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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Depreende-se do último parágrafo do texto que a música substitui eficazmente analgésicos, ansiolíticos e antidepressivos.
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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
De acordo com o texto, pesquisadores alemães descobriram que a música desencadeia efeitos psicológicos positivos nas pessoas que se exercitam ao som de determinadas trilhas sonoras, pois reduz a sensação de cansaço.
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Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Infere-se do quinto parágrafo do texto que as pessoas que não ouvem música são estressadas e frequentemente experimentam sensação de mal-estar.
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Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
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Do segundo parágrafo do texto entende-se que a “trilha sonora certa” é aquela composta de “músicas que estimulam a concentração de quem as escuta”.
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Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
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Entende-se do terceiro parágrafo do texto que existe uma parte do cérebro associada à memória.
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Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1-I e às ideias nele expressas, julgue o item que se segue.
O objetivo do texto é informar o público leitor a respeito de estudos científicos que indicam que a música pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.
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Em 1978, recebi o título de doutor honoris causa da
Sorbonne. Dei, então, um testemunho pessoal, aproveitando a
oportunidade única de autoapreciação que a velha Universidade
me abria. Sendo quem sou, jamais a perderia.
“Senhoras e senhores:
Obrigado. Muito obrigado pelo honroso título que me
conferem. Eu me pergunto se o mereci. Talvez sim, não,
certamente, por qualquer feito, ou qualidade minha. Sim, como
consolidação de meus muitos fracassos.
Fracassei como antropólogo no propósito mais generoso
que me propus: salvar os índios do Brasil. Sim, simplesmente
salvá-los. Isto foi o que quis. Isto é o que tento há trinta anos.
Sem êxito.
Fracassei também na minha principal meta como Ministro
da Educação: a de pôr em marcha um programa educacional que
permitisse escolarizar todas as crianças brasileiras. Elas não
foram escolarizadas. Menos da metade das nossas crianças
completam quatro séries de estudos primários.
Fracassei, por igual, nos dois objetivos maiores que me
propus como político e como homem do governo: o de realizar a
reforma agrária e de pôr sob o controle do Estado o capital
estrangeiro de caráter mais aventureiro e voraz.
Outro fracasso meu, nosso, que me dói especialmente
rememorar neste augusto recinto da Sorbonne foi o de reitor da
Universidade de Brasília. Tentamos lá, com o melhor da
intelectualidade brasileira, e tentamos em vão, dar à nova capital
do Brasil a universidade necessária ao desenvolvimento nacional
autônomo. Ousamos ali — e esta foi a maior façanha da minha
geração — repensar radicalmente a universidade, como
instituição central da civilização, com o objetivo de refazê-la
desde as bases. Refazê-la para que, em vez de ser
universidade-fruto, reflexo do desenvolvimento social e cultural
prévio da sociedade que mantém, fosse uma
universidade-semente, destinada a cumprir a função inversa, de
promover o desenvolvimento.
Nosso propósito era plantar na cidade-capital a sede da
consciência crítica brasileira que para lá convocasse todo o saber
humano e todo élan revolucionário, para a única missão que
realmente importa ao intelectual dos povos que fracassaram na
história: a de expressar suas potencialidades por uma civilização
própria.
O que pedíamos à Universidade de Brasília é que se
organizasse para atuar como um acelerador da história, que nos
ajudasse a superar o círculo vicioso do subdesenvolvimento,
o qual, quanto mais progride, mais gera dependência e
subdesenvolvimento.
Desses fracassos da minha vida inteira, que são os únicos
orgulhos que eu tenho dela, eu me sinto compensado pelo título
que a Universidade de Paris VII me confere aqui, agora.
Compensado e estimulado a retomar minha luta contra o
genocídio e o etnocídio das populações indígenas; e contra todos
que querem manter o povo brasileiro atado ao atraso e à
dependência.
Obrigado. Muito obrigado.”
Darcy Ribeiro. Testemunho. São Paulo: Editora Siciliano, 1990 (com adaptações).
No sétimo parágrafo, a forma pronominal ‘esta’, no terceiro período, retoma a ideia expressa no período imediatamente anterior.
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Em 1978, recebi o título de doutor honoris causa da
Sorbonne. Dei, então, um testemunho pessoal, aproveitando a
oportunidade única de autoapreciação que a velha Universidade
me abria. Sendo quem sou, jamais a perderia.
“Senhoras e senhores:
Obrigado. Muito obrigado pelo honroso título que me
conferem. Eu me pergunto se o mereci. Talvez sim, não,
certamente, por qualquer feito, ou qualidade minha. Sim, como
consolidação de meus muitos fracassos.
