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- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Previdência complementar pode ser definida como o
patrimônio que garantirá uma vida digna a partir do
momento em que a pessoa deixar de ter renda do trabalho.
Não é uma reserva para eventual desemprego. Esse
patrimônio deverá proporcionar renda suficiente para a
manutenção do padrão de vida da família, complementando
a aposentadoria.
Em princípio, todo trabalhador precisa de previdência
complementar. Se a pessoa está iniciando a vida
profissional com salário inferior a R$ 3.916,20, faz-se
necessário não se acomodar, afinal é importante que ela
tenha planos de ganhar muito mais que isso. Para quem tem
renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência
complementar é indispensável.
O trabalhador pode investir em bens e ativos
financeiros a longo prazo, a fim de utilizá-los apenas
quando se aposentar. Ele também deve pensar no ajuste de
valores durante a fase de acumulação, levando em conta a
capacidade de poupança, os fundos compulsórios de
previdência e a renda mensal desejada, bem como a
crescente taxa de expectativa de vida.
A recomendação básica para qualquer investimento é
definir um objetivo. Os investimentos com o objetivo de
previdência podem incluir bens imóveis (próprio e para
renda) e ativos financeiros.
Os investimentos para previdência complementar têm
duas fases. A primeira é a de acumulação, em que o
trabalhador “engorda” o patrimônio (poupa e investe). A
segunda é a de renda, em que os gastos são superiores aos
rendimentos e o trabalhador passa a “consumir” o próprio
patrimônio mensalmente.
Um aspecto relevante na formação do patrimônio de
previdência é a expectativa de vida. Atualmente uma pessoa
com 65 anos de idade tem expectativa de viver até os
anos, mas essa expectativa está subindo ano a ano.
Logo, investimentos que proporcionem renda vitalícia,
como imóveis para renda ou plano de previdência, devem
compor o portfólio de previdência.
ARES, Benigno. Previdência complementar – você precisa. Dr. Previdência, Portal Terra, jan. 2012. Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
Assinale a alternativa correta quanto à reescritura, sem modificação do sentido original, do trecho “Para quem tem renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência complementar é indispensável.” (linhas de 12 a 14).
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
O que é previdência complementar
A previdência complementar é um benefício
opcional, que proporciona ao trabalhador um seguro
previdenciário adicional, conforme sua necessidade e
vontade. É uma aposentadoria contratada para garantir uma
renda extra ao trabalhador ou a seu beneficiário. Os valores
dos benefícios são aplicados pela entidade gestora, com
base de cálculos atuariais
Além da aposentadoria, o participante normalmente
tem à sua disposição proteção contra riscos de morte,
acidentes, doenças, invalidez etc. No Brasil, existem dois
tipos de previdência complementar: a previdência aberta e a
previdência fechada
Ambas funcionam de maneira simples: durante o
período em que o cidadão estiver trabalhando, ele paga todo
mês uma quantia de acordo com a sua disponibilidade. O
saldo acumulado poderá ser resgatado integralmente ou
recebido mensalmente, como uma pensão ou aposentadoria
tradicional.
http://www.previdencia.gov.br/a-previdenciacomplementar/o-que-previdencia-complementar/. Acesso em: 13/12/2013, com adaptações
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Quais os tipos de benefícios e rendas existentes no mercado?
Ao contratar um Plano de Previdência, deve-se pensar
que ele tem duas fases: a da capitalização, quando se
acumulam recursos, e a do benefício, quando se pode receber
aquilo que foi acumulado em forma de renda. Portanto,
torna-se importante saber e entender os tipos de renda
disponíveis no mercado, pois, no momento da contratação, o
administrador do produto oferecerá o que a pessoa pode
contratar e que fará parte da proposta original que oficializará
o respectivo plano.
É possível, dependendo do administrador, contratar
benefícios de renda e de risco. Os principais benefícios de
renda são: renda vitalícia; renda temporária; renda vitalícia
reversível ao beneficiário; e, renda vitalícia com prazo
mínimo garantido.
