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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Em diabéticos portadores de disautonomia gastrintestinal por neuropatia autonômica, são cuidados de enfermagem importantes evitar mudanças posturais bruscas, indicar o uso de meias ou calças compressivas e manter a elevação da cabeceira do leito (30 cm).
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
O algodão ou monofilamento de Semmes-Weinstein 5 g, 10 g, 20 g e 30 g é indicado para que o enfermeiro avalie a sensibilidade dolorosa do membro inferior com suspeita de neuropatia diabética.
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
A prevalência da neuropatia diabética alcança níveis elevados com a evolução temporal da doença, chegando geralmente a frequências de 50% de lesão neuropática em diferentes grupos de pacientes analisados nos âmbitos nacional e internacional.
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Distúrbio neurológico pode ser detectado precocemente na evolução de diabetes mellitus (DM) do tipo 1 (DM1), muitas vezes desde o momento do diagnóstico, enquanto, nos pacientes diabéticos do tipo 2, normalmente surge cinco anos ou mais após o diagnóstico de DM.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Diante de um caso clínico como esse, algumas das medidas gerais de controle para o caso seriam: cateterização de dois acessos calibrosos, coleta de sangue, posicionamento da paciente em Trendelenburg e determinação tônus uterino.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O uso de ocitocina após o parto, em todas as mulheres independentemente da via de parto, é conduta importante para a prevenção de hemorragia pós-parto.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O risco de volume de líquidos deficiente é um dos diagnósticos de enfermagem prioritários para esse caso.
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Uma puérpera realizou parto normal em centro de parto normal (CPN) há 30 minutos e, após a dequitação da placenta, apresentou perda sanguínea expressiva, segundo estimativa visual da enfermeira obstetra que a encontrou no leito com sangue fluindo para o chão. Não apresenta histórico de doenças crônicas e nem intercorrências gestacionais. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, porém responsiva a estímulo tátil, hipocorada +++/4+, pressão arterial de 70 mmHg x 60 mmHg, saturação de oxigênio de 92%, frequência cardíaca de 120 bpm, pulso periférico filiforme, frequência respiratória de 20 irpm. Ao identificar a perda volêmica, a enfermeira obstetra iniciou as condutas e investigação do caso, para estabilização do quadro antes da transferência.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
A hemorragia pós-parto é a segunda maior causa de morte materna obstétrica indireta no Brasil.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A avaliação do bem-estar fetal em parturientes de risco habitual é realizada por meio da ausculta intermitente dos batimentos cardíacos fetais.
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Uma parturiente de risco habitual, primigesta, idade gestacional (IG) de 39 semanas e 2 dias, acompanhada do marido, foi admitida no centro de parto normal pela enfermeira obstetra de plantão, com queixa de “endurecimento da barriga” (contração uterina) frequente e doloroso. Iniciaram-se a avaliação da caderneta pré-natal e o exame físico. Ao exame, apresentava-se consciente, orientada, ansiosa, FC: 95 bpm; FR: 15 irpm; saturação de oxigênio: 99%; pressão arterial: 110 mmHg x 75 mmHg; manobra de Leopold: feto em apresentação cefálica com dorso à esquerda, dinâmica uterina (DU) 3/45”/10’; batimentos cardíacos fetais (BCF) de 155 bpm; ao toque vaginal: dilatação cervical de 6 cm, plano zero de De Lee e bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O toque vaginal dessa parturiente poderá ser realizado com luvas não necessariamente estéreis.
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