Foram encontradas 30 questões.
O Texto 1, a seguir, é referência para as questões 01 a 03 e 05.
O dia 1º de outubro foi dedicado ao idoso e o próximo dia 12 é a data das crianças. A proximidade das duas comemorações não
foi planejada: o Dia da Criança é comemorado há quase 50 anos e lembra uma promoção de duas empresas que fabricam mercadorias
para o público infantil e que criaram, dessa maneira, uma boa circunstância para o aumento de seu lucro. Aliás, é bom dizer que o índice
de vendas para esse dia só é menor que o de outras duas datas exploradas comercialmente: o Natal e o Dia das Mães.
O Dia do Idoso, por sua vez, é comemorado no dia 1º há pouco tempo, e a data foi escolhida porque lembra a criação do Estatuto
do Idoso. Ainda não há exploração, tampouco efeito comercial, mas creio que não demorará para que isso ocorra.
Esse fato não planejado, entretanto, nos dá a oportunidade de pensarmos a respeito das duas fases da vida que são extremidades
de um percurso. O que há em comum entre elas?
Em primeiro lugar, a negação de ambas. A infância, tanto quanto a velhice, tem perdido seu lugar neste mundo. Já nascemos
jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida. É interessante perceber que adaptamos até a linguagem coloquial de modo a
esconder essas condições da vida. Em relação às crianças, passamos a nos referir a elas como “baixinhos”, “pequenos” e seus
correlatos, inclusive em textos jornalísticos, que usam e abusam de tais substitutos. Por certo você já ouviu a frase que afirma que a
criança não é a miniatura de um adulto, não é? Mas essas palavras, que são usadas para suprimir a outra criança, apenas confirmam
a tese negada na frase.
Para o velho, reservamos a palavra idoso para situações formais – avisos de atendimento preferencial, por exemplo –, mas
elegemos expressões como terceira idade ou melhor idade para ocultar a velhice. Aliás, li um texto escrito por um advogado
recentemente que afirmou que ser chamado de velho hoje permite até processo por reparação de dano moral. Isso quer dizer que a
palavra velho transformou-se em xingamento grave, veja só! [...]
Temos orgulho de crianças que se comportam como jovens e de velhos com “espírito jovem”. Deveríamos é ter empatia e respeito
com nossa infância e nossa velhice, isso sim. Por tudo isso, e por tudo aquilo que não coube neste texto dizer, poderíamos transformar
as duas datas em uma, apenas: o dia dos excluídos.
(Rosely Sayão, Extremidades da vida, FSP, 08/10/09)
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O Texto 2, a seguir, é referência para as questões 04 e 05.
O conceito de idoso está velho, de acordo com Ana Amélia Camarano, especialista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada) em envelhecimento populacional. “Hoje quem tem 70 anos é como quem tinha 50 anos tempos atrás. Uma pessoa de 60
anos, mesmo na classe mais baixa, não é idosa como foram nossos avós”.
Segundo a pesquisadora, mais do que estabelecer um novo corte, é necessário igualar as idades exigidas nas diversas políticas
públicas para os idosos. Ela aponta, ainda, que o Brasil está fora do caminho no que se refere à garantia de boas condições para o
envelhecimento.
(Trecho extraído da matéria “Conceito de idoso ficou velho, diz pesquisadora do Ipea”, FSP, 26/06/18)
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Considere o seguinte texto:
O Brasil, com 33.161 espécies, e a Colômbia, com 23.104, lideram um levantamento recém-publicado sobre a diversidade nas Américas de plantas vasculares, que incluem aquelas com flores e as samambaias (Science, 22 de dezembro de 2017). Coordenado por Carmen Ulloa Ulloa, do Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos, o trabalho indicou que as Américas abrigam 124.933 espécies de plantas vasculares, distribuídas em 6.227 gêneros e 355 famílias. O total corresponde a um terço das espécies desse grupo, que compreende a maioria das plantas terrestres já identificadas. Há mais plantas vasculares na América do Sul (82.052 espécies, das quais 73.552 são endêmicas) do que na América do Norte (51.241, com 42.941 exclusivas); apenas 8.300 espécies vivem nos dois continentes.
