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Canhotismo
O dia 13 de agosto marca o Dia Internacional do
Canhoto, uma data que serve para reconhecer as pessoas
que usam principalmente a mão esquerda como dominante.
Uma pesquisa publicada em 2020 mostrou que a
esmagadora maioria das pessoas no mundo é destra — tem
o lado direito como dominante. Porém, embora seja comum
muitas pessoas tentarem mudar a prevalência do
canhotismo, a realidade é que ser canhoto é uma
característica que se desenvolve antes do nascimento, mas
pouco se sabe sobre sua base biológica. É provável que a
preferência por uma mão surja como parte do processo de
desenvolvimento que diferencia os lados direito e esquerdo
do corpo. Mas, além disso, é provável que outros fatores,
como o ambiente pré-natal e as influências culturais,
também contribuam para a destreza.
A peculiaridade de ser canhoto está sendo estudada.
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas
estudos mais recentes sugerem que vários genes
contribuem para essa característica. Os estudos reconhecem
que pelo menos alguns desses genes ajudam a determinar a
assimetria direita-esquerda geral do corpo desde os
primeiros estágios de desenvolvimento. Outro ponto é que
essa habilidade não tem um padrão simples de herança,
embora filhos de pais canhotos tenham maior probabilidade
de serem canhotos do que filhos de pais destros. Além disso,
gêmeos idênticos têm maior probabilidade de serem destros
ou canhotos do que gêmeos não idênticos.
Se a história serve de referência, não é de
surpreender que tão poucas pessoas no mundo usem a mão
esquerda para realizar suas atividades. Durante vários anos,
esse grupo de pessoas foi perseguido. Existe até um nome
para o medo de ser canhoto: "sinistrofobia". Um artigo
publicado em 2011 lembra que muitos educadores e
médicos no início do século XX forçavam as crianças a
escrever com a mão direita, e os métodos usados para isso
eram muitas vezes torturantes. Entretanto, vários
educadores começaram a questionar a prática de reeducar
os canhotos, suspeitando que essa prática teria
consequências negativas para toda a vida.
Com o passar do tempo, a compreensão da questão
cresceu e agora se sabe que não há nada de errado com os
canhotos. De fato, os especialistas enfatizam a importância
de permitir que as crianças (e, é claro, os adultos) realizem
suas atividades com a mão que preferirem e não forçá-las a
usar a mão direita.
Redação National Geographic Brasil – Adaptado
Dei ao mundo um livro que ninguém lê, muito embora esteja em todas as mãos.
A oração tem:
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Canhotismo
O dia 13 de agosto marca o Dia Internacional do
Canhoto, uma data que serve para reconhecer as pessoas
que usam principalmente a mão esquerda como dominante.
Uma pesquisa publicada em 2020 mostrou que a
esmagadora maioria das pessoas no mundo é destra — tem
o lado direito como dominante. Porém, embora seja comum
muitas pessoas tentarem mudar a prevalência do
canhotismo, a realidade é que ser canhoto é uma
característica que se desenvolve antes do nascimento, mas
pouco se sabe sobre sua base biológica. É provável que a
preferência por uma mão surja como parte do processo de
desenvolvimento que diferencia os lados direito e esquerdo
do corpo. Mas, além disso, é provável que outros fatores,
como o ambiente pré-natal e as influências culturais,
também contribuam para a destreza.
A peculiaridade de ser canhoto está sendo estudada.
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas
estudos mais recentes sugerem que vários genes
contribuem para essa característica. Os estudos reconhecem
que pelo menos alguns desses genes ajudam a determinar a
assimetria direita-esquerda geral do corpo desde os
primeiros estágios de desenvolvimento. Outro ponto é que
essa habilidade não tem um padrão simples de herança,
embora filhos de pais canhotos tenham maior probabilidade
de serem canhotos do que filhos de pais destros. Além disso,
gêmeos idênticos têm maior probabilidade de serem destros
ou canhotos do que gêmeos não idênticos.
