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1995166 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um estudante de 19 anos de idade recentemente precisou se afastar da universidade, depois de se envolver em uma enorme confusão, por decidir testar todos os extintores do andar em que ele assistia a aula, pois, para ele, era crucial garantir que os extintores funcionavam, dada a gravidade que pode ser esperada pela possibilidade de um incêndio. O estudante, na verdade, já trocou de faculdade; ele iniciou na arquitetura e decidiu migrar para o curso de filosofia. A partir dessa mudança, passou a discutir com quem estivesse, ou não, disposto a ouvir a respeito da natureza da vida, inclusive sendo insistente e mencionando que detinha um conhecimento muito mais aprofundado que os dos professores. É fumante, consome excessiva quantidade de bebidas alcoólicas e energéticos e já foi advertido por demonstrar comportamentos exagerados em relação ao desejo sexual. Recentemente, relatou aos próprios pais que não vê mais sentido na vida e passa longas horas trancado no quarto, dormindo mais de 12 horas por dia. Eventualmente, apresenta-se mais animado e retoma os comportamentos citados anteriormente. Diante dessas circunstâncias, os pais decidiram levá-lo ao psiquiatra, ocasião na qual recebeu o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar (TAB) do tipo I. O paciente recebeu a seguinte prescrição: moclobemida 600 mg e lamotrigina 250 mg.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A moclobemida é um antidepressivo inibidor da MAO. Apesar de ser indicado também para o TAB, ele não é indicado pela Portaria nº 315/2016 (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I, Ministério da Saúde), dando-se preferência para a fluoxetina, o inibidor seletivo da receptação da serotonina.

 

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1995165 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um estudante de 19 anos de idade recentemente precisou se afastar da universidade, depois de se envolver em uma enorme confusão, por decidir testar todos os extintores do andar em que ele assistia a aula, pois, para ele, era crucial garantir que os extintores funcionavam, dada a gravidade que pode ser esperada pela possibilidade de um incêndio. O estudante, na verdade, já trocou de faculdade; ele iniciou na arquitetura e decidiu migrar para o curso de filosofia. A partir dessa mudança, passou a discutir com quem estivesse, ou não, disposto a ouvir a respeito da natureza da vida, inclusive sendo insistente e mencionando que detinha um conhecimento muito mais aprofundado que os dos professores. É fumante, consome excessiva quantidade de bebidas alcoólicas e energéticos e já foi advertido por demonstrar comportamentos exagerados em relação ao desejo sexual. Recentemente, relatou aos próprios pais que não vê mais sentido na vida e passa longas horas trancado no quarto, dormindo mais de 12 horas por dia. Eventualmente, apresenta-se mais animado e retoma os comportamentos citados anteriormente. Diante dessas circunstâncias, os pais decidiram levá-lo ao psiquiatra, ocasião na qual recebeu o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar (TAB) do tipo I. O paciente recebeu a seguinte prescrição: moclobemida 600 mg e lamotrigina 250 mg.


A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Normalmente, o tratamento do TAB é feito por monoterapia; por isso, pode-se optar pelo uso apenas da lamotrigina, pois é o fármaco de escolha.

 

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1995164 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

É necessário levar em conta que todos os benzodiazepínicos podem produzir dependência; por isso, recomenda-se que as suas indicações sejam por períodos de tempo não muito prolongados. Adicionalmente, não há como não se considerar a possibilidade de que, pela utilização desses fármacos, aumente a confusão mental, além de tal uso produzir efeitos negativos na memória.

 

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1995163 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Para evitar o uso do clonazepam ou de assemelhados, poderia ser indicado o ansiolítico buspirona; normalmente esse é indicado para efetuar a retirada de medicamentos benzodiazepínicos.

 

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1995162 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Considerando apenas os antidepressivos, o paciente poderia voltar a usar o tricíclico imipramina, uma vez que ele o utilizou por um período considerável de tempo, com evidências de boa adaptação. Apesar dos efeitos adversos, os tricíclicos produzem sedação e também são indicados para transtornos de ansiedade, como a generalizada.

 

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1995161 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Como alternativa ao tratamento proposto, poderia ser indicado o uso de fenelzina (15 mg) e zolpidem (10 mg).

 

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1995160 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O uso de benzodiazepínicos, como o clonazepam, é considerado seguro, uma vez que tais medicamentos não interferem nas atividades do dia a dia e tampouco na memória dos pacientes.

 

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1995159 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O benzodiazepínico clonazepam pode ser mantido, desde que se reveja a indicação da sertralina 100 mg, já que ela pode produzir efeitos ansiogênicos.

 

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1995158 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Como o paciente apresenta histórico de síndrome serotoninérgica, deve ser evitado o uso de antidepressivos que inibem a recaptação de serotonina, especialmente considerando a dose indicada e pelo histórico de não adaptação.

 

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1995157 Ano: 2020
Disciplina: Farmácia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 73 anos de idade que está aposentado há pelo menos oito anos. Até pouco tempo, a rotina do paciente era aproveitar a vida juntamente com a esposa, mas ela faleceu há um mês em razão de um infarto fulminante. Desde então, não tem saído de casa, pois não se sente animado para visitar os amigos ou para passear, inclusive porque a esposa o auxiliava nas mais diversas atividades do cotidiano. O paciente sente-se confuso, desesperançoso e vê a própria vida com pessimismo. Afirma sentir-se em pânico de forma quase contínua e relata dificuldades para dormir. Apesar da idade avançada, ele goza de uma saúde relativamente adequada. Não fuma, mas gosta de tomar um cálice de vinho tinto por dia. Consta, no respectivo histórico médico, um caso de síndrome serotoninérgica, em período no qual usou um antidepressivo IMAO e fluoxetina (ISRS) depois da morte do filho em um acidente de carro, há 30 anos. Mesmo após um tempo, na época não se adaptou ao ISRS e, por isso, foi prescrito um antidepressivo tricíclico (imipramina), o qual ele utilizou durante dois anos, suspendendo-o a seguir. Quando vai ao psiquiatra, esse o diagnostica com provável transtorno de adaptação com misto de ansiedade e depressão, prescrevendo-lhe sertralina 100 mg/dia (dose mínima: 50 mg/dia) e clonazepam 0,25 mg, três vezes por dia. Após uma semana, decidiu voltar ao psiquiatra, reclamando não sentir grande diferença no próprio estado emocional, apesar de estar conseguindo dormir.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Após uma semana, os efeitos antidepressivos do medicamento já deveriam ser observados; por esse motivo, pode-se optar pelo aumento da dose ou pela substituição por um outro mais potente.

 

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