Foram encontradas 251 questões.
Jonas é ciclista e perde 1.200 calorias quando treina 50 minutos. Se ele manter o mesmo ritmo, em 3 horas, perderá:
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- FundamentosPorcentagemTransformação de uma fração ordinária em taxa percentual
- FundamentosFrações e Números DecimaisFraçõesFração Restante
- FundamentosFrações e Números DecimaisFraçõesSoma e Subtração de frações
Vendi meu carro por R$ 26.800,00 e destinei !$ \dfrac{1}{8} !$ desse valor para comprar uma TV nova e !$ \dfrac{3}{10} !$ para pintar a casa. O restante do dinheiro apliquei na poupança. A porcentagem que representa a quantia gasta em relação ao total obtido pela venda do carro é:
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O dono de uma papelaria comprou 60 agendas telefônicas por R$ 330,00. Para obter um lucro de R$ 90,00 com a venda dessa mercadoria, ele deve vender cada agenda por:
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Uma professora, preocupada com a obesidade de seus alunos, ensinou-os a calcular o índice de massa corpórea. A fórmula utilizada para isso é I = P ÷ h2, onde I é o índice, P é a massa (em quilogramas) e h é a altura. Uma criança com índice de massa corporal 35 e 1,40 m de altura, tem uma massa de:
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Considerando o emprego, de acordo com a norma-padrão da língua, do acento indicativo de crase, é(são) correta(s) a(s) ocorrência(s):
I- Os diagnósticos, à partir de hoje, deverão ser claros.
II- Iremos à São Paulo, em busca de maiores informações.
III- Os problemas dizem respeito à suspeitas específicas.
IV- Vire à esquerda no próximo corredor.
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Considerando-se o uso, de acordo com a norma-padrão da língua, da concordância (verbal e nominal), é(são) incorreta(s) a(s) ocorrência(s):
I- Existem duas pessoas infectadas com o vírus.
II- Haviam muitos casos suspeitos do Zika.
III- Fazem dois meses desde o paciente número um.
IV- É proibido discriminar pacientes.
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Considere o texto abaixo para responder as questões de 01 a 03.
Vírus Zika: Mais de 100 cientistas pedem em carta que Olimpíada do Rio seja adiada ou transferida
Os especialistas dizem que descobertas recentes sobre o Zika tornam "antiética" a manutenção dos Jogos no Rio. Na carta, os cientistas também pedem que a OMS reveja com urgência suas recomendações sobre o Zika, um vírus relacionado a uma série de problemas no nascimento, incluindo microcefalia.
A carta ainda diz que o adiamento ou a transferência dos Jogos também "diminui outros riscos trazidos por uma turbulência história na economia, governança e na sociedade do Brasil - que não são problemas isolados, mas que fazem parte de um contexto que torna o problema do Zika impossível de resolver com a aproximação dos Jogos".
Em maio, o Comitê Olímpico Internacional disse que não vê razões para atrasar ou transferir os Jogos por causa da doença. No Brasil, a explosão da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes aegypti aconteceu há um ano - hoje mais de 60 países e territórios são afetados pela doença.
A carta afirma que o Zika está relacionado à microcefalia (crescimento do crânio abaixo da média) em recém-nascidos e que pode trazer síndromes neurológicas raras e às vezes fatais a adultos.
O documento é assinado por 125 cientistas, médicos e especialistas em ética médica de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos.
Na carta, eles citam o "fracasso" no programa de erradicação do mosquito no Brasil e o sistema de saúde "fragilizado" do país como razões para o adiamento ou transferência da Olimpíada, marcada para o próximo mês de agosto.
"Um risco desnecessário é colocado quando 500 mil turistas estrangeiros de todos os países acompanham os Jogos, potencialmente adquirem o vírus e voltam para a casa, podendo torna-lo endêmico", diz o texto. O principal risco seria que atletas contraíssem a doença e voltassem para suas casas em países pobres que ainda não foram afetados pelo surto da doença.
A OMS, que recentemente classificou o vírus como uma emergência global de saúde pública, comentou a carta. Segundo nota enviada pelo órgão, baseado nas informações atuais, "cancelar ou mudar o local da Olimpíada de 2016 não irá alterar significantemente a propagação internacional do vírus Zika".
A OMS lembra o que o Brasil é um dos mais de 60 países que continuam a reportar a transmissão contínua do vírus por mosquito, e que pessoas viajam entre essas nações por vários motivos.