Fracassei como antropólogo no propósito mais generoso
que me propus: salvar os índios do Brasil. Sim, simplesmente
salvá-los. Isto foi o que quis. Isto é o que tento há trinta anos.
Sem êxito.
Fracassei também na minha principal meta como Ministro
da Educação: a de pôr em marcha um programa educacional que
permitisse escolarizar todas as crianças brasileiras. Elas não
foram escolarizadas. Menos da metade das nossas crianças
completam quatro séries de estudos primários.
Fracassei, por igual, nos dois objetivos maiores que me
propus como político e como homem do governo: o de realizar a
reforma agrária e de pôr sob o controle do Estado o capital
estrangeiro de caráter mais aventureiro e voraz.
Outro fracasso meu, nosso, que me dói especialmente
rememorar neste augusto recinto da Sorbonne foi o de reitor da
Universidade de Brasília. Tentamos lá, com o melhor da
intelectualidade brasileira, e tentamos em vão, dar à nova capital
do Brasil a universidade necessária ao desenvolvimento nacional
autônomo. Ousamos ali — e esta foi a maior façanha da minha
geração — repensar radicalmente a universidade, como
instituição central da civilização, com o objetivo de refazê-la
desde as bases. Refazê-la para que, em vez de ser
universidade-fruto, reflexo do desenvolvimento social e cultural
prévio da sociedade que mantém, fosse uma
universidade-semente, destinada a cumprir a função inversa, de
promover o desenvolvimento.
Nosso propósito era plantar na cidade-capital a sede da
consciência crítica brasileira que para lá convocasse todo o saber
humano e todo élan revolucionário, para a única missão que
realmente importa ao intelectual dos povos que fracassaram na
história: a de expressar suas potencialidades por uma civilização
própria.
O que pedíamos à Universidade de Brasília é que se
organizasse para atuar como um acelerador da história, que nos
ajudasse a superar o círculo vicioso do subdesenvolvimento,
o qual, quanto mais progride, mais gera dependência e
subdesenvolvimento.
Desses fracassos da minha vida inteira, que são os únicos
orgulhos que eu tenho dela, eu me sinto compensado pelo título
que a Universidade de Paris VII me confere aqui, agora.
Compensado e estimulado a retomar minha luta contra o
genocídio e o etnocídio das populações indígenas; e contra todos
que querem manter o povo brasileiro atado ao atraso e à
dependência.
Obrigado. Muito obrigado.”
Darcy Ribeiro. Testemunho. São Paulo: Editora Siciliano, 1990 (com adaptações).
A respeito das ideias, dos aspectos linguísticos e da classificação tipológica do texto anterior, julgue o item seguinte.
O termo ‘lá’ (segundo período do sétimo parágrafo) refere-se a Brasília, a nova capital do Brasil.
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Em 1978, recebi o título de doutor honoris causa da
Sorbonne. Dei, então, um testemunho pessoal, aproveitando a
oportunidade única de autoapreciação que a velha Universidade
me abria. Sendo quem sou, jamais a perderia.
“Senhoras e senhores:
Obrigado. Muito obrigado pelo honroso título que me
conferem. Eu me pergunto se o mereci. Talvez sim, não,
certamente, por qualquer feito, ou qualidade minha. Sim, como
consolidação de meus muitos fracassos.
Fracassei como antropólogo no propósito mais generoso
que me propus: salvar os índios do Brasil. Sim, simplesmente
salvá-los. Isto foi o que quis. Isto é o que tento há trinta anos.
Sem êxito.
Fracassei também na minha principal meta como Ministro
da Educação: a de pôr em marcha um programa educacional que
permitisse escolarizar todas as crianças brasileiras. Elas não
foram escolarizadas. Menos da metade das nossas crianças
completam quatro séries de estudos primários.
Fracassei, por igual, nos dois objetivos maiores que me
propus como político e como homem do governo: o de realizar a
reforma agrária e de pôr sob o controle do Estado o capital
estrangeiro de caráter mais aventureiro e voraz.
Outro fracasso meu, nosso, que me dói especialmente
rememorar neste augusto recinto da Sorbonne foi o de reitor da
Universidade de Brasília. Tentamos lá, com o melhor da
intelectualidade brasileira, e tentamos em vão, dar à nova capital
do Brasil a universidade necessária ao desenvolvimento nacional
autônomo. Ousamos ali — e esta foi a maior façanha da minha
geração — repensar radicalmente a universidade, como
instituição central da civilização, com o objetivo de refazê-la
desde as bases. Refazê-la para que, em vez de ser
universidade-fruto, reflexo do desenvolvimento social e cultural
prévio da sociedade que mantém, fosse uma
universidade-semente, destinada a cumprir a função inversa, de
promover o desenvolvimento.