Se a história serve de referência, não é de
surpreender que tão poucas pessoas no mundo usem a mão
esquerda para realizar suas atividades. Durante vários anos,
esse grupo de pessoas foi perseguido. Existe até um nome
para o medo de ser canhoto: "sinistrofobia". Um artigo
publicado em 2011 lembra que muitos educadores e
médicos no início do século XX forçavam as crianças a
escrever com a mão direita, e os métodos usados para isso
eram muitas vezes torturantes. Entretanto, vários
educadores começaram a questionar a prática de reeducar
os canhotos, suspeitando que essa prática teria
consequências negativas para toda a vida.
Com o passar do tempo, a compreensão da questão
cresceu e agora se sabe que não há nada de errado com os
canhotos. De fato, os especialistas enfatizam a importância
de permitir que as crianças (e, é claro, os adultos) realizem
suas atividades com a mão que preferirem e não forçá-las a
usar a mão direita.
Redação National Geographic Brasil – Adaptado
( ) A herança genética é simples e bem determinada. ( ) Sinistrofobia significa ter medo de canhotos. ( ) Hoje em dia compreende-se que não há nada de errado com os canhotos.
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Canhotismo
O dia 13 de agosto marca o Dia Internacional do
Canhoto, uma data que serve para reconhecer as pessoas
que usam principalmente a mão esquerda como dominante.
Uma pesquisa publicada em 2020 mostrou que a
esmagadora maioria das pessoas no mundo é destra — tem
o lado direito como dominante. Porém, embora seja comum
muitas pessoas tentarem mudar a prevalência do
canhotismo, a realidade é que ser canhoto é uma
característica que se desenvolve antes do nascimento, mas
pouco se sabe sobre sua base biológica. É provável que a
preferência por uma mão surja como parte do processo de
desenvolvimento que diferencia os lados direito e esquerdo
do corpo. Mas, além disso, é provável que outros fatores,
como o ambiente pré-natal e as influências culturais,
também contribuam para a destreza.
A peculiaridade de ser canhoto está sendo estudada.
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas
estudos mais recentes sugerem que vários genes
contribuem para essa característica. Os estudos reconhecem
que pelo menos alguns desses genes ajudam a determinar a
assimetria direita-esquerda geral do corpo desde os
primeiros estágios de desenvolvimento. Outro ponto é que
essa habilidade não tem um padrão simples de herança,
embora filhos de pais canhotos tenham maior probabilidade
de serem canhotos do que filhos de pais destros. Além disso,
gêmeos idênticos têm maior probabilidade de serem destros
ou canhotos do que gêmeos não idênticos.
Se a história serve de referência, não é de
surpreender que tão poucas pessoas no mundo usem a mão
esquerda para realizar suas atividades. Durante vários anos,
esse grupo de pessoas foi perseguido. Existe até um nome
para o medo de ser canhoto: "sinistrofobia". Um artigo
publicado em 2011 lembra que muitos educadores e
médicos no início do século XX forçavam as crianças a
escrever com a mão direita, e os métodos usados para isso
eram muitas vezes torturantes. Entretanto, vários
educadores começaram a questionar a prática de reeducar
os canhotos, suspeitando que essa prática teria
consequências negativas para toda a vida.
Com o passar do tempo, a compreensão da questão
cresceu e agora se sabe que não há nada de errado com os
canhotos. De fato, os especialistas enfatizam a importância
de permitir que as crianças (e, é claro, os adultos) realizem
suas atividades com a mão que preferirem e não forçá-las a
usar a mão direita.
Redação National Geographic Brasil – Adaptado
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas estudos mais recentes sugerem que vários genes contribuem para essa característica.
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Canhotismo
O dia 13 de agosto marca o Dia Internacional do
Canhoto, uma data que serve para reconhecer as pessoas
que usam principalmente a mão esquerda como dominante.
