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O cirurgião-dentista é um profissional que tem se mostrado imprescindível na atuação multiprofissional das equipes de cuidados paliativos. No que concerne ao papel do cirurgião-dentista na área de cuidados paliativos julgue os itens a seguir.
A participação do cirurgião-dentista na equipe de cuidados paliativos contribui para o diagnóstico e para os tratamentos na área desse profissional, assim como para a realização de cuidados paliativos orais que possam beneficiar esses doentes.
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O cirurgião-dentista é um profissional que tem se mostrado imprescindível na atuação multiprofissional das equipes de cuidados paliativos. No que concerne ao papel do cirurgião-dentista na área de cuidados paliativos julgue os itens a seguir.
A condição mais frequente que afeta profundamente as funções orais é o câncer de cabeça e de pescoço, principalmente em estágios iniciais.
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O cirurgião-dentista é um profissional que tem se mostrado imprescindível na atuação multiprofissional das equipes de cuidados paliativos. No que concerne ao papel do cirurgião-dentista na área de cuidados paliativos julgue os itens a seguir.
Os pacientes em cuidados paliativos requerem atenção odontológica especial que inclui desde procedimentos operatórios e preventivos até o conceito de cuidado total do paciente, abrangendo também as necessidades físicas, ficando as necessidades emocionais a cargo da equipe de psicologia.
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O cirurgião-dentista é um profissional que tem se mostrado imprescindível na atuação multiprofissional das equipes de cuidados paliativos. No que concerne ao papel do cirurgião-dentista na área de cuidados paliativos julgue os itens a seguir.
A odontologia é uma área de atuação em cuidados paliativos com foco nos pacientes com doença progressiva ou avançada, cujos sintomas comprometem a cavidade bucal direta ou indiretamente.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
Algumas opções farmacológicas para o tratamento da hipersecreção respiratória podem ser a escopolamina e a atropina.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
Prescrever um colinérgico poderá diminuir a produção de secreção, porém este não será capaz de aumentar a eliminação.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
Como forma de manejo não farmacológico, pode-se realizar higiene oral e da prótese dentária, se houver, para facilitar a deglutição ou diminuir a quantidade de secreção em cavidade oral.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
Como forma de manejo não farmacológico, pode-se lançar mão de elevar o decúbito. Deve-se manter a posição do paciente por 8 horas a 10 horas, de modo confortável, favorecendo-se a mobilização de secreções e facilitando a respiração e a deglutição.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
O acúmulo de secreções nos últimos dias de vida é comum em virtude de problemas de deglutição, da redução da mobilidade e da dismotilidade ciliar.
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medida que o nível de consciência diminui no processo de morte ativa, os indivíduos perdem sua capacidade de engolir e mobilizar secreções orais; com isso, o ar se move sobre as secreções acumuladas e a turbulência resultante produz uma ventilação barulhenta com cada respiração, descrita como “sororoca” ou “ronco da morte”.
SANTOS A.F.J; CARDOSO: M.G.M. Assistência ao fim de vida: identificação e manejo. In: Dor e Cuidados Paliativos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Anestesiologia, 2018. 240 p., com adaptações.
A respeito da condição descrita, julgue os itens a seguir.
A falência cardíaca e as infecções respiratórias são possíveis causas da hipersecreção respiratória.
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