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Foram encontradas 38 questões.

492512 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Em relação aos protocolos de mobilização precoce, assinale (V) VERDADEIRO e (F) FALSO nas alternativas que seguem:
( ) A utilização de protocolos baseados em evidência científica, na UTI, auxilia na padronização e otimização do atendimento ao paciente. ( ) O uso de protocolos de desmame da VMI melhora os desfechos clínicos, como tempo de VM e taxa de complicações em UTI. ( ) A mobilização precoce deve ser evitada em pacientes críticos em uso de drogas vasoativas ( ) Nos protocolos descritos na literatura, a maioria é de origem brasileira e europeia.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
 

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492511 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Analise as afirmativas, considerando o uso de instrumentos de avaliação pelo fisioterapeuta.
I- Mediante o uso de instrumentos de avaliação, o fisioterapeuta pode realizar um apropriado diagnóstico físico funcional para conhecer as necessidades de cada paciente e estabelecer as metas e condutas fisioterapêuticas específicas. II- O fisioterapeuta deve selecionar instrumentos de avaliação que focalizem o domínio “estrutura e função do corpo”. III- Os instrumentos de avaliação devem ser baseados em evidências científicas, com validação científica para diferentes condições de saúde.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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492510 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Qual das alternativas, a seguir, apresenta um exemplo de exercício intervalado, com recuperação ativa:
 

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492509 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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O sistema respiratório engloba diferentes estruturas e tecidos que, sinergicamente, desenvolvem movimentos rítmicos e determinantes para a troca de pressões, culminando na troca gasosa. Com relação a esse processo, assinale a alternativa CORRETA:
 

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492508 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Quando existirem alterações rotacionais nos membros inferiores (MMII), a conduta do fisioterapeuta será:
 

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492507 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Quanto às técnicas de contrair-relaxar e manter-relaxar, assinale (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO:
( ) A técnica manter-relaxar consiste na contração isotônica resistida, oposta por resistência suficiente para impedir o movimento, seguida de relaxamento e subsequente movimento em direção a nova ADM. ( ) Tanto na técnica de contrair-relaxar, quanto na de manter-relaxar, a sequência de movimentos deve ser repetida até que não haja mais ganho de ADM e nova amplitude deve ser retreinada com outras técnicas. ( ) Promover relaxamento e/ou alongamento de músculos, aumentar a ADM e diminuir a dor, são objetivos da técnica de contrair-relaxar ( ) A intenção da técnica de contrair-relaxar é mover-se, enquanto, na manter-relaxar, é manter a posição.
 

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492506 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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A propulsão da cadeira de rodas manual é dividida em duas etapas: impulsão e recuperação. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao motivo pelo qual é equivocada a ideia de que a realização da propulsão da cadeira é um exercício físico:
 

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492505 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Estudo observacionais que analisam a implementação de protocolos assistenciais na prática cotidiana fisioterapêutica clínica, de um determinado serviço, buscam comprovar a:
 

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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"

(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?

Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Observe o uso da palavra em destaque em I, II, e III para responder à questão

I - Se não tiver critério, a pessoa enlouquece.

II - ... não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo.

III - ... se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento.

A palavra se estabelece uma relação de condição entre orações, em:

 

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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"

(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?

Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Assinale a opção na qual a palavra marcada tem função morfossintática DIFERENTE daquela que tem o destaque em: “... temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação.”
 

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