Uma pesquisa publicada em 2020 mostrou que a
esmagadora maioria das pessoas no mundo é destra — tem
o lado direito como dominante. Porém, embora seja comum
muitas pessoas tentarem mudar a prevalência do
canhotismo, a realidade é que ser canhoto é uma
característica que se desenvolve antes do nascimento, mas
pouco se sabe sobre sua base biológica. É provável que a
preferência por uma mão surja como parte do processo de
desenvolvimento que diferencia os lados direito e esquerdo
do corpo. Mas, além disso, é provável que outros fatores,
como o ambiente pré-natal e as influências culturais,
também contribuam para a destreza.
A peculiaridade de ser canhoto está sendo estudada.
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas
estudos mais recentes sugerem que vários genes
contribuem para essa característica. Os estudos reconhecem
que pelo menos alguns desses genes ajudam a determinar a
assimetria direita-esquerda geral do corpo desde os
primeiros estágios de desenvolvimento. Outro ponto é que
essa habilidade não tem um padrão simples de herança,
embora filhos de pais canhotos tenham maior probabilidade
de serem canhotos do que filhos de pais destros. Além disso,
gêmeos idênticos têm maior probabilidade de serem destros
ou canhotos do que gêmeos não idênticos.
Se a história serve de referência, não é de
surpreender que tão poucas pessoas no mundo usem a mão
esquerda para realizar suas atividades. Durante vários anos,
esse grupo de pessoas foi perseguido. Existe até um nome
para o medo de ser canhoto: "sinistrofobia". Um artigo
publicado em 2011 lembra que muitos educadores e
médicos no início do século XX forçavam as crianças a
escrever com a mão direita, e os métodos usados para isso
eram muitas vezes torturantes. Entretanto, vários
educadores começaram a questionar a prática de reeducar
os canhotos, suspeitando que essa prática teria
consequências negativas para toda a vida.
Com o passar do tempo, a compreensão da questão
cresceu e agora se sabe que não há nada de errado com os
canhotos. De fato, os especialistas enfatizam a importância
de permitir que as crianças (e, é claro, os adultos) realizem
suas atividades com a mão que preferirem e não forçá-las a
usar a mão direita.
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O dia 13 de agosto marca o Dia Internacional do
Canhoto, uma data que serve para reconhecer as pessoas
que usam principalmente a mão esquerda como dominante.
Uma pesquisa publicada em 2020 mostrou que a
esmagadora maioria das pessoas no mundo é destra — tem
o lado direito como dominante. Porém, embora seja comum
muitas pessoas tentarem mudar a prevalência do
canhotismo, a realidade é que ser canhoto é uma
característica que se desenvolve antes do nascimento, mas
pouco se sabe sobre sua base biológica. É provável que a
preferência por uma mão surja como parte do processo de
desenvolvimento que diferencia os lados direito e esquerdo
do corpo. Mas, além disso, é provável que outros fatores,
como o ambiente pré-natal e as influências culturais,
também contribuam para a destreza.
A peculiaridade de ser canhoto está sendo estudada.
Pensava-se que apenas um gene controlava a destreza mas
estudos mais recentes sugerem que vários genes
contribuem para essa característica. Os estudos reconhecem
que pelo menos alguns desses genes ajudam a determinar a
assimetria direita-esquerda geral do corpo desde os
primeiros estágios de desenvolvimento. Outro ponto é que
essa habilidade não tem um padrão simples de herança,
embora filhos de pais canhotos tenham maior probabilidade
de serem canhotos do que filhos de pais destros. Além disso,
gêmeos idênticos têm maior probabilidade de serem destros
ou canhotos do que gêmeos não idênticos.
Se a história serve de referência, não é de
surpreender que tão poucas pessoas no mundo usem a mão
esquerda para realizar suas atividades. Durante vários anos,
esse grupo de pessoas foi perseguido. Existe até um nome
para o medo de ser canhoto: "sinistrofobia". Um artigo
publicado em 2011 lembra que muitos educadores e
médicos no início do século XX forçavam as crianças a
escrever com a mão direita, e os métodos usados para isso
eram muitas vezes torturantes. Entretanto, vários
educadores começaram a questionar a prática de reeducar
os canhotos, suspeitando que essa prática teria
consequências negativas para toda a vida.
