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Foram encontradas 256 questões.

1099884 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Dona Anna pediu ao balconista que lhe vendesse três pacotes de meio quilo de determinada carne. Ao pagar a conta com uma nota de R$ 20,00, o balconista disse que ela iria ficar devendo R$ 8,20. Conclui-se que o preço do quilograma dessa carne é
 

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1099883 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
Ao ser elaborado o projeto político-pedagógico de um curso técnico, ficou estabelecido que um terço das disciplinas fossem básicas, um quarto das restantes fossem técnicas, e as demais 18, que completam o conjunto das disciplinas, fossem de especialização ou de formação da cidadania. É correto afirmar que o total de disciplinas desse curso é
 

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1099882 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
Ao se construir um projeto de trabalho para o acompanhamento e orientação das atividades diárias dos adolescentes da Fundação CASA, definiu-se que seriam realizadas reuniões de avaliação e de realinhamento lideradas por dois agentes educacionais. Um agente faria essas reuniões a cada 42 dias, e o outro, a cada 30 dias. Se a reunião inicial foi realizada pelos dois agentes num mesmo dia, essa coincidência da data de reunião ocorrerá a cada
 

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1099881 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Um artista plástico gasta 250 mL de tinta que custa R$ 120,00 o litro, para pintar uma tela de medidas 30 x 40 cm. Uma loja encomendou 10 telas de medidas 60 x 80 cm a esse artista. Somente em tinta, para fazer essas 10 telas, ele gastou um total de
 

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1099880 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Leia os textos para responder à questão.

Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e curiosidade, a cadela Clara, da raça fila, com três anos e 73 kg, entrou ontem tranquilamente pela recepção e passou por corredores de um dos mais importantes hospitais do país, o Albert Einstein, em São Paulo. Ela foi visitar o dono, que está em tratamento contra um câncer na bexiga.

Após três anos de testes e preparo de equipes, o hospital liberou, sob rígido protocolo, que bichos de estimação, às vezes considerados membros da família, visitem pessoas internadas – mesmo em unidades semi-intensivas. Gatos e passarinhos também são aceitos.

enunciado 1099880-1

Com relação às visitas dos animais aos pacientes internados, o hospital

 

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1099879 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Leia o texto para responder a questão.


enunciado 1099879-1
Diálogo e tolerância são essenciais para lidar com vizinhos barulhentos
Katia Abreu. Do UOL, em São Paulo.
A não ser que você more num sítio, com um vasto quintal envolvendo seu terreno, o contato com
vizinhos é inevitável. Na cidade, seja vivendo em uma casa ou em um apartamento, a presença do outro é constante e os ruídos produzidos por ele, muitas vezes, são um problema.
“É preciso pensar que o inferno que causo para o meu vizinho hoje pode ser causado a mim amanhã” , diz o advogado Michel Rosenthal Wagner. “Mais do que o bom senso, temos que ter cuidado. Precisamos nos preocupar com o barulho que estamos produzindo, seja com uma construção ou com o liquidificador”, afirma.
Seja o barulho de um animal de estimação ou de uma festa, os especialistas recomendam que sempre se busque o diálogo para tentar resolver a situação. Por mais estressante que sejam as circunstâncias, é preciso ter calma e respirar fundo antes de perder a cabeça e comprar uma briga com alguém com quem você será obrigado a conviver por um bom tempo.
Em situações como festas e obras, a simples preocupação de informar seus vizinhos previamente e pedir desculpas pelo incômodo pode prevenir um conflito. Se o morador ao lado teve essa preocupação com o seu bem-estar, cabe a você tentar exercer a tolerância com os ruídos. “ s vezes o barulho incomoda, mas você tolera porque a pessoa se preocupou em avisar, em gerar uma relação mais harmoniosa”, diz Lúcia.
(http://mulher.uol.com.br/comportamento/notícias/redacao/2013/05/vizinhos-barulh...Acessado em 27.05.2013)


Na frase: “ s vezes o barulho incomoda, mas você tolera porque a pessoa se preocupou em avisar, em gerar uma relação mais harmoniosa”,…(final do texto) –, a palavra mas pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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1099878 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
Brasileiro bonzinho?

Tempos atrás, num programa cômico de televisão, uma jovem americana radicada no Brasil, a cada comentário sobre violência ou malandragem neste país, pronunciava com muita graça: “Brasileiro bonzinho!”. E a gente se divertia. Hoje nos sentiríamos insultados, pois não somos bonzinhos nem sequer civilizados. O crime se tornou banal, a vida vale quase nada. Ser assaltado é quase natural - não só em bairros ditos perigosos ou nas grandes cidades, mas também no interior se perdeu a velha noção de bucolismo e segurança.

Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois ou quatro seguranças fortemente armados, com colete à prova de bala, que o acompanham olhando para os lados - atentos como em séries criminais americanas. Quem, nessas condições, ainda se arrisca a esta coisa tão normal e divertida, comer fora?

Pessoas inocentes são chacinadas: vemos protestos, manifestações e choro, mas nada compensará o desespero das famílias ou pessoas destroçadas, cujo número não para de crescer. Morar em casa é considerado loucura, a não ser em alguns condomínios, e mesmo nesses o crime controla o porteiro, entra, rouba, maltrata, mata. Recomenda-se que moremos em edifícios: “mais seguros”, seria a ideia. Mas mesmo nos edifícios, nem pensar, a não ser com boa portaria, com porteiros preparados e instruídos para proteger dentro do possível nossos lares agora precários.

Somos uma geração assustada, confinada, gradeada - parece sonho que há não tanto tempo fosse natural morar em casa, a casa não ter cerca, a meninada brincar na calçada; e não morávamos em ilhas longínquas de continentes remotos, mas aqui mesmo, em bairros de cidades normais. Éramos gente “normal”. Continua valendo a inacreditável lei de responsabilidade criminal só depois dos 18 anos. Jovens monstros, assassinos frios, sem remorso, drogados ou simplesmente psicopatas saem para matar e depois vão beber no bar, jogar na lan house, curtir o Facebook, com cara de bons meninos. Estamos em incrível atraso em relação a países civilizados. No Canadá, Holanda e outros, a idade limite é de 12 anos. No Brasil, assassinos de 17 anos, 11 meses e 29 dias são considerados incapazes... Estamos indefesos e apavorados.

(Lya Luft. Revista Veja, 24 de abril de 2013. Adaptado)
A autora afirma que o comentário feito – “Brasileiro bonzinho!” – tempos atrás, por uma jovem americana que residia no Brasil, seria, hoje, considerado um insulto porque
 

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Leia o texto para responder à questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).

Releia o seguinte trecho do 3.º parágrafo do texto:

Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.

Sem que haja alteração de sentido, e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, ao se substituir o termo em destaque, o trecho estará corretamente reescrito em:
 

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1099876 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Leia a tirinha e o anúncio.

enunciado 1099876-1

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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1099875 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Fund. CASA
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Leia o texto para responder a questão.


enunciado 1099875-1
Diálogo e tolerância são essenciais para lidar com vizinhos barulhentos
Katia Abreu. Do UOL, em São Paulo.
A não ser que você more num sítio, com um vasto quintal envolvendo seu terreno, o contato com
vizinhos é inevitável. Na cidade, seja vivendo em uma casa ou em um apartamento, a presença do outro é constante e os ruídos produzidos por ele, muitas vezes, são um problema.
“É preciso pensar que o inferno que causo para o meu vizinho hoje pode ser causado a mim amanhã” , diz o advogado Michel Rosenthal Wagner. “Mais do que o bom senso, temos que ter cuidado. Precisamos nos preocupar com o barulho que estamos produzindo, seja com uma construção ou com o liquidificador”, afirma.
Seja o barulho de um animal de estimação ou de uma festa, os especialistas recomendam que sempre se busque o diálogo para tentar resolver a situação. Por mais estressante que sejam as circunstâncias, é preciso ter calma e respirar fundo antes de perder a cabeça e comprar uma briga com alguém com quem você será obrigado a conviver por um bom tempo.
Em situações como festas e obras, a simples preocupação de informar seus vizinhos previamente e pedir desculpas pelo incômodo pode prevenir um conflito. Se o morador ao lado teve essa preocupação com o seu bem-estar, cabe a você tentar exercer a tolerância com os ruídos. “ s vezes o barulho incomoda, mas você tolera porque a pessoa se preocupou em avisar, em gerar uma relação mais harmoniosa”, diz Lúcia.
(http://mulher.uol.com.br/comportamento/notícias/redacao/2013/05/vizinhos-barulh...Acessado em 27.05.2013)


Quanto ao sentido, a frase do 2º parágrafo – “É preciso pensar que o inferno que causo para o meu vizinho hoje pode ser causado a mim amanhã.” – aproxima-se de um destes dizeres:
 

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