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Determinada paciente de 18 anos de idade, com histórico de mais de 10 manchas castanhas em tronco, pelve e membros desde a infância, efélides nas regiões axilares e inguinais e presença de vários (> 5) nódulos de Lisch em cada íris, apresenta quadro de perda de controle esfincteriano há um mês.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, quanto ao provável diagnóstico dessa paciente, julgue os itens a seguir.
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Determinada paciente de 18 anos de idade, com histórico de mais de 10 manchas castanhas em tronco, pelve e membros desde a infância, efélides nas regiões axilares e inguinais e presença de vários (> 5) nódulos de Lisch em cada íris, apresenta quadro de perda de controle esfincteriano há um mês.
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Determinada paciente de 18 anos de idade, com histórico de mais de 10 manchas castanhas em tronco, pelve e membros desde a infância, efélides nas regiões axilares e inguinais e presença de vários (> 5) nódulos de Lisch em cada íris, apresenta quadro de perda de controle esfincteriano há um mês.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, quanto ao provável diagnóstico dessa paciente, julgue os itens a seguir.
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Determinada paciente de 18 anos de idade, com histórico de mais de 10 manchas castanhas em tronco, pelve e membros desde a infância, efélides nas regiões axilares e inguinais e presença de vários (> 5) nódulos de Lisch em cada íris, apresenta quadro de perda de controle esfincteriano há um mês.
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Uma paciente de 62 anos de idade, com histórico de tabagismo (40 anos.maço) e fumante atual, apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços há cerca de dois anos, com episódios frequentes de tosse produtiva associada à sibilância. Foi levada ao pronto-socorro várias vezes pelos próprios familiares, sendo comum a prescrição de corticoterapia, salbutamol inalatório e antibioticoterapia nessas ocasiões, gerando melhora significativa do quadro. No momento, não utiliza medicações contínuas. Leva espirometria recente, com índice de Tiffeneau de 65% e VEF1 de 65% do previsto para a idade, o peso e a altura, sem variação significativa após uso de broncodilatador. Na ausculta pulmonar, foram observados roncos, sibilos e estertores crepitantes difusos. Ausculta cardíaca normal, FC de 72 bpm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente e frequência respiratória de 18 irpm.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Uma paciente de 62 anos de idade, com histórico de tabagismo (40 anos.maço) e fumante atual, apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços há cerca de dois anos, com episódios frequentes de tosse produtiva associada à sibilância. Foi levada ao pronto-socorro várias vezes pelos próprios familiares, sendo comum a prescrição de corticoterapia, salbutamol inalatório e antibioticoterapia nessas ocasiões, gerando melhora significativa do quadro. No momento, não utiliza medicações contínuas. Leva espirometria recente, com índice de Tiffeneau de 65% e VEF1 de 65% do previsto para a idade, o peso e a altura, sem variação significativa após uso de broncodilatador. Na ausculta pulmonar, foram observados roncos, sibilos e estertores crepitantes difusos. Ausculta cardíaca normal, FC de 72 bpm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente e frequência respiratória de 18 irpm.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Uma paciente de 62 anos de idade, com histórico de tabagismo (40 anos.maço) e fumante atual, apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços há cerca de dois anos, com episódios frequentes de tosse produtiva associada à sibilância. Foi levada ao pronto-socorro várias vezes pelos próprios familiares, sendo comum a prescrição de corticoterapia, salbutamol inalatório e antibioticoterapia nessas ocasiões, gerando melhora significativa do quadro. No momento, não utiliza medicações contínuas. Leva espirometria recente, com índice de Tiffeneau de 65% e VEF1 de 65% do previsto para a idade, o peso e a altura, sem variação significativa após uso de broncodilatador. Na ausculta pulmonar, foram observados roncos, sibilos e estertores crepitantes difusos. Ausculta cardíaca normal, FC de 72 bpm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente e frequência respiratória de 18 irpm.
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Uma paciente de 62 anos de idade, com histórico de tabagismo (40 anos.maço) e fumante atual, apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços há cerca de dois anos, com episódios frequentes de tosse produtiva associada à sibilância. Foi levada ao pronto-socorro várias vezes pelos próprios familiares, sendo comum a prescrição de corticoterapia, salbutamol inalatório e antibioticoterapia nessas ocasiões, gerando melhora significativa do quadro. No momento, não utiliza medicações contínuas. Leva espirometria recente, com índice de Tiffeneau de 65% e VEF1 de 65% do previsto para a idade, o peso e a altura, sem variação significativa após uso de broncodilatador. Na ausculta pulmonar, foram observados roncos, sibilos e estertores crepitantes difusos. Ausculta cardíaca normal, FC de 72 bpm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente e frequência respiratória de 18 irpm.
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Uma paciente de 62 anos de idade, com histórico de tabagismo (40 anos.maço) e fumante atual, apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços há cerca de dois anos, com episódios frequentes de tosse produtiva associada à sibilância. Foi levada ao pronto-socorro várias vezes pelos próprios familiares, sendo comum a prescrição de corticoterapia, salbutamol inalatório e antibioticoterapia nessas ocasiões, gerando melhora significativa do quadro. No momento, não utiliza medicações contínuas. Leva espirometria recente, com índice de Tiffeneau de 65% e VEF1 de 65% do previsto para a idade, o peso e a altura, sem variação significativa após uso de broncodilatador. Na ausculta pulmonar, foram observados roncos, sibilos e estertores crepitantes difusos. Ausculta cardíaca normal, FC de 72 bpm, saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente e frequência respiratória de 18 irpm.
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Certa paciente de 62 anos de idade, com histórico de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, assintomática no momento, traz eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações, solicitado por médico em consulta anterior.
Com base nesse caso clínico, e considerando-se a reprodução do ECG apresentado, mediante a utilização da Diretriz de interpretação de eletrocardiograma de repouso, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, julgue os itens a seguir.
Considere: FC = 51 spm; intervalo PR = 195 ms; intervalo QRS = 130 ms; intervalo QT = 440 ms.
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