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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para a avaliação da força muscular isométrica de forma quantitativa, os equipamentos de avaliação hand held, célula de carga e dinamômetro isocinético poderão ser utilizados.
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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
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O TENS breve intenso deverá ser aplicado por um mínimo de 30 minutos consecutivos. O efeito dessa terapia é a ativação de fibra (A delta e C), levando à diminuição dos espasmos (efeito temporário).
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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
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O câncer pode gerar lesões dos receptores de dor denominados nociceptores. Os nociceptores podem ser ativados por diversos estímulos (mecânicos, térmicos ou químicos) e sensibilizados por estímulos químicos exógenos (serotonina, substância P, bradicinina, prostaglandinas e histamina).
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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
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Os locais que receberam quimioterapia apresentam alterações dérmicas, o que contraindica o uso de eletrotermoterapia.
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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
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A atelectasia pode gerar perdas funcionais, como alteração da oxigenação, diminuição da complacência pulmonar, aumento da resistência vascular pulmonar e hiperexpansão de unidades alveolares adjacentes.
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A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para o paciente com características de estresse físico mental, as condutas fisioterapêuticas como terapia manual, hidroterapia, consciência corporal, relaxamento muscular e treino de força muscular são estratégias a serem adotadas.
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Um paciente de 34 anos de idade, com 1,83 m de altura, 97 kg e sedentário, apresentou um quadro de dor crônica em região lombar, predominantemente à direita, com irradiação para os membros inferiores. No histórico pregresso do paciente, ele havia passado por processo bem-sucedido de tratamento de um tumor maligno em região pulmonar há três anos. Porém, durante a inspeção pulmonar, foi detectado um processo de atelectasia pulmonar inicial com presença de tosse, estridor, dispneia, chiado localizado e redução do murmúrio vesicular. Após diversas investigações, os médicos identificaram que a dor lombar era impulsionada pela presença de um novo tumor maligno localizado na região do fígado (4 cm). Para solução, optou-se por remoção cirúrgica e encaminhamento para 25 sessões de quimioterapia depois desse procedimento. Após as sessões de quimioterapia, o paciente deu entrada no serviço de fisioterapia com o intuito de restabelecer as funções físicas e respiratórias. Na queixa principal, ele relata fadiga generalizada e dificuldade de respirar. Na avaliação por parte do fisioterapeuta, identificaram-se perda da amplitude de movimento moderada de extensão e flexão lombar, além de encurtamento dos músculos iliopsoas, quadrado lombar, isquiotibiais e piriforme. Depois do teste de força muscular isométrica, foi detectada fraqueza muscular em tibial anterior, quadríceps e glúteo médio e região anterior do tronco.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A dor em pacientes com câncer pode relacionar-se direta ou indiretamente ao tumor primário, bem como às metástases, às intervenções terapêuticas ou aos procedimentos de investigação. Nesse contexto, a inatividade física é o fator secundário que favorece o agravo desse sintoma.
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Um paciente de 24 anos de idade, portador de AME tipo II, está sob os cuidados da equipe de fisioterapia ambulatorial de um hospital. O paciente atualmente apresenta fraqueza e flacidez generalizadas, com contraturas e dores musculares consistentes que lhe impossibilitam a marcha e a manutenção da postura em pé, de modo que ele necessita de cadeira de rodas para locomoção. Deficits no equilíbrio de tronco e de cabeça são observados pela redução de movimentos nessas regiões em razão da fraqueza localizada com maior severidade nos músculos proximais, o que leva ao prejuízo das funções respiratórias. Há dois anos, iniciou a terapia celular como possibilidade de melhora para a condição físico-motora e realizou implante de células-tronco fetais do bulbo olfativo nos níveis medulares C5 e T4, com o objetivo de restabelecer a capacidade respiratória, o equilíbrio e a musculatura do tronco e dos membros superiores.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da atuação do fisioterapeuta nos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
Os principais efeitos da fisioterapia motora na AME resumem-se à manutenção do quadro físico-motor e à prevenção de complicações ortopédicas.
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Um paciente de 24 anos de idade, portador de AME tipo II, está sob os cuidados da equipe de fisioterapia ambulatorial de um hospital. O paciente atualmente apresenta fraqueza e flacidez generalizadas, com contraturas e dores musculares consistentes que lhe impossibilitam a marcha e a manutenção da postura em pé, de modo que ele necessita de cadeira de rodas para locomoção. Deficits no equilíbrio de tronco e de cabeça são observados pela redução de movimentos nessas regiões em razão da fraqueza localizada com maior severidade nos músculos proximais, o que leva ao prejuízo das funções respiratórias. Há dois anos, iniciou a terapia celular como possibilidade de melhora para a condição físico-motora e realizou implante de células-tronco fetais do bulbo olfativo nos níveis medulares C5 e T4, com o objetivo de restabelecer a capacidade respiratória, o equilíbrio e a musculatura do tronco e dos membros superiores.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da atuação do fisioterapeuta nos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
As contraturas em extensão do quadril e do joelho são consequências bastante comuns nesses pacientes, por causa do uso da cadeira de rodas para locomoção.
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Um paciente de 24 anos de idade, portador de AME tipo II, está sob os cuidados da equipe de fisioterapia ambulatorial de um hospital. O paciente atualmente apresenta fraqueza e flacidez generalizadas, com contraturas e dores musculares consistentes que lhe impossibilitam a marcha e a manutenção da postura em pé, de modo que ele necessita de cadeira de rodas para locomoção. Deficits no equilíbrio de tronco e de cabeça são observados pela redução de movimentos nessas regiões em razão da fraqueza localizada com maior severidade nos músculos proximais, o que leva ao prejuízo das funções respiratórias. Há dois anos, iniciou a terapia celular como possibilidade de melhora para a condição físico-motora e realizou implante de células-tronco fetais do bulbo olfativo nos níveis medulares C5 e T4, com o objetivo de restabelecer a capacidade respiratória, o equilíbrio e a musculatura do tronco e dos membros superiores.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da atuação do fisioterapeuta nos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
A sessão de fisioterapia respiratória pode ser constituída por exercícios de fortalecimento diafragmático, por meio do uso de treinador muscular inspiratório Threshold IMT (Respironics®), e por exercícios de reexpansão pulmonar, com a utilização de inspirômetro de incentivo Voldyne (NCS®).
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