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3007971 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em 1930, a dra. Elisabeth Casson, após ter tido contato com as escolas americanas de New York e Boston, implementou na Dorset House Psyquiatric Nursing Home, em Bristol, a primeira escola de treino em Terapia Ocupacional na Europa. Seria, também na Inglaterra, em 1936, que se formaria a Associação de Terapeutas Ocupacionais (AOT). No entanto, só nos países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945) se viria a implantar fortemente a Terapia Ocupacional, com a criação de novos e mais departamentos onde se sentia uma forte influência militar. Isso porque o trabalho deveria ter um papel relevante na reabilitação e integração dos soldados feridos, nomeadamente por meio da reaprendizagem das atividades da vida diária e artesanais. Existia, por isso, a convicção de que a ocupação ajudava os indivíduos a retornar ao mundo da atividade normal e contribuía para que o paciente melhorasse simultaneamente das suas incapacidades. Surgia, assim, a ligação da ocupação ao modelo médico, embora com a preocupação de adequar cada atividade às necessidades individuais da pessoa em tratamento, valorizando a motivação e a autodeterminação. Nos anos de 1980, vários autores questionaram tal ligação ao modelo médico, embora reconhecendo sua importância para a credibilidade da Terapia Ocupacional. Sentindo o risco da perda de identidade profissional (pois muitas vezes havia similitude entre a Terapia Ocupacional e a fisioterapia), tais autores retomaram o conceito primordial que liga a ocupação à saúde. Defendem que a ocupação é fundamental para a saúde e o bem-estar e confere sentido à vida.

Enunciado 3425118-1

É correto afirmar que, nas práticas integrativas complementares (PIC), o terapeuta ocupacional pode utilizar-se de instrumentos musicais como recurso terapêutico.
 

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3007970 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em 1930, a dra. Elisabeth Casson, após ter tido contato com as escolas americanas de New York e Boston, implementou na Dorset House Psyquiatric Nursing Home, em Bristol, a primeira escola de treino em Terapia Ocupacional na Europa. Seria, também na Inglaterra, em 1936, que se formaria a Associação de Terapeutas Ocupacionais (AOT). No entanto, só nos países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945) se viria a implantar fortemente a Terapia Ocupacional, com a criação de novos e mais departamentos onde se sentia uma forte influência militar. Isso porque o trabalho deveria ter um papel relevante na reabilitação e integração dos soldados feridos, nomeadamente por meio da reaprendizagem das atividades da vida diária e artesanais. Existia, por isso, a convicção de que a ocupação ajudava os indivíduos a retornar ao mundo da atividade normal e contribuía para que o paciente melhorasse simultaneamente das suas incapacidades. Surgia, assim, a ligação da ocupação ao modelo médico, embora com a preocupação de adequar cada atividade às necessidades individuais da pessoa em tratamento, valorizando a motivação e a autodeterminação. Nos anos de 1980, vários autores questionaram tal ligação ao modelo médico, embora reconhecendo sua importância para a credibilidade da Terapia Ocupacional. Sentindo o risco da perda de identidade profissional (pois muitas vezes havia similitude entre a Terapia Ocupacional e a fisioterapia), tais autores retomaram o conceito primordial que liga a ocupação à saúde. Defendem que a ocupação é fundamental para a saúde e o bem-estar e confere sentido à vida.

Enunciado 3425117-1

No método neuroevolutivo Bobath, considera-se somente a bola como recurso terapêutico, por esta ser a principal ferramenta para mudanças de posturas em pessoas com comprometimento neuromuscular.
 

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3007969 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em 1930, a dra. Elisabeth Casson, após ter tido contato com as escolas americanas de New York e Boston, implementou na Dorset House Psyquiatric Nursing Home, em Bristol, a primeira escola de treino em Terapia Ocupacional na Europa. Seria, também na Inglaterra, em 1936, que se formaria a Associação de Terapeutas Ocupacionais (AOT). No entanto, só nos países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945) se viria a implantar fortemente a Terapia Ocupacional, com a criação de novos e mais departamentos onde se sentia uma forte influência militar. Isso porque o trabalho deveria ter um papel relevante na reabilitação e integração dos soldados feridos, nomeadamente por meio da reaprendizagem das atividades da vida diária e artesanais. Existia, por isso, a convicção de que a ocupação ajudava os indivíduos a retornar ao mundo da atividade normal e contribuía para que o paciente melhorasse simultaneamente das suas incapacidades. Surgia, assim, a ligação da ocupação ao modelo médico, embora com a preocupação de adequar cada atividade às necessidades individuais da pessoa em tratamento, valorizando a motivação e a autodeterminação. Nos anos de 1980, vários autores questionaram tal ligação ao modelo médico, embora reconhecendo sua importância para a credibilidade da Terapia Ocupacional. Sentindo o risco da perda de identidade profissional (pois muitas vezes havia similitude entre a Terapia Ocupacional e a fisioterapia), tais autores retomaram o conceito primordial que liga a ocupação à saúde. Defendem que a ocupação é fundamental para a saúde e o bem-estar e confere sentido à vida.

Enunciado 3425116-1

A equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo como recurso terapêutico em um âmbito interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação.
 