Com o passar do tempo, a compreensão da questão
cresceu e agora se sabe que não há nada de errado com os
canhotos. De fato, os especialistas enfatizam a importância
de permitir que as crianças (e, é claro, os adultos) realizem
suas atividades com a mão que preferirem e não forçá-las a
usar a mão direita.
Redação National Geographic Brasil – Adaptado
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É seguro comer alimentos que você deixou cair no chão se
você pegá-los rápido o suficiente?
A “regra dos 5 segundos” tem sido tema de debates,
com alguns afirmando que ela é real e outros achando que é
besteira. O segredo é entender a rapidez com que as
bactérias são transferidas da superfície do piso para os
alimentos após a queda. Muitos erraram nessa medição, diz
o cientista Donald Schaffner. Estudos amadores confundiram
a questão ao se basearem em experimentos que não foram
aprovados cientificamente. De fato, houve apenas outra
investigação rigorosa antes de 2016: um estudo realizado
pelo cientista de alimentos Paul Dawson, em 2007.
Dawson relatou que os alimentos podem pegar
bactérias imediatamente ao entrar em contato com uma
superfície, mas esse estudo se concentrou mais em quanto
tempo as bactérias poderiam sobreviver nas superfícies para
contaminar os alimentos. Por isso, Schaffner decidiu testar
uma variedade maior de alimentos em condições mais
diversas. Os experimentos mostraram que a regra dos 5
segundos na verdade não é uma regra. Quanto mais tempo
o alimento ficava em uma superfície com bactérias, mais
bactérias se agarravam a ele, mas muitas delas eram
coletadas assim que o alimento chegava ao chão. O maior
culpado aqui não é o tempo, mas a umidade. Os alimentos
úmidos, (como melancia), capturaram mais bactérias do que
os alimentos mais secos, como pão. As superfícies como
tapetes transferiram menos bactérias do que os azulejos.
Então, se a ciência desmascarou a regra dos 5
segundos, isso significa que não é seguro comer alimentos
que caíram no chão? Isso depende da superfície e do tipo de
bactéria que você pode pegar. Se você estiver em um
hospital e deixar algo cair, provavelmente não vai querer
comê-lo — ou não deveria. Mas, na maioria dos casos,
comer um biscoito que pegou um pouco de poeira e
bactérias do chão provavelmente não prejudicará alguém
com um sistema imunológico saudável. Praticar uma boa
higiene, mantendo os pisos e as superfícies limpas, é a lição
mais importante. Ainda assim, é provável que a regra dos 5
segundos perdure.
Erika Engelhaupt — National Geographic. Adaptado.
Na Páscoa, algumas pessoas trouxeram a felicidade ____ felicidade de muitas famílias. Em outras palavras, levaram ________ a esperança de dias melhores; embora ____ proporção de ajuda ser baixa, continuamos ____ levar apoio aos mais necessitados.
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É seguro comer alimentos que você deixou cair no chão se
você pegá-los rápido o suficiente?
A “regra dos 5 segundos” tem sido tema de debates,
com alguns afirmando que ela é real e outros achando que é
besteira. O segredo é entender a rapidez com que as
bactérias são transferidas da superfície do piso para os
alimentos após a queda. Muitos erraram nessa medição, diz
o cientista Donald Schaffner. Estudos amadores confundiram
a questão ao se basearem em experimentos que não foram
aprovados cientificamente. De fato, houve apenas outra
investigação rigorosa antes de 2016: um estudo realizado
pelo cientista de alimentos Paul Dawson, em 2007.
Dawson relatou que os alimentos podem pegar
bactérias imediatamente ao entrar em contato com uma
superfície, mas esse estudo se concentrou mais em quanto
tempo as bactérias poderiam sobreviver nas superfícies para
contaminar os alimentos. Por isso, Schaffner decidiu testar
uma variedade maior de alimentos em condições mais
diversas. Os experimentos mostraram que a regra dos 5
segundos na verdade não é uma regra. Quanto mais tempo
o alimento ficava em uma superfície com bactérias, mais
bactérias se agarravam a ele, mas muitas delas eram
coletadas assim que o alimento chegava ao chão. O maior
culpado aqui não é o tempo, mas a umidade. Os alimentos
úmidos, (como melancia), capturaram mais bactérias do que
os alimentos mais secos, como pão. As superfícies como
tapetes transferiram menos bactérias do que os azulejos.