(Disponível em:<http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/02/15/todas-as-plantas-das-americas-por-enquanto/>.)
Assinale a alternativa que corresponde ao que é afirmado no texto.
O Brasil, com 33.161 espécies, e a Colômbia, com 23.104, lideram um levantamento recém-publicado sobre a diversidade nas Américas de plantas vasculares, que incluem aquelas com flores e as samambaias (Science, 22 de dezembro de 2017). Coordenado por Carmen Ulloa Ulloa, do Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos, o trabalho indicou que as Américas abrigam 124.933 espécies de plantas vasculares, distribuídas em 6.227 gêneros e 355 famílias. O total corresponde a um terço das espécies desse grupo, que compreende a maioria das plantas terrestres já identificadas. Há mais plantas vasculares na América do Sul (82.052 espécies, das quais 73.552 são endêmicas) do que na América do Norte (51.241, com 42.941 exclusivas); apenas 8.300 espécies vivem nos dois continentes.
(Disponível em:<http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/02/15/todas-as-plantas-das-americas-por-enquanto/>.)
Assinale a alternativa que corresponde ao que é afirmado no texto.
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Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém o sentido original.
Embora _______________ avanços, os números indicam que as desigualdades hoje se manifestam dentro da escola.
Embora _______________ avanços, os números indicam que as desigualdades hoje se manifestam dentro da escola.
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Considere o seguinte texto:
O ensino fundamental no Brasil hoje pode ser considerado universal, com 99,2% das crianças de 6 a 14 anos frequentando a escola, o que representa 26,5 milhões de estudantes, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (Pnad Contínua), divulgada no final de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo tempo, um levantamento da unidade brasileira da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), também produzido com base na PNAD, identificou que, em 2002, apenas 10,7% dos jovens mais pobres do país chegavam ao Ensino Médio na idade adequada, patamar que hoje subiu para 39%. Sem deixar de reconhecer a importância desses avanços, os números indicam que as desigualdades que antes se manifestavam no acesso à escola pública, agora se revelam dentro dela, com crescentes diferenças nos níveis de aprendizagem, que podem chegar ao equivalente a três anos de escolarização entre crianças da mesma idade.
(Trecho extraído da reportagem “Expansão desigual”, Revista Pesquisa, FAPESP, fev. 2018.)
Assinale a alternativa que está de acordo com as informações do texto.
O ensino fundamental no Brasil hoje pode ser considerado universal, com 99,2% das crianças de 6 a 14 anos frequentando a escola, o que representa 26,5 milhões de estudantes, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (Pnad Contínua), divulgada no final de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo tempo, um levantamento da unidade brasileira da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), também produzido com base na PNAD, identificou que, em 2002, apenas 10,7% dos jovens mais pobres do país chegavam ao Ensino Médio na idade adequada, patamar que hoje subiu para 39%. Sem deixar de reconhecer a importância desses avanços, os números indicam que as desigualdades que antes se manifestavam no acesso à escola pública, agora se revelam dentro dela, com crescentes diferenças nos níveis de aprendizagem, que podem chegar ao equivalente a três anos de escolarização entre crianças da mesma idade.
(Trecho extraído da reportagem “Expansão desigual”, Revista Pesquisa, FAPESP, fev. 2018.)
Assinale a alternativa que está de acordo com as informações do texto.
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- OrtografiaPontuaçãoAspas
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
O Texto 1, a seguir, é referência para as questões 01 a 03 e 05.
O dia 1º de outubro foi dedicado ao idoso e o próximo dia 12 é a data das crianças. A proximidade das duas comemorações não foi planejada: o Dia da Criança é comemorado há quase 50 anos e lembra uma promoção de duas empresas que fabricam mercadorias para o público infantil e que criaram, dessa maneira, uma boa circunstância para o aumento de seu lucro. Aliás, é bom dizer que o índice de vendas para esse dia só é menor que o de outras duas datas exploradas comercialmente: o Natal e o Dia das Mães.
