apresenta inquietude importante em membros inferiores, com necessidade imperiosa de mover a pernas e de caminhar para alívio dos sintomas.
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J. A. J., 62 anos de idade, sexo masculino, encontra-se em acompanhamento ambulatório de nefrologia em razão de DRC não dialítica secundária a HAS. Vem acompanhado da filha que, durante a anamnese, relata que, há cerca de 8 meses, o pai vem apresentando quadro progressivo de deficit na memória recente e dificuldade para realizar algumas tarefas antes realizadas sem trabalho. Além disso, o pai se queixa de dormências e parestesias na planta dos pés, principalmente no período noturno, e de prurido discreto no corpo, e está com dificuldade de dormir, uma vez que apresenta inquietude importante em membros inferiores, com necessidade imperiosa de mover a pernas e de caminhar para alívio dos sintomas.
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J. A. J., 62 anos de idade, sexo masculino, encontra-se em acompanhamento ambulatório de nefrologia em razão de DRC não dialítica secundária a HAS. Vem acompanhado da filha que, durante a anamnese, relata que, há cerca de 8 meses, o pai vem apresentando quadro progressivo de deficit na memória recente e dificuldade para realizar algumas tarefas antes realizadas sem trabalho. Além disso, o pai se queixa de dormências e parestesias na planta dos pés, principalmente no período noturno, e de prurido discreto no corpo, e está com dificuldade de dormir, uma vez que apresenta inquietude importante em membros inferiores, com necessidade imperiosa de mover a pernas e de caminhar para alívio dos sintomas.
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J. A. J., 62 anos de idade, sexo masculino, encontra-se em acompanhamento ambulatório de nefrologia em razão de DRC não dialítica secundária a HAS. Vem acompanhado da filha que, durante a anamnese, relata que, há cerca de 8 meses, o pai vem apresentando quadro progressivo de deficit na memória recente e dificuldade para realizar algumas tarefas antes realizadas sem trabalho. Além disso, o pai se queixa de dormências e parestesias na planta dos pés, principalmente no período noturno, e de prurido discreto no corpo, e está com dificuldade de dormir, uma vez que apresenta inquietude importante em membros inferiores, com necessidade imperiosa de mover a pernas e de caminhar para alívio dos sintomas.
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Paciente de 30 anos de idade, sexo feminino, com paraplegia sequelar TRM por acidente de carro e antecedente de infecção urinária de repetição, evoluiu, há uma semana, com dor em região lombar direita, em cólicas sem irradiação, que a levou a buscar ajuda médica duas vezes na emergência da respectiva cidade, sendo sempre realizada analgesia EV, após a qual a paciente foi mandada para casa com alívio dos sintomas, mas com retorno da dor em poucas horas. Ela realizou, por conta própria, um US de vias urinárias, que demonstrou a presença de cálculo coraliforme em rim direito.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Paciente de 30 anos de idade, sexo feminino, com paraplegia sequelar TRM por acidente de carro e antecedente de infecção urinária de repetição, evoluiu, há uma semana, com dor em região lombar direita, em cólicas sem irradiação, que a levou a buscar ajuda médica duas vezes na emergência da respectiva cidade, sendo sempre realizada analgesia EV, após a qual a paciente foi mandada para casa com alívio dos sintomas, mas com retorno da dor em poucas horas. Ela realizou, por conta própria, um US de vias urinárias, que demonstrou a presença de cálculo coraliforme em rim direito.
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Paciente de 30 anos de idade, sexo feminino, com paraplegia sequelar TRM por acidente de carro e antecedente de infecção urinária de repetição, evoluiu, há uma semana, com dor em região lombar direita, em cólicas sem irradiação, que a levou a buscar ajuda médica duas vezes na emergência da respectiva cidade, sendo sempre realizada analgesia EV, após a qual a paciente foi mandada para casa com alívio dos sintomas, mas com retorno da dor em poucas horas. Ela realizou, por conta própria, um US de vias urinárias, que demonstrou a presença de cálculo coraliforme em rim direito.
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Paciente de 30 anos de idade, sexo feminino, com paraplegia sequelar TRM por acidente de carro e antecedente de infecção urinária de repetição, evoluiu, há uma semana, com dor em região lombar direita, em cólicas sem irradiação, que a levou a buscar ajuda médica duas vezes na emergência da respectiva cidade, sendo sempre realizada analgesia EV, após a qual a paciente foi mandada para casa com alívio dos sintomas, mas com retorno da dor em poucas horas. Ela realizou, por conta própria, um US de vias urinárias, que demonstrou a presença de cálculo coraliforme em rim direito.
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Paciente de 30 anos de idade, sexo feminino, com paraplegia sequelar TRM por acidente de carro e antecedente de infecção urinária de repetição, evoluiu, há uma semana, com dor em região lombar direita, em cólicas sem irradiação, que a levou a buscar ajuda médica duas vezes na emergência da respectiva cidade, sendo sempre realizada analgesia EV, após a qual a paciente foi mandada para casa com alívio dos sintomas, mas com retorno da dor em poucas horas. Ela realizou, por conta própria, um US de vias urinárias, que demonstrou a presença de cálculo coraliforme em rim direito.
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