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Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Esse paciente apresenta um quadro de dor crônica, e o tratamento que se deve realizar é manter medidas fisioterápicas e prescrever anticonvulsivantes como drogas preferenciais.
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Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se solicitar ecodoppler venoso de MMII e flebografia para investigar essa queixa atual.
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Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O quadro doloroso atual que o paciente apresenta é compatível com dor psicogênica.
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Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os achados no exame físico da perna esquerda são compatíveis com achados de síndrome pós-trombótica.
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Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente pode manter o uso de biperideno, em baixas doses, associado ao propranolol de ação prolongada até que seja alcançada a melhora clínica.
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Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento, para esse caso, com melhor chance de sucesso, é o uso de propranolol de ação prolongada.
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Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para essa paciente, o provável diagnóstico é de tremor essencial.
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Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.
Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena para tentar alcançar a meta do tratamento proposto por seu médico e retornou com resultado de exame de LDL = 90 mg/dL. Nesse caso, a melhor opção é associar ezetimibe ao tratamento.
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Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.
Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena, buscando alcançar a meta de LDL proposta por seu médico, mas queixou-se de muitas dores musculares. A primeira conduta que seu médico deve ter é a de suspender, temporariamente, a sinvastatina e, depois, tentar reintroduzi-la.
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Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.
Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para esse caso, a meta terapêutica é atingir LDL abaixo de 100 mg/dL.
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