O Dia do Idoso, por sua vez, é comemorado no dia 1º há pouco tempo, e a data foi escolhida porque lembra a criação do Estatuto do Idoso. Ainda não há exploração, tampouco efeito comercial, mas creio que não demorará para que isso ocorra.
Esse fato não planejado, entretanto, nos dá a oportunidade de pensarmos a respeito das duas fases da vida que são extremidades de um percurso. O que há em comum entre elas?
Em primeiro lugar, a negação de ambas. A infância, tanto quanto a velhice, tem perdido seu lugar neste mundo. Já nascemos jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida. É interessante perceber que adaptamos até a linguagem coloquial de modo a esconder essas condições da vida. Em relação às crianças, passamos a nos referir a elas como “baixinhos”, “pequenos” e seus correlatos, inclusive em textos jornalísticos, que usam e abusam de tais substitutos. Por certo você já ouviu a frase que afirma que a criança não é a miniatura de um adulto, não é? Mas essas palavras, que são usadas para suprimir a outra criança, apenas confirmam a tese negada na frase.
Para o velho, reservamos a palavra idoso para situações formais – avisos de atendimento preferencial, por exemplo –, mas elegemos expressões como terceira idade ou melhor idade para ocultar a velhice. Aliás, li um texto escrito por um advogado recentemente que afirmou que ser chamado de velho hoje permite até processo por reparação de dano moral. Isso quer dizer que a palavra velho transformou-se em xingamento grave, veja só! [...]
Temos orgulho de crianças que se comportam como jovens e de velhos com “espírito jovem”. Deveríamos é ter empatia e respeito com nossa infância e nossa velhice, isso sim. Por tudo isso, e por tudo aquilo que não coube neste texto dizer, poderíamos transformar as duas datas em uma, apenas: o dia dos excluídos.
(Rosely Sayão, Extremidades da vida, FSP, 08/10/09)
O Texto 2, a seguir, é referência para a questão 05.
O conceito de idoso está velho, de acordo com Ana Amélia Camarano, especialista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada) em envelhecimento populacional. “Hoje quem tem 70 anos é como quem tinha 50 anos tempos atrás. Uma pessoa de 60
anos, mesmo na classe mais baixa, não é idosa como foram nossos avós”.
Segundo a pesquisadora, mais do que estabelecer um novo corte, é necessário igualar as idades exigidas nas diversas políticas
públicas para os idosos. Ela aponta, ainda, que o Brasil está fora do caminho no que se refere à garantia de boas condições para o
envelhecimento.
(Trecho extraído da matéria “Conceito de idoso ficou velho, diz pesquisadora do Ipea”, FSP, 26/06/18)
1. O texto 1 é um texto de opinião e traz marcas verbais de 1.ª pessoa. 2. O texto 2 apresenta o tema de forma impessoal. 3. A opinião da especialista citada no texto 2 é apresentada em suas próprias palavras, motivo pelo qual está entre aspas.
Assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa em que a ortografia, a concordância e a regência verbal estão de acordo com a língua padrão escrita.
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Qual é a sequência para limpar o histórico de navegação no Microsoft Edge, no Windows 10?
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Em relação aos tipos de comunicação oficial, é correto afirmar:
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Em relação à estrutura das comunicações oficiais, considere as seguintes afirmativas:
1. Faz parte do padrão ofício, a informação do tipo e número do expediente, seguida da sigla do órgão que o expede, localizada no início do documento. 2. No memorando, o destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. 3. A identificação do signatário é parte integrante tanto do ofício quanto do aviso e do memorando. 4. No cabeçalho ou no rodapé do ofício, deve constar o nome do órgão ou setor remetente.
Assinale a alternativa correta.
1. Faz parte do padrão ofício, a informação do tipo e número do expediente, seguida da sigla do órgão que o expede, localizada no início do documento. 2. No memorando, o destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. 3. A identificação do signatário é parte integrante tanto do ofício quanto do aviso e do memorando. 4. No cabeçalho ou no rodapé do ofício, deve constar o nome do órgão ou setor remetente.
Assinale a alternativa correta.
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