A nota reforça a recomendação de que mulheres grávidas evitem viajar para esses lugares - o que inclui o Rio.
"Não há motivos de saúde pública para adiar ou cancelar os jogos. A OMS continuará a monitorar a situação e irá atualizar suas recomendações se necessário."
Na última quinta-feira, o cientista Tom Frieden, chefe da Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, disse que "não há motivos de saúde pública para o cancelamento ou atraso dos Jogos".
Ele também pressionou autoridades norte-americanas a agirem mais rapidamente para evitar que gestantes contraiam o Zika, em meio a um impasse no congresso sobre a liberação de quase 2 bilhões de dólares para financiamento de políticas de saúde.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401063. Acesso em 02/06/2016. Texto adaptado.
A alternativa em que as palavras são acentuadas pelo mesmo motivo de “epidêmico, países e vários”, respectivamente, é:
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Considere o texto abaixo para responder as questões de 01 a 03.
Vírus Zika: Mais de 100 cientistas pedem em carta que Olimpíada do Rio seja adiada ou transferida
Os especialistas dizem que descobertas recentes sobre o Zika tornam "antiética" a manutenção dos Jogos no Rio. Na carta, os cientistas também pedem que a OMS reveja com urgência suas recomendações sobre o Zika, um vírus relacionado a uma série de problemas no nascimento, incluindo microcefalia.
A carta ainda diz que o adiamento ou a transferência dos Jogos também "diminui outros riscos trazidos por uma turbulência história na economia, governança e na sociedade do Brasil - que não são problemas isolados, mas que fazem parte de um contexto que torna o problema do Zika impossível de resolver com a aproximação dos Jogos".
Em maio, o Comitê Olímpico Internacional disse que não vê razões para atrasar ou transferir os Jogos por causa da doença. No Brasil, a explosão da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes aegypti aconteceu há um ano - hoje mais de 60 países e territórios são afetados pela doença.
A carta afirma que o Zika está relacionado à microcefalia (crescimento do crânio abaixo da média) em recém-nascidos e que pode trazer síndromes neurológicas raras e às vezes fatais a adultos.
O documento é assinado por 125 cientistas, médicos e especialistas em ética médica de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos.
Na carta, eles citam o "fracasso" no programa de erradicação do mosquito no Brasil e o sistema de saúde "fragilizado" do país como razões para o adiamento ou transferência da Olimpíada, marcada para o próximo mês de agosto.
"Um risco desnecessário é colocado quando 500 mil turistas estrangeiros de todos os países acompanham os Jogos, potencialmente adquirem o vírus e voltam para a casa, podendo torna-lo endêmico", diz o texto. O principal risco seria que atletas contraíssem a doença e voltassem para suas casas em países pobres que ainda não foram afetados pelo surto da doença.
A OMS, que recentemente classificou o vírus como uma emergência global de saúde pública, comentou a carta. Segundo nota enviada pelo órgão, baseado nas informações atuais, "cancelar ou mudar o local da Olimpíada de 2016 não irá alterar significantemente a propagação internacional do vírus Zika".
A OMS lembra o que o Brasil é um dos mais de 60 países que continuam a reportar a transmissão contínua do vírus por mosquito, e que pessoas viajam entre essas nações por vários motivos.
A nota reforça a recomendação de que mulheres grávidas evitem viajar para esses lugares - o que inclui o Rio.
"Não há motivos de saúde pública para adiar ou cancelar os jogos. A OMS continuará a monitorar a situação e irá atualizar suas recomendações se necessário."
Na última quinta-feira, o cientista Tom Frieden, chefe da Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, disse que "não há motivos de saúde pública para o cancelamento ou atraso dos Jogos".
Ele também pressionou autoridades norte-americanas a agirem mais rapidamente para evitar que gestantes contraiam o Zika, em meio a um impasse no congresso sobre a liberação de quase 2 bilhões de dólares para financiamento de políticas de saúde.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401063. Acesso em 02/06/2016. Texto adaptado.
Considere o trecho abaixo.
“A carta ainda diz que o adiamento ou a transferência dos Jogos também "diminui outros riscos trazidos por uma turbulência história na economia, governança e na sociedade do Brasil - que não são problemas isolados, mas que fazem parte de um contexto que torna o problema do Zika impossível de resolver com a aproximação dos Jogos”.
