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Uma gestante de 22 anos de idade, G2 P1, com idade gestacional de 30 semanas, apresentou-se ao obstetra para uma consulta de pré-natal de rotina. Durante ausculta cardíaca fetal com sonar, evidencia-se frequência cardíaca fetal de 240 bpm. Foram solicitados ecografia obstétrica e ecocardiograma fetal, que revelaram hidropisia fetal com ascite e derrame pleural, insuficiência valvar tricúspide moderada a grave, insuficiência mitral leve e função cardíaca diminuída.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Uma gestante de 22 anos de idade, G2 P1, com idade gestacional de 30 semanas, apresentou-se ao obstetra para uma consulta de pré-natal de rotina. Durante ausculta cardíaca fetal com sonar, evidencia-se frequência cardíaca fetal de 240 bpm. Foram solicitados ecografia obstétrica e ecocardiograma fetal, que revelaram hidropisia fetal com ascite e derrame pleural, insuficiência valvar tricúspide moderada a grave, insuficiência mitral leve e função cardíaca diminuída.
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Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma contração a cada cinco minutos com duração de 30 segundos. Ao toque vaginal, evidencia-se dilatação cervical de 3 cm com apagamento cervical de 80%; e, ao exame especular, detectou-se ausência de rotura de membranas.
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Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma contração a cada cinco minutos com duração de 30 segundos. Ao toque vaginal, evidencia-se dilatação cervical de 3 cm com apagamento cervical de 80%; e, ao exame especular, detectou-se ausência de rotura de membranas.
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Uma paciente branca, 25 anos de idade, primigesta, com idade gestacional de 31 semanas e dois dias, procura a emergência de obstetrícia com queixa de contrações uterinas iniciadas há quatro horas, com aumento progressivo de intensidade e frequência e ausência de sensação de perda líquida pela vagina. Ela foi há duas semanas tratada para infecção urinária, mas não lembra qual tratamento foi realizado. Ausência de outras comorbidades durante o pré-natal e de história cirúrgica. Ao exame físico, a paciente apresenta-se afebril, com frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 19 irpm, saturação de oxigênio de 97%, pressão arterial de 120 mmHg x 80 mmHg, batimento cardiofetal de 140 bpm, com acelerações transitórias à movimentação fetal e dinâmica uterina de uma contração a cada cinco minutos com duração de 30 segundos. Ao toque vaginal, evidencia-se dilatação cervical de 3 cm com apagamento cervical de 80%; e, ao exame especular, detectou-se ausência de rotura de membranas.
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Uma paciente de 24 anos de idade, nuligesta, procura emergência de ginecologia com queixa de dor em abdome inferior há duas semanas associada a um episódio de temperatura axilar de 38,2 ºC aferida há um dia. Apresenta história de troca de parceiro sexual há um mês, com relações sexuais sem uso de preservativos. Nega alergias ou outras comorbidades. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 88 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 98%, dor no abdome inferior à palpação profunda, dor à palpação de regiões anexiais e dor à mobilização de colo uterino ao toque vaginal além de secreção cervico-vaginal translúcida e inodora ao exame especular.
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Uma paciente de 24 anos de idade, nuligesta, procura emergência de ginecologia com queixa de dor em abdome inferior há duas semanas associada a um episódio de temperatura axilar de 38,2 ºC aferida há um dia. Apresenta história de troca de parceiro sexual há um mês, com relações sexuais sem uso de preservativos. Nega alergias ou outras comorbidades. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 88 bpm, frequência respiratória de 20 irpm, saturação de oxigênio de 98%, dor no abdome inferior à palpação profunda, dor à palpação de regiões anexiais e dor à mobilização de colo uterino ao toque vaginal além de secreção cervico-vaginal translúcida e inodora ao exame especular.
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