Então, se a ciência desmascarou a regra dos 5
segundos, isso significa que não é seguro comer alimentos
que caíram no chão? Isso depende da superfície e do tipo de
bactéria que você pode pegar. Se você estiver em um
hospital e deixar algo cair, provavelmente não vai querer
comê-lo — ou não deveria. Mas, na maioria dos casos,
comer um biscoito que pegou um pouco de poeira e
bactérias do chão provavelmente não prejudicará alguém
com um sistema imunológico saudável. Praticar uma boa
higiene, mantendo os pisos e as superfícies limpas, é a lição
mais importante. Ainda assim, é provável que a regra dos 5
segundos perdure.
Erika Engelhaupt — National Geographic. Adaptado.
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É seguro comer alimentos que você deixou cair no chão se
você pegá-los rápido o suficiente?
A “regra dos 5 segundos” tem sido tema de debates,
com alguns afirmando que ela é real e outros achando que é
besteira. O segredo é entender a rapidez com que as
bactérias são transferidas da superfície do piso para os
alimentos após a queda. Muitos erraram nessa medição, diz
o cientista Donald Schaffner. Estudos amadores confundiram
a questão ao se basearem em experimentos que não foram
aprovados cientificamente. De fato, houve apenas outra
investigação rigorosa antes de 2016: um estudo realizado
pelo cientista de alimentos Paul Dawson, em 2007.
Dawson relatou que os alimentos podem pegar
bactérias imediatamente ao entrar em contato com uma
superfície, mas esse estudo se concentrou mais em quanto
tempo as bactérias poderiam sobreviver nas superfícies para
contaminar os alimentos. Por isso, Schaffner decidiu testar
uma variedade maior de alimentos em condições mais
diversas. Os experimentos mostraram que a regra dos 5
segundos na verdade não é uma regra. Quanto mais tempo
o alimento ficava em uma superfície com bactérias, mais
bactérias se agarravam a ele, mas muitas delas eram
coletadas assim que o alimento chegava ao chão. O maior
culpado aqui não é o tempo, mas a umidade. Os alimentos
úmidos, (como melancia), capturaram mais bactérias do que
os alimentos mais secos, como pão. As superfícies como
tapetes transferiram menos bactérias do que os azulejos.
Então, se a ciência desmascarou a regra dos 5
segundos, isso significa que não é seguro comer alimentos
que caíram no chão? Isso depende da superfície e do tipo de
bactéria que você pode pegar. Se você estiver em um
hospital e deixar algo cair, provavelmente não vai querer
comê-lo — ou não deveria. Mas, na maioria dos casos,
comer um biscoito que pegou um pouco de poeira e
bactérias do chão provavelmente não prejudicará alguém
com um sistema imunológico saudável. Praticar uma boa
higiene, mantendo os pisos e as superfícies limpas, é a lição
mais importante. Ainda assim, é provável que a regra dos 5
segundos perdure.
Erika Engelhaupt — National Geographic. Adaptado.
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É seguro comer alimentos que você deixou cair no chão se
você pegá-los rápido o suficiente?
A “regra dos 5 segundos” tem sido tema de debates,
com alguns afirmando que ela é real e outros achando que é
besteira. O segredo é entender a rapidez com que as
bactérias são transferidas da superfície do piso para os
alimentos após a queda. Muitos erraram nessa medição, diz
o cientista Donald Schaffner. Estudos amadores confundiram
a questão ao se basearem em experimentos que não foram
aprovados cientificamente. De fato, houve apenas outra
investigação rigorosa antes de 2016: um estudo realizado
pelo cientista de alimentos Paul Dawson, em 2007.
