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949935 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

Na sequência: Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos..., a palavra em destaque confere ao contexto uma relação semântica de
 

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949934 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

Em: Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas., o trecho em destaque reporta-se a uma fonte institucional
 

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949933 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

Sobre as palavras destacadas no trecho: A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. SÓ NÃO é CORRETO afirmar que
 

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949932 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

A frase que sugere uma aproximação maior entre a voz do texto e o seu interlocutor é
 

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949931 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

A opção na qual há uma afirmação INCORRETA acerca de aspectos gramaticais e textuais declarados é:

 

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949930 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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PARA AS TEENS, DIU

Novas diretrizes da Academia Americana de Pediatria apontam o dispositivo intrauterino

como um dos melhores métodos contraceptivos para as adolescentes

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade. Mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. Quer um exemplo? Quando descobrem que estão grávidas, muitas jovens interrompem os estudos - o que afetará as oportunidades econômicas e sociais tanto delas como de seus filhos. Sem falar que uma adolescente de 15 anos corre cinco vezes mais risco de morrer no parto do que uma mulher cinco anos mais velha.

A contracepção deveria, portanto, receber uma atenção extra nessa faixa etária - mas não é o que ocorre. Enquanto 60% das mulheres com mais de 30 anos usam algum método contraceptivo, entre as jovens de 15 a 24 anos esse índice cai para 22%, segundo dados do Fundo de População das Nações Unidas. Mesmo quando há acesso, as questões típicas da idade interferem no uso. Tomar pílula todo dia requer disciplina. Exigir camisinha a cada relação sexual demanda autoconfiança - tanto dela quanto dele. Qual a melhor forma de se prevenir?

Segundo um relatório divulgado no fim do ano passado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), a resposta é: DIU e implante hormonal. Ambos são métodos contraceptivos de longo prazo (sua ação dura de três a dez anos) e reversíveis (basta retirá-los para que a fertilidade volte ao normal).

(...)

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção

Dossiê Métodos contraceptivos, p. 35)

De acordo com as ideias e informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que
 

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949929 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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SEXO, PENICILINA E ROCK'N'ROLL

Economista defende que remédio contra a sífilis foi o pontapé inicial para as

transformações vividas nos anos 1960

Era uma vez uma pílula que, ao ser ingerida, mudou de uma vez por todas nosso comportamento e sistema de valores, transformando a sociedade no século 20. Da pílula anticoncepcional nasceu a revolução sexual. Essa é a história conhecida. Mas, segundo o economista Andrew Francis, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, o pontapé inicial da revolução sexual foi dado não pela pílula, mas pela penicilina. Descoberta em 1928 por Alexander Fleming, ela foi usada clinicamente pela primeira vez em 1941. Dois anos depois, constatou-se que a penicilina podia tratar uma das doenças mais temidas da época: a sífilis. "De 1947 a 1957, a incidência de sífilis caiu 95%, e as mortes, 75%", disse Francis a GALILEU. "Minha hipótese é que essa redução no impacto de contrair sífilis estimulou um comportamento sexual não tradicional nos anos de 1950".

Para testar a ideia, ele foi atrás dos indicadores da incidência de gonorreia (também sexualmente transmissível), do número de filhos ilegítimos e da ocorrência de gravidez na adolescência. À medida que a sífilis era controlada, esses indicadores subiam. Ou seja, quando a pílula surgiu, algumas mudanças já estavam em curso. Isso não tira, é claro, a importância do anticoncepcional nas transformações que vieram em seguida. Afinal, a penicilina não resolvia a questão da contracepção. "A mulher já estava no mercado de trabalho; exigia-se da medicina uma solução para que ela pudesse conciliar a vida profissional com a maternidade", afirma Carmita Abdo, coordenador do ProSex.

(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção Dossiê Métodos contraceptivos, p. 36)

Na sequência: À medida que a sífilis era controlada, esses indicadores subiam. Ou seja, quandoa pílula surgiu, algumas mudanças já estavam em curso. As relações sintático-semânticas que as palavras em destaque conferem às orações que ligam, nos seus respectivos contextos frasais são, respectivamente, de
 

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1469918 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Durante a verificação dos sinais vitais dos adultos que se encontravam internados num determinado setor, a média normal de pulsação em batimentos por minuto encontrada foi de
Questão Anulada

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1418372 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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A equipe de enfermagem do centro cirúrgico tem a função de verificar o tipo de cirurgia a ser realizada e posicionar o paciente corretamente. De acordo com as variações do posicionamento do paciente assinale a alternativa CORRETA.
Questão Anulada

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1418119 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Os idosos fragilizados são aqueles que apresentam comprometimento da capacidade funcional ou limitações provenientes das patologias físicas, mentais e lesões, tanto agudas como crônicas. A apresentação clínica da síndrome da fragilidade corresponde a um fenótipo composto por cinco componentes. Marque a alternativa que especifica todos de maneira CORRETA:
Questão Anulada

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