Há, ainda, benefícios de risco ou benefícios
acessórios, que podem ser contratados conforme a
necessidade e a preocupação quanto ao futuro. São eles:
pecúlio por morte, que consiste em pagamento à vista de
valor monetário aos(s) beneficiário(s) determinado(s) no
contrato em caso de falecimento do participante; pensão a
filhos menores; pensão por prazo certo; renda por invalidez
com prazo mínimo garantido; e, pensão a cônjuge ou
companheira(o).
Encontram-se hoje, no mercado, produtos que aliam
os benefícios de renda e os benefícios de risco. O objetivo é
proteger os dependentes de algum acidente que lhes possa
ocorrer durante o período em que a pessoa ainda está
acumulando reservas.
Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica-beneficios.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
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Previdência complementar pode ser definida como o
patrimônio que garantirá uma vida digna a partir do
momento em que a pessoa deixar de ter renda do trabalho.
Não é uma reserva para eventual desemprego. Esse
patrimônio deverá proporcionar renda suficiente para a
manutenção do padrão de vida da família, complementando
a aposentadoria.
Em princípio, todo trabalhador precisa de previdência
complementar. Se a pessoa está iniciando a vida
profissional com salário inferior a R$ 3.916,20, faz-se
necessário não se acomodar, afinal é importante que ela
tenha planos de ganhar muito mais que isso. Para quem tem
renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência
complementar é indispensável.
O trabalhador pode investir em bens e ativos
financeiros a longo prazo, a fim de utilizá-los apenas
quando se aposentar. Ele também deve pensar no ajuste de
valores durante a fase de acumulação, levando em conta a
capacidade de poupança, os fundos compulsórios de
previdência e a renda mensal desejada, bem como a
crescente taxa de expectativa de vida.
A recomendação básica para qualquer investimento é
definir um objetivo. Os investimentos com o objetivo de
previdência podem incluir bens imóveis (próprio e para
renda) e ativos financeiros.
Os investimentos para previdência complementar têm
duas fases. A primeira é a de acumulação, em que o
trabalhador “engorda” o patrimônio (poupa e investe). A
segunda é a de renda, em que os gastos são superiores aos
rendimentos e o trabalhador passa a “consumir” o próprio
patrimônio mensalmente.
Um aspecto relevante na formação do patrimônio de
previdência é a expectativa de vida. Atualmente uma pessoa
com 65 anos de idade tem expectativa de viver até os
anos, mas essa expectativa está subindo ano a ano.
Logo, investimentos que proporcionem renda vitalícia,
como imóveis para renda ou plano de previdência, devem
compor o portfólio de previdência.
ARES, Benigno. Previdência complementar – você precisa. Dr. Previdência, Portal Terra, jan. 2012. Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
Na linha 35 a conjunção adversativa “mas” foi empregada no texto para indicar
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O que é previdência complementar
A previdência complementar é um benefício
opcional, que proporciona ao trabalhador um seguro
previdenciário adicional, conforme sua necessidade e
vontade. É uma aposentadoria contratada para garantir uma
renda extra ao trabalhador ou a seu beneficiário. Os valores
dos benefícios são aplicados pela entidade gestora, com
base de cálculos atuariais
Além da aposentadoria, o participante normalmente
tem à sua disposição proteção contra riscos de morte,
acidentes, doenças, invalidez etc. No Brasil, existem dois
tipos de previdência complementar: a previdência aberta e a
previdência fechada
Ambas funcionam de maneira simples: durante o
período em que o cidadão estiver trabalhando, ele paga todo
mês uma quantia de acordo com a sua disponibilidade. O
saldo acumulado poderá ser resgatado integralmente ou
recebido mensalmente, como uma pensão ou aposentadoria
tradicional.
http://www.previdencia.gov.br/a-previdenciacomplementar/o-que-previdencia-complementar/. Acesso em: 13/12/2013, com adaptações
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Previdência complementar pode ser definida como o
patrimônio que garantirá uma vida digna a partir do
momento em que a pessoa deixar de ter renda do trabalho.