Dawson relatou que os alimentos podem pegar
bactérias imediatamente ao entrar em contato com uma
superfície, mas esse estudo se concentrou mais em quanto
tempo as bactérias poderiam sobreviver nas superfícies para
contaminar os alimentos. Por isso, Schaffner decidiu testar
uma variedade maior de alimentos em condições mais
diversas. Os experimentos mostraram que a regra dos 5
segundos na verdade não é uma regra. Quanto mais tempo
o alimento ficava em uma superfície com bactérias, mais
bactérias se agarravam a ele, mas muitas delas eram
coletadas assim que o alimento chegava ao chão. O maior
culpado aqui não é o tempo, mas a umidade. Os alimentos
úmidos, (como melancia), capturaram mais bactérias do que
os alimentos mais secos, como pão. As superfícies como
tapetes transferiram menos bactérias do que os azulejos.
Então, se a ciência desmascarou a regra dos 5
segundos, isso significa que não é seguro comer alimentos
que caíram no chão? Isso depende da superfície e do tipo de
bactéria que você pode pegar. Se você estiver em um
hospital e deixar algo cair, provavelmente não vai querer
comê-lo — ou não deveria. Mas, na maioria dos casos,
comer um biscoito que pegou um pouco de poeira e
bactérias do chão provavelmente não prejudicará alguém
com um sistema imunológico saudável. Praticar uma boa
higiene, mantendo os pisos e as superfícies limpas, é a lição
mais importante. Ainda assim, é provável que a regra dos 5
segundos perdure.
Erika Engelhaupt — National Geographic. Adaptado.
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É seguro comer alimentos que você deixou cair no chão se
você pegá-los rápido o suficiente?
A “regra dos 5 segundos” tem sido tema de debates,
com alguns afirmando que ela é real e outros achando que é
besteira. O segredo é entender a rapidez com que as
bactérias são transferidas da superfície do piso para os
alimentos após a queda. Muitos erraram nessa medição, diz
o cientista Donald Schaffner. Estudos amadores confundiram
a questão ao se basearem em experimentos que não foram
aprovados cientificamente. De fato, houve apenas outra
investigação rigorosa antes de 2016: um estudo realizado
pelo cientista de alimentos Paul Dawson, em 2007.
Dawson relatou que os alimentos podem pegar
bactérias imediatamente ao entrar em contato com uma
superfície, mas esse estudo se concentrou mais em quanto
tempo as bactérias poderiam sobreviver nas superfícies para
contaminar os alimentos. Por isso, Schaffner decidiu testar
uma variedade maior de alimentos em condições mais
diversas. Os experimentos mostraram que a regra dos 5
segundos na verdade não é uma regra. Quanto mais tempo
o alimento ficava em uma superfície com bactérias, mais
bactérias se agarravam a ele, mas muitas delas eram
coletadas assim que o alimento chegava ao chão. O maior
culpado aqui não é o tempo, mas a umidade. Os alimentos
úmidos, (como melancia), capturaram mais bactérias do que
os alimentos mais secos, como pão. As superfícies como
tapetes transferiram menos bactérias do que os azulejos.
Então, se a ciência desmascarou a regra dos 5
segundos, isso significa que não é seguro comer alimentos
que caíram no chão? Isso depende da superfície e do tipo de
bactéria que você pode pegar. Se você estiver em um
hospital e deixar algo cair, provavelmente não vai querer
comê-lo — ou não deveria. Mas, na maioria dos casos,
comer um biscoito que pegou um pouco de poeira e
bactérias do chão provavelmente não prejudicará alguém
com um sistema imunológico saudável. Praticar uma boa
higiene, mantendo os pisos e as superfícies limpas, é a lição
mais importante. Ainda assim, é provável que a regra dos 5
segundos perdure.
Erika Engelhaupt — National Geographic. Adaptado.
( ) Ele tem aptidão com ensinar. ( ) O ministro foi assediado por jornalistas. ( ) A casa é assombrada por muitos espíritos.
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