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Foram encontradas 120 questões.

1997106 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 6 anos de idade, com paralisia cerebral, demonstrou controle cervical aos 6 meses de vida, sentou-se com 1 ano e 3 meses, engatinhou com 1 ano e 7 meses e adquiriu marcha com 2 anos e 3 meses. Apresenta-se deambulando, com marcha, apoiando-se nos antepés, flexão de quadris e joelhos, adução de MMII, hiperextensão de tronco, alargamento da base e instabilidade em todas as fases da marcha, com dissociação de cinturas escapular e pélvica. Ao exame físico estático, evidencia-se encurtamento de musculatura posterior de MMII e adutores de quadris. Constatam-se FC = 102 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 = 98%.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A paciente apresenta diparesia espástica e GMFCS 2, demonstrando baixa habilidade para correr e pular.

 

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1997105 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 6 anos de idade, com paralisia cerebral, demonstrou controle cervical aos 6 meses de vida, sentou-se com 1 ano e 3 meses, engatinhou com 1 ano e 7 meses e adquiriu marcha com 2 anos e 3 meses. Apresenta-se deambulando, com marcha, apoiando-se nos antepés, flexão de quadris e joelhos, adução de MMII, hiperextensão de tronco, alargamento da base e instabilidade em todas as fases da marcha, com dissociação de cinturas escapular e pélvica. Ao exame físico estático, evidencia-se encurtamento de musculatura posterior de MMII e adutores de quadris. Constatam-se FC = 102 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 = 98%.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O desenvolvimento motor se dá craniocaudalmente, sendo o sustento cefálico por volta de 4 meses, o sentar sem apoio aos 7 meses e o andar sem apoio por volta dos 15 meses de vida.

 

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1997104 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Em pacientes com lesão medular alta e pouco ganho motor em terapias físicas, a cirurgia de transposição de tendão permite ganho de função por meio de mobilidade do punho, e a cirurgia de neurotização pode ser utilizada de forma complementar, com ganho de destreza.

 

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1997103 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A escala de medida de independência funcional tem utilidade limitada na evolução desses pacientes, por não haver comprometimento cognitivo na fisiopatologia da lesão medular.

 

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1997102 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O DN-4 apresenta-se como importante ferramenta de rastreio da dor neuropática nessa população, sendo de fácil aplicação, diferentemente da Escala Lans que envolve caracterização dos sintomas e exame de sensibilidade, e a gabapentina apresenta-se como boa opção terapêutica nesse caso.

 

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1997101 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A ossificação heterotópica tem uma incidência maior no primeiro ano após a lesão medular, sendo a articulação do quadril mais comumente afetada, e o diagnóstico precoce é um modificador de prognóstico quanto à mobilidade.

 

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1997100 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A abordagem da disfunção erétil deve estar entre as prioridades no tratamento da lesão medular, considerando sua natureza biopsicossocial e o impacto na qualidade de vida desses pacientes.

 

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1997099 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de depressão é hiperestimada nessa população, apresentando ainda menores resultados com a introdução de inibidores de receptação de serotonina.

 

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1997098 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O paciente pode cursar com comprometimento ventilatório, tendo em vista que o nervo diafragma é composto pelas raízes de C3, C4 e C5.

 

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1997097 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um homem de 55 anos de idade, natural e procedente do estado do Pará, com paraplegia espástica C5 AIS C por queda de dois metros do telhado, em 7 de janeiro de 2020, comparece ao consultório com queixa de dor em choque e queimação em membros inferiores, com sensação de frio e dolorosa, às vezes constante, mas de intensidade variável, com piora quando tem frio e melhora quando não passa por períodos de estresse, com pouca melhora com AINH ou dipirona. Também se queixa de edema e prurido em membros inferiores. Refere algumas perdas urinárias, atualmente esporádicas, até que foi orientado, em sua cidade, a passar sondagem vesical de alívio por pelo menos quatro vezes ao dia. Apresenta-se com PA = 150 mmHg x90 mmHg, FC = 115 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 99% e rubor facial. Verificam-se panturrilhas sem sinais de empastamento e pulsos pediosos presentes e simétricos.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O paciente apresenta-se provavelmente em episódio de disreflexia autonômica, tendo a indicação de nifedipina VO imediatamente.

 

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