Não é uma reserva para eventual desemprego. Esse
patrimônio deverá proporcionar renda suficiente para a
manutenção do padrão de vida da família, complementando
a aposentadoria.
Em princípio, todo trabalhador precisa de previdência
complementar. Se a pessoa está iniciando a vida
profissional com salário inferior a R$ 3.916,20, faz-se
necessário não se acomodar, afinal é importante que ela
tenha planos de ganhar muito mais que isso. Para quem tem
renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência
complementar é indispensável.
O trabalhador pode investir em bens e ativos
financeiros a longo prazo, a fim de utilizá-los apenas
quando se aposentar. Ele também deve pensar no ajuste de
valores durante a fase de acumulação, levando em conta a
capacidade de poupança, os fundos compulsórios de
previdência e a renda mensal desejada, bem como a
crescente taxa de expectativa de vida.
A recomendação básica para qualquer investimento é
definir um objetivo. Os investimentos com o objetivo de
previdência podem incluir bens imóveis (próprio e para
renda) e ativos financeiros.
Os investimentos para previdência complementar têm
duas fases. A primeira é a de acumulação, em que o
trabalhador “engorda” o patrimônio (poupa e investe). A
segunda é a de renda, em que os gastos são superiores aos
rendimentos e o trabalhador passa a “consumir” o próprio
patrimônio mensalmente.
Um aspecto relevante na formação do patrimônio de
previdência é a expectativa de vida. Atualmente uma pessoa
com 65 anos de idade tem expectativa de viver até os
anos, mas essa expectativa está subindo ano a ano.
Logo, investimentos que proporcionem renda vitalícia,
como imóveis para renda ou plano de previdência, devem
compor o portfólio de previdência.
ARES, Benigno. Previdência complementar – você precisa. Dr. Previdência, Portal Terra, jan. 2012. Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações
No que se refere às ideias do texto, assinale a alternativa correta.
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Previdência complementar pode ser definida como o
patrimônio que garantirá uma vida digna a partir do
momento em que a pessoa deixar de ter renda do trabalho.
Não é uma reserva para eventual desemprego. Esse
patrimônio deverá proporcionar renda suficiente para a
manutenção do padrão de vida da família, complementando
a aposentadoria.
Em princípio, todo trabalhador precisa de previdência
complementar. Se a pessoa está iniciando a vida
profissional com salário inferior a R$ 3.916,20, faz-se
necessário não se acomodar, afinal é importante que ela
tenha planos de ganhar muito mais que isso. Para quem tem
renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência
complementar é indispensável.
O trabalhador pode investir em bens e ativos
financeiros a longo prazo, a fim de utilizá-los apenas
quando se aposentar. Ele também deve pensar no ajuste de
valores durante a fase de acumulação, levando em conta a
capacidade de poupança, os fundos compulsórios de
previdência e a renda mensal desejada, bem como a
crescente taxa de expectativa de vida.
A recomendação básica para qualquer investimento é
definir um objetivo. Os investimentos com o objetivo de
previdência podem incluir bens imóveis (próprio e para
renda) e ativos financeiros.
Os investimentos para previdência complementar têm
duas fases. A primeira é a de acumulação, em que o
trabalhador “engorda” o patrimônio (poupa e investe). A
segunda é a de renda, em que os gastos são superiores aos
rendimentos e o trabalhador passa a “consumir” o próprio
patrimônio mensalmente.
Um aspecto relevante na formação do patrimônio de
previdência é a expectativa de vida. Atualmente uma pessoa
com 65 anos de idade tem expectativa de viver até os
anos, mas essa expectativa está subindo ano a ano.
Logo, investimentos que proporcionem renda vitalícia,
como imóveis para renda ou plano de previdência, devem
compor o portfólio de previdência.
ARES, Benