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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pela classificação do GMFCS desse paciente, espera-se, como prognóstico, que ele seja capaz de deambular utilizando um dispositivo manual de mobilidade.
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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É importante utilizar estímulos sensoriais aferentes, favorecendo o tônus postural e a vivência de experiências sensório-motoras fundamentais à prática das habilidades funcionais. Entretanto, é contraindicado o fortalecimento muscular para melhora da funcionalidade das crianças com paralisia cerebral.
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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Com base na Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), a reabilitação desse paciente deve focar no treino de funcionalidade, transferindo o aprendizado das sessões para a rotina diária, buscando maior participação da criança nas respectivas atividades diárias e tendo como consequência uma criança mais independentes e participativas na sociedade.
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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No caso em questão, a classificação topográfica é espástica com alteração de tônus predominantemente de membros inferiores.
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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paralisia cerebral caracteriza-se por um grupo de desordens do desenvolvimento do movimento e da postura por lesão ocorrida no sistema nervoso central em desenvolvimento. A lesão neurológica não é progressiva, contudo as respectivas manifestações motoras secundárias à lesão podem ser.
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Uma paciente de 72 anos de idade encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) há três dias, após apresentar afasia e hemiparesia à esquerda. O diagnóstico médico foi de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico da artéria cerebral média direita. O histórico de saúde da paciente inclui diabetes tipo 2 e hipertensão. O fisioterapeuta acaba de avaliá-la e iniciará o plano de tratamento intra-hospitalar.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um sintoma comum após um AVE é a síndrome dolorosa do ombro hemiplégico, tratando-se de uma barreira para avanços na reabilitação. Apesar disso, no caso em questão, não há nada a ser feito, já que a paciente se encontra na UTI.
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Uma paciente de 72 anos de idade encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) há três dias, após apresentar afasia e hemiparesia à esquerda. O diagnóstico médico foi de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico da artéria cerebral média direita. O histórico de saúde da paciente inclui diabetes tipo 2 e hipertensão. O fisioterapeuta acaba de avaliá-la e iniciará o plano de tratamento intra-hospitalar.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A excitotoxicidade pode ocorrer após uma lesão cerebral isquêmica e consiste na morte celular provocada pela liberação excessiva de glutamato, um neurotransmissor excitatório determinante para o funcionamento do sistema nervoso central, que, contudo, quando em altas concentrações, se torna tóxico para os neurônios.
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Uma paciente de 72 anos de idade encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) há três dias, após apresentar afasia e hemiparesia à esquerda. O diagnóstico médico foi de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico da artéria cerebral média direita. O histórico de saúde da paciente inclui diabetes tipo 2 e hipertensão. O fisioterapeuta acaba de avaliá-la e iniciará o plano de tratamento intra-hospitalar.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O plano de tratamento fisioterapêutico no momento agudo pós-AVE durante a internação na UTI, como no caso apresentado, deve incluir: prevenção de complicações, como escaras e edema nos membros plégicos, e evitar contraturas ou deformidades.
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Uma paciente de 72 anos de idade encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) há três dias, após apresentar afasia e hemiparesia à esquerda. O diagnóstico médico foi de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico da artéria cerebral média direita. O histórico de saúde da paciente inclui diabetes tipo 2 e hipertensão. O fisioterapeuta acaba de avaliá-la e iniciará o plano de tratamento intra-hospitalar.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No caso dessa paciente, é correto determinar como fatores de risco para o AVE “modificáveis” o sexo e a idade, enquanto “não modificáveis” são a diabetes e a hipertensão. Tais fatores são determinantes para o prognóstico da paciente.
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Uma paciente de 72 anos de idade encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) há três dias, após apresentar afasia e hemiparesia à esquerda. O diagnóstico médico foi de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico da artéria cerebral média direita. O histórico de saúde da paciente inclui diabetes tipo 2 e hipertensão. O fisioterapeuta acaba de avaliá-la e iniciará o plano de tratamento intra-hospitalar.
Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
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