Nosso propósito era plantar na cidade-capital a sede da
consciência crítica brasileira que para lá convocasse todo o saber
humano e todo élan revolucionário, para a única missão que
realmente importa ao intelectual dos povos que fracassaram na
história: a de expressar suas potencialidades por uma civilização
própria.
O que pedíamos à Universidade de Brasília é que se
organizasse para atuar como um acelerador da história, que nos
ajudasse a superar o círculo vicioso do subdesenvolvimento,
o qual, quanto mais progride, mais gera dependência e
subdesenvolvimento.
Desses fracassos da minha vida inteira, que são os únicos
orgulhos que eu tenho dela, eu me sinto compensado pelo título
que a Universidade de Paris VII me confere aqui, agora.
Compensado e estimulado a retomar minha luta contra o
genocídio e o etnocídio das populações indígenas; e contra todos
que querem manter o povo brasileiro atado ao atraso e à
dependência.
Obrigado. Muito obrigado.”
Darcy Ribeiro. Testemunho. São Paulo: Editora Siciliano, 1990 (com adaptações).
O emprego do acento diferencial no vocábulo ‘pôr’, no quinto e no sexto parágrafos, é obrigatório.
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Em 1978, recebi o título de doutor honoris causa da
Sorbonne. Dei, então, um testemunho pessoal, aproveitando a
oportunidade única de autoapreciação que a velha Universidade
me abria. Sendo quem sou, jamais a perderia.
“Senhoras e senhores:
Obrigado. Muito obrigado pelo honroso título que me
conferem. Eu me pergunto se o mereci. Talvez sim, não,
certamente, por qualquer feito, ou qualidade minha. Sim, como
consolidação de meus muitos fracassos.
Fracassei como antropólogo no propósito mais generoso
que me propus: salvar os índios do Brasil. Sim, simplesmente
salvá-los. Isto foi o que quis. Isto é o que tento há trinta anos.
Sem êxito.
Fracassei também na minha principal meta como Ministro
da Educação: a de pôr em marcha um programa educacional que
permitisse escolarizar todas as crianças brasileiras. Elas não
foram escolarizadas. Menos da metade das nossas crianças
completam quatro séries de estudos primários.
Fracassei, por igual, nos dois objetivos maiores que me
propus como político e como homem do governo: o de realizar a
reforma agrária e de pôr sob o controle do Estado o capital
estrangeiro de caráter mais aventureiro e voraz.
Outro fracasso meu, nosso, que me dói especialmente
rememorar neste augusto recinto da Sorbonne foi o de reitor da
Universidade de Brasília. Tentamos lá, com o melhor da
intelectualidade brasileira, e tentamos em vão, dar à nova capital
do Brasil a universidade necessária ao desenvolvimento nacional
autônomo. Ousamos ali — e esta foi a maior façanha da minha
geração — repensar radicalmente a universidade, como
instituição central da civilização, com o objetivo de refazê-la
desde as bases. Refazê-la para que, em vez de ser
universidade-fruto, reflexo do desenvolvimento social e cultural
prévio da sociedade que mantém, fosse uma
universidade-semente, destinada a cumprir a função inversa, de
promover o desenvolvimento.
Nosso propósito era plantar na cidade-capital a sede da
consciência crítica brasileira que para lá convocasse todo o saber
humano e todo élan revolucionário, para a única missão que
realmente importa ao intelectual dos povos que fracassaram na
história: a de expressar suas potencialidades por uma civilização
própria.
O que pedíamos à Universidade de Brasília é que se
organizasse para atuar como um acelerador da história, que nos
ajudasse a superar o círculo vicioso do subdesenvolvimento,
o qual, quanto mais progride, mais gera dependência e
subdesenvolvimento.
Desses fracassos da minha vida inteira, que são os únicos
orgulhos que eu tenho dela, eu me sinto compensado pelo título
que a Universidade de Paris VII me confere aqui, agora.
Compensado e estimulado a retomar minha luta contra o
genocídio e o etnocídio das populações indígenas; e contra todos
que querem manter o povo brasileiro atado ao atraso e à
dependência.
Obrigado. Muito obrigado.”
Darcy Ribeiro. Testemunho. São Paulo: Editora Siciliano, 1990 (com adaptações).
Seriam mantidos o sentido e a correção gramatical do texto se, no trecho ‘e contra todos que querem manter o povo brasileiro atado ao atraso e à dependência’ (penúltimo parágrafo), as formas ‘ao’ e ‘à’ fossem substituídas por a, da seguinte forma: e contra todos que querem manter o povo brasileiro atado a atraso e dependência.
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