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Um paciente de 47 anos de idade envolveu-se em uma briga em determinada festa e foi vítima de espancamento, com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave e fraturas múltiplas na face (traumatismo pan-facial).
No que se refere a esse tipo de trauma, julgue os itens a seguir.
A cirurgia bucomaxilofacial somente poderá ser realizada após completa estabilização neurológica do paciente e liberação por parte da equipe da neurocirurgia, com exceção de tratamento cirúrgico das hemorragias faciais decorrentes do trauma, que impossibilitem essa estabilização.
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Para a realização de tratamentos cirúrgicos ao esqueleto facial e as respectivas áreas conexas, o conhecimento da anatomia facial é de fundamental importância.
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
Se, em um trauma facial, a energia cinética foi muito intensa a ponto de fraturar a base do crânio com comprometimento ao forame oval (diminuição do respectivo volume anatômico), o músculo bucinador poderá ter a própria função motora comprometida.
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Para a realização de tratamentos cirúrgicos ao esqueleto facial e as respectivas áreas conexas, o conhecimento da anatomia facial é de fundamental importância.
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
O olho possui um grupo de musculatura extrínseca responsável pela respectiva movimentação. Em um trauma direto nessa região, pode haver lesão aos nervos abducente e troclear, que gerará, respectivamente, danos motores aos músculos oblíquo superior e reto lateral.
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Para a realização de tratamentos cirúrgicos ao esqueleto facial e as respectivas áreas conexas, o conhecimento da anatomia facial é de fundamental importância.
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
No acesso para tratamento de fratura tipo Le fort I, o nervo infraorbitário pode estar envolvido na área traumatizada, e a queixa do paciente poderá ser de parestesia nas regiões de pele da bochecha, pálpebra inferior, lateral do nariz e lábio superior do lado em questão.
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Para a realização de tratamentos cirúrgicos ao esqueleto facial e as respectivas áreas conexas, o conhecimento da anatomia facial é de fundamental importância.
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
O osso hioide fixa-se superiormente no assoalho da cavidade bucal, inferiormente na laringe e posteriormente na faringe.
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O desenvolvimento vertical excessivo da maxila resulta em rotação para baixo e para trás da mandíbula, ocasionando uma tendência a um perfil convexo. Esta deformidade de face longa responde particularmente bem a uma abordagem que combine ortodontia e cirurgia.
POGREL, M. A. et al. Cirurgia Bucomaxilofacial. São Paulo: Editora Santos, 2016.
Considerando as informações do texto quanto à deformidade dentofacial tipo excesso vertical de maxila, julgue os itens a seguir.
Mordidas abertas anteriores podem ser corrigidas por meio de cirurgia mandibular isolada.
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O desenvolvimento vertical excessivo da maxila resulta em rotação para baixo e para trás da mandíbula, ocasionando uma tendência a um perfil convexo. Esta deformidade de face longa responde particularmente bem a uma abordagem que combine ortodontia e cirurgia.
POGREL, M. A. et al. Cirurgia Bucomaxilofacial. São Paulo: Editora Santos, 2016.
Considerando as informações do texto quanto à deformidade dentofacial tipo excesso vertical de maxila, julgue os itens a seguir.
Na cirurgia para correção do excesso vertical de maxila com mordida aberta, frequentemente se planeja a movimentação cirúrgica da maxila em segmentos.
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O desenvolvimento vertical excessivo da maxila resulta em rotação para baixo e para trás da mandíbula, ocasionando uma tendência a um perfil convexo. Esta deformidade de face longa responde particularmente bem a uma abordagem que combine ortodontia e cirurgia.
POGREL, M. A. et al. Cirurgia Bucomaxilofacial. São Paulo: Editora Santos, 2016.
Considerando as informações do texto quanto à deformidade dentofacial tipo excesso vertical de maxila, julgue os itens a seguir.
As características faciais do excesso vertical sem mordida aberta são: base alar estreita, projeção de áreas paranasais, queixo retraído e tendência geral a uma relação de classe III esquelética.
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O desenvolvimento vertical excessivo da maxila resulta em rotação para baixo e para trás da mandíbula, ocasionando uma tendência a um perfil convexo. Esta deformidade de face longa responde particularmente bem a uma abordagem que combine ortodontia e cirurgia.
POGREL, M. A. et al. Cirurgia Bucomaxilofacial. São Paulo: Editora Santos, 2016.
Considerando as informações do texto quanto à deformidade dentofacial tipo excesso vertical de maxila, julgue os itens a seguir.
A ortodontia preparatória para esse tipo de correção requer o alinhamento das arcadas de maneira coordenada, com nivelamento dos ossos intermaxilares.
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O desenvolvimento vertical excessivo da maxila resulta em rotação para baixo e para trás da mandíbula, ocasionando uma tendência a um perfil convexo. Esta deformidade de face longa responde particularmente bem a uma abordagem que combine ortodontia e cirurgia.
POGREL, M. A. et al. Cirurgia Bucomaxilofacial. São Paulo: Editora Santos, 2016.
Considerando as informações do texto quanto à deformidade dentofacial tipo excesso vertical de maxila, julgue os itens a seguir.
Existem duas variações de forma para esse tipo de deformidade, podendo ser sem mordida aberta ou com mordida aberta anterior.
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