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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um dos efeitos adversos locais dos corticosteroides inalatórios é a candidíase oral, que pode ser prevenida usando-se a aerocâmara e lavando-se a boca.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As exacerbações noturnas têm uma relação direta com o uso incorreto dos dispositivos inalatórios de aerocâmaras ou espaçadores.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É necessário pedir o cartão de vacina da criança, pois, se ela não foi vacinada para Haemophilus influenza tipo b (Hib), deve-se fazer todo o esquema de três doses.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os esteroides sistêmicos administrados por via oral, quando são usados por menos de três semanas, independentemente da dose utilizada, podem ser suspensos sem necessidade de desmame gradual.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pode-se dizer que os sintomas não estão controlados, pois a criança vem apresentando sintomas noturnos e comprometimento de atividades rotineiras.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A maioria das crianças com asma atinge o controle dos sintomas com doses baixas a médias de corticoide inalatório.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma boa opção é manter o medicamento beta2-agonista de longa duração e suspender o uso associado do corticoide inalatório.
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Uma criança de 11 anos de idade foi encaminhada à unidade de pronto atendimento no bairro onde mora, em virtude de uma crise de asma. Utiliza formoterol/budesonid diariamente, porém tem crises que a levam à emergência pelo menos quatro vezes ao ano. Há 20 dias, esteve no mesmo pronto atendimento com sintomas de exacerbação da asma e recebeu inalações com fenoterol, apresentando melhora parcial. Manteve tosse noturna produtiva e alguma dificuldade para realizar exercícios físicos e frequentar a escola. Na última noite, evoluiu com piora da dispneia, precisando despertar para fazer inalação durante a madrugada.
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Seria importante realizar gasometria arterial por causa do retorno ao pronto atendimento em tão curto período de tempo.
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Um paciente de 2 anos de idade é levado à emergência de um grande hospital pediátrico durante a madrugada. O pai refere que a criança estava bem, somente com uma tosse durante o dia, mas sem febre. Na madrugada, acordou com tosse muito rouca, tipo um latido, e muito “sufocado”, com dificuldade de respirar, bastante agitado (fácies de angústia) e com um barulho muito alto na respiração. Porém, ao longo do trajeto até o hospital, foi melhorando rapidamente durante a exposição ao ar frio da madrugada. Quando chegou ao hospital, só apresentava a tosse rouca. Ao exame, a criança encontra-se com taquicardia leve, FC = 130 bpm, sem taquipneia, FR = 35 irpm, afebril, SatO2 entre 92% e 95% em ar ambiente, estridor inspiratório leve e tiragem intercostal leve. Aparelho respiratório e demais sem alterações.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A laringite estridulosa, ou crupe espasmódico, tem uma característica benigna, mas podem ocorrer recidivas frequentes.
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Um paciente de 2 anos de idade é levado à emergência de um grande hospital pediátrico durante a madrugada. O pai refere que a criança estava bem, somente com uma tosse durante o dia, mas sem febre. Na madrugada, acordou com tosse muito rouca, tipo um latido, e muito “sufocado”, com dificuldade de respirar, bastante agitado (fácies de angústia) e com um barulho muito alto na respiração. Porém, ao longo do trajeto até o hospital, foi melhorando rapidamente durante a exposição ao ar frio da madrugada. Quando chegou ao hospital, só apresentava a tosse rouca. Ao exame, a criança encontra-se com taquicardia leve, FC = 130 bpm, sem taquipneia, FR = 35 irpm, afebril, SatO2 entre 92% e 95% em ar ambiente, estridor inspiratório leve e tiragem intercostal leve. Aparelho respiratório e demais sem alterações.
A respeito desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Ocorre geralmente flacidez da cartilagem da laringe, que resulta em colapso das pregas ariepiglóticas sobre a epiglote durante a inspiração. Dessa forma, o estridor é do tipo inspiratório.
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