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3007968 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em 1930, a dra. Elisabeth Casson, após ter tido contato com as escolas americanas de New York e Boston, implementou na Dorset House Psyquiatric Nursing Home, em Bristol, a primeira escola de treino em Terapia Ocupacional na Europa. Seria, também na Inglaterra, em 1936, que se formaria a Associação de Terapeutas Ocupacionais (AOT). No entanto, só nos países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945) se viria a implantar fortemente a Terapia Ocupacional, com a criação de novos e mais departamentos onde se sentia uma forte influência militar. Isso porque o trabalho deveria ter um papel relevante na reabilitação e integração dos soldados feridos, nomeadamente por meio da reaprendizagem das atividades da vida diária e artesanais. Existia, por isso, a convicção de que a ocupação ajudava os indivíduos a retornar ao mundo da atividade normal e contribuía para que o paciente melhorasse simultaneamente das suas incapacidades. Surgia, assim, a ligação da ocupação ao modelo médico, embora com a preocupação de adequar cada atividade às necessidades individuais da pessoa em tratamento, valorizando a motivação e a autodeterminação. Nos anos de 1980, vários autores questionaram tal ligação ao modelo médico, embora reconhecendo sua importância para a credibilidade da Terapia Ocupacional. Sentindo o risco da perda de identidade profissional (pois muitas vezes havia similitude entre a Terapia Ocupacional e a fisioterapia), tais autores retomaram o conceito primordial que liga a ocupação à saúde. Defendem que a ocupação é fundamental para a saúde e o bem-estar e confere sentido à vida.

Enunciado 3425115-1

A história da profissão relata que a Terapia Ocupacional não conseguiu ser implantada nos países afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945), porque o trabalho de reabilitação e integração dos soldados feridos era realizado por enfermeiras.
 

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3007967 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em 1930, a dra. Elisabeth Casson, após ter tido contato com as escolas americanas de New York e Boston, implementou na Dorset House Psyquiatric Nursing Home, em Bristol, a primeira escola de treino em Terapia Ocupacional na Europa. Seria, também na Inglaterra, em 1936, que se formaria a Associação de Terapeutas Ocupacionais (AOT). No entanto, só nos países mais afetados pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945) se viria a implantar fortemente a Terapia Ocupacional, com a criação de novos e mais departamentos onde se sentia uma forte influência militar. Isso porque o trabalho deveria ter um papel relevante na reabilitação e integração dos soldados feridos, nomeadamente por meio da reaprendizagem das atividades da vida diária e artesanais. Existia, por isso, a convicção de que a ocupação ajudava os indivíduos a retornar ao mundo da atividade normal e contribuía para que o paciente melhorasse simultaneamente das suas incapacidades. Surgia, assim, a ligação da ocupação ao modelo médico, embora com a preocupação de adequar cada atividade às necessidades individuais da pessoa em tratamento, valorizando a motivação e a autodeterminação. Nos anos de 1980, vários autores questionaram tal ligação ao modelo médico, embora reconhecendo sua importância para a credibilidade da Terapia Ocupacional. Sentindo o risco da perda de identidade profissional (pois muitas vezes havia similitude entre a Terapia Ocupacional e a fisioterapia), tais autores retomaram o conceito primordial que liga a ocupação à saúde. Defendem que a ocupação é fundamental para a saúde e o bem-estar e confere sentido à vida.

Enunciado 3425114-1

As ideias de Eleonor Clark Slagle, baseadas no princípio de que o comportamento só poderia ser organizado pelo agir e pela utilização ativa e intencional do tempo no contexto de uma vida normal, foram determinantes para a constituição teórico-prática da Terapia Ocupacional.
 

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3007966 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 3425113-1

A respeito dos objetivos da Terapia Ocupacional perante a equipe da UTI neonatal (UTIN), julgue os itens a seguir.

As crianças com diagnóstico de TEA respondem de forma diferente ao ambiente desde o primeiro ano de vida.
 

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3007965 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 3425112-1

A respeito dos objetivos da Terapia Ocupacional perante a equipe da UTI neonatal (UTIN), julgue os itens a seguir.

É correto afirmar que as experiências de um indivíduo desempenham o papel de “ativar” certas funções dos genes.
 

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3007964 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 3425111-1

A respeito dos objetivos da Terapia Ocupacional perante a equipe da UTI neonatal (UTIN), julgue os itens a seguir.

Os terapeutas ocupacionais procuram identificar os bebês e as mães pelo nome, evitando a despersonalização do indivíduo já destituído de privacidade pelo local.
 

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3007963 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 3425110-1

A respeito dos objetivos da Terapia Ocupacional perante a equipe da UTI neonatal (UTIN), julgue os itens a seguir.

Os terapeutas ocupacionais exercem um papel essencial de supervisão das rotinas das equipes, além da coordenação e da organização do conjunto das tarefas dentro da UTIN.
 

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3007962 Ano: 2017
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 3425109-1

A respeito dos objetivos da Terapia Ocupacional perante a equipe da UTI neonatal (UTIN), julgue os itens a seguir.

A orientação à família e à equipe quanto aos cuidados emergenciais com o bebê na UTIN, bem como a organização do cotidiano e a adequação física, é objetivo da Terapia Ocupacional.
 

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