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Respondida
Em um caso de alcalose respiratória, como estarão pH, pCO2, HCO3 e BE?
Respondida
A Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO) é uma terapia utilizada como suporte temporário em pacientes críticos. Como pode ser configurado o sistema?
A
ECMO-VV é utilizada em pacientes com função cardíaca preservada ou moderadamente reduzida, sendo indicada em casos de insuficiência respiratória hipoxêmica e insuficiência respiratória hipercápnica. ECMO-VA é indicada para pacientes com falência cardíaca, podendo ser necessário ou não o suporte pulmonar em conjunto.
B
ECMO-VV é utilizada em pacientes com função cardíaca comprometida, sendo indicada em casos de pacientes com falência cardíaca, podendo ser necessário ou não o suporte pulmonar em conjunto. ECMO-VA é indicada para casos de insuficiência respiratória hipoxêmica e insuficiência respiratória hipercápnica.
C
ECMO-VV é utilizada em pacientes com função cardíaca comprometida, sendo indicada em casos de insuficiência respiratória hipoxêmica e insuficiência respiratória hipercápnica. ECMO-VA é indicada para pacientes com falência cardíaca, podendo ser necessário ou não o suporte pulmonar em conjunto.
D
ECMO-VV é utilizada em pacientes com função cardíaca preservada, sendo indicada em casos de insuficiência respiratória hipoxêmica e insuficiência respiratória hipercápnica. ECMO-VA é indicada para pacientes com falência cardíaca, podendo ser necessário ou não o suporte visceral em conjunto.
E
ECMO-VV é utilizada em pacientes com função pulmonar preservada ou moderadamente reduzida, sendo indicada em casos de insuficiência respiratória hipoxêmica e insuficiência respiratória hipercápnica. ECMO-VA é indicada para pacientes com falência pulmonar, podendo ser necessário ou não o suporte cardíaco em conjunto.
Respondida
Uma má-formação congênita comum é conhecida como Tetralogia de Fallot, que é caracterizada por:
A
estenose da valva mitral, hipertrofia ventricular direita, defeito septal atrioventricular e dextroposição da aorta.
B
estenose da valva pulmonar, hipertrofia ventricular esquerda, defeito septal atrioventricular e dextroposição da aorta.
C
estenose da valva pulmonar, hipertrofia ventricular direita, defeito septal interventricular e dextroposição da aorta.
D
estenose da valva mitral, hipertrofia ventricular esquerda, defeito septal interventricular e dextroposição da aorta.
E
estenose da valva pulmonar, hipertrofia ventricular direita, defeito septal atrioventricular e dextroposição pulmonar.
Respondida
É função do perfusionista monitorar e garantir a funcionalidade de alguns equipamentos durante a circulação extracorpórea. Quais são eles?
Respondida
Paciente, 31 anos, gestante, com 22 semanas, diagnosticada com insuficiência importante da valva aórtica, necessita de interveção cirúrgica com urgência. Essa intervenção é recomendada nesse período gestacional? Quais cuidados durante a circulação extracorpórea devem ser preconizados?
A
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão hipotérmica com fluxo arterial baixo, uma PaO2 materna entre 200 – 300mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 50mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hiperglicemia e fazer o uso de diuréticos.
B
A realização da cirurgia no segundo trimestre não pode ser indicada, pois o organismo fetal não está completamente formado e a excitabilidade uterina é maior, o que aumenta a chance de um parto prematuro ou aborto. O ideal é aguardar e realizar no terceiro trimestre. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão hipotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
C
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
D
A realização da cirurgia no segundo trimestre não pode ser indicada, pois o organismo fetal não está completamente formado e a excitabilidade uterina é maior, o que aumenta a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
E
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial baixo, uma PaO2 materna entre 100 – 200mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 100mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hiperglicemia e fazer o uso de diuréticos.
Respondida
Em cirurgias com circulação extracorpórea de pacientes neonatos, pode-se observar uma alteração no equilíbrio ácido-base referente à curva de dissociação da hemoglobina devido à grande quantidade de hemoglobina fetal. Qual seria essa alteração?
Respondida
Qual é a diferença entre Ultrafiltração Convencional e Ultrafiltração Modificada?
A
A Ultrafiltração Convencional pode ser realizada durante a perfusão e/ou na reposição, pós-saída de perfusão, e filtra todo o perfusato, enquanto a Ultrafiltração Modificada só pode ser realizada após o final da perfusão e filtra o sangue do paciente.
B
A Ultrafiltração Convencional só pode ser realizada após a perfusão, durante a reposição, e filtra todo o perfusato, enquanto a Ultrafiltração Modificada pode ser realizada após o início da perfusão e filtra o sangue do paciente.
C
A Ultrafiltração Convencional pode ser realizada durante a perfusão e/ou na reposição, pós-saída de perfusão, e filtra o sangue do paciente, enquanto a Ultrafiltração Modificada só pode ser realizada após o final da perfusão e filtra o perfusato.
D
A Ultrafiltração Convencional pode ser realizada durante a perfusão e/ou na reposição, pós-saída de perfusão, e filtra todo o perfusato, enquanto a Ultrafiltração Modificada só pode ser realizada após o final da perfusão e filtra também o sangue do perfusato.
E
A Ultrafiltração Convencional pode ser realizada durante a perfusão e/ou na reposição, pós-saída de perfusão, e filtra todo o paciente, enquanto a Ultrafiltração Modificada só pode ser realizada após o ínício da perfusão e filtra o sangue do perfusato.
Respondida
Em cirugias de Dissecção de aorta do tipo A de Stanford ou Aneurismas de aorta ascendente, a canulação arterial não pode ser realizada na aorta ascendente, via mais comum, sendo necessário o acesso de outras vias para a canulação arterial. Dentre as possibilidades, é possível citar:
A
tronco braquiocefálico, artéria subclávia esquerda, artéria femoral e artéria radial.
B
tronco braquiocefálico, artéria subclávia direita, artéria femoral e artéria carótida.
C
via transventricular, artéria femoral, artéria carótida, arterial subclávia esquerda.
D
tronco braquiocefálico, artéria torácica interna, artéria femoral e artéria carótida.
E
artéria esplênica, artéria femoral, artéria carótida, artéria renal.
Respondida
As vias de infusão da cardioplegia anterógrada são:
Respondida
Se as mangueiras da Bomba D’Água da máquina de circulação extracorpórea forem conectadas invertidas, entrada na entrada e saída na saída, o que irá ocorrer?