Os termos “diz”, “riscos” e “resolver” poderiam ser substituídos, no contexto em que se encontram, sem perda significativa de sentido, respectivamente, por:
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Considere o texto abaixo para responder as questões de 01 a 03.
Vírus Zika: Mais de 100 cientistas pedem em carta que Olimpíada do Rio seja adiada ou transferida
Os especialistas dizem que descobertas recentes sobre o Zika tornam "antiética" a manutenção dos Jogos no Rio. Na carta, os cientistas também pedem que a OMS reveja com urgência suas recomendações sobre o Zika, um vírus relacionado a uma série de problemas no nascimento, incluindo microcefalia.
A carta ainda diz que o adiamento ou a transferência dos Jogos também "diminui outros riscos trazidos por uma turbulência história na economia, governança e na sociedade do Brasil - que não são problemas isolados, mas que fazem parte de um contexto que torna o problema do Zika impossível de resolver com a aproximação dos Jogos".
Em maio, o Comitê Olímpico Internacional disse que não vê razões para atrasar ou transferir os Jogos por causa da doença. No Brasil, a explosão da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes aegypti aconteceu há um ano - hoje mais de 60 países e territórios são afetados pela doença.
A carta afirma que o Zika está relacionado à microcefalia (crescimento do crânio abaixo da média) em recém-nascidos e que pode trazer síndromes neurológicas raras e às vezes fatais a adultos.
O documento é assinado por 125 cientistas, médicos e especialistas em ética médica de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos.
Na carta, eles citam o "fracasso" no programa de erradicação do mosquito no Brasil e o sistema de saúde "fragilizado" do país como razões para o adiamento ou transferência da Olimpíada, marcada para o próximo mês de agosto.
"Um risco desnecessário é colocado quando 500 mil turistas estrangeiros de todos os países acompanham os Jogos, potencialmente adquirem o vírus e voltam para a casa, podendo torna-lo endêmico", diz o texto. O principal risco seria que atletas contraíssem a doença e voltassem para suas casas em países pobres que ainda não foram afetados pelo surto da doença.
A OMS, que recentemente classificou o vírus como uma emergência global de saúde pública, comentou a carta. Segundo nota enviada pelo órgão, baseado nas informações atuais, "cancelar ou mudar o local da Olimpíada de 2016 não irá alterar significantemente a propagação internacional do vírus Zika".
A OMS lembra o que o Brasil é um dos mais de 60 países que continuam a reportar a transmissão contínua do vírus por mosquito, e que pessoas viajam entre essas nações por vários motivos.
A nota reforça a recomendação de que mulheres grávidas evitem viajar para esses lugares - o que inclui o Rio.
"Não há motivos de saúde pública para adiar ou cancelar os jogos. A OMS continuará a monitorar a situação e irá atualizar suas recomendações se necessário."
Na última quinta-feira, o cientista Tom Frieden, chefe da Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, disse que "não há motivos de saúde pública para o cancelamento ou atraso dos Jogos".
Ele também pressionou autoridades norte-americanas a agirem mais rapidamente para evitar que gestantes contraiam o Zika, em meio a um impasse no congresso sobre a liberação de quase 2 bilhões de dólares para financiamento de políticas de saúde.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401063. Acesso em 02/06/2016. Texto adaptado.
De acordo com o texto, julgue (V) para verdadeiro ou (F) para falso e em seguida assinale a alternativa correta.
( ) Os especialistas dizem que descobertas recentes sobre o Zika tornam "antiética" a manutenção dos Jogos no Rio.
( ) Todos os cientistas consultados afirmam não haver qualquer risco relacionado ao Zika nos Jogos do Rio de Janeiro, que serão realizados em agosto deste ano.
( ) Em maio, o Comitê Olímpico Internacional disse que não vê razões para atrasar ou transferir os Jogos por causa da doença.
( ) No Brasil, a explosão da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes aegypti ainda não aconteceu, embora existam mais de 60 países e territórios afetados pela doença.
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Sobre reconstrução óssea, analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta.
l - A principal vantagem do enxerto autólogo sobre os demais é sua capacidade osteogênica, osteocondutora e osteoindutora.
II- Há suficiente conjunto de evidências na literatura sobre o uso de células tronco para tratamento em pacientes ortopédicos.
III- Existem vários estudos com alto nível de evidência que demonstram que substitutos ósseos atualmente existentes, têm os mesmos resultados clínicos que os enxertos autólogos.
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