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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.
A higiene brônquica, realizada pela instilação endotraqueal de solução salina e ventilação forada com AMBU, junto com a aspiração endotraqueal, pode causar diminuição rápida da PIC.
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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.
A PIT gerada pela tosse e pela manobra de Valsalva determina repercussões no sistema cardiovascular e no sistema venoso central, que podem ser comparadas ás geradas pelo aumento da PIT determinado pela instalação do PEEP (positive end expiratory pressure).
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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.
Manobras de fisioterapia respiratória não podem ser usadas com segurança em pacientes portadores de TCE grave, com PIC menor que 30 mmHg.
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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.
Durante a aspiração endotraqueal, há aumento da PIC por causa do reflexo de tosse, porém o aumento de PaCO2, por sua vez, pode piorar a PIC por vasodilatação cerebral.
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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
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O aumento da PIT não causa maiores problemas para o retorno venoso cerebral, pois leva a um incremento da pressão no ventrículo direito e nos grandes vasos, incluindo a veia cava superior.
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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.
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A pressão intratorácica (PIT) relaciona-se diretamente com a pressão alveolar, que é notadamente alterada pelas compressões torácicas durante as manobras fisioterápicas.
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Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A terapia manual pode facilitar os processos de reparo após a lesão, uma vez que a regeneração e o remodelamento normais do tecido dependem da estimulação mecânica.
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Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os processos de imobilização podem causar ulcerações no tecido cartilaginoso articular, por causa de alterações provocadas nesse tecido, tais como perda de proteoglicanas, de massa e volume totais da cartilagem.
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Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os efeitos positivos na recuperação do movimento do tornozelo e o sucesso da reabilitação podem ser atribuídos a fatores como a mobilização tardia e a sustentação da carga parcial precoce.
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Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A estabilização da coluna lombar por meio de exercícios na reabilitação lombar deve priorizar o ganho de resistência muscular, já que a maior parte das lesões ocorre em atividades de baixa demanda de força. O transverso abdominal deve ser treinado separadamente dos outros músculos, pelo fato de ele perder rapidamente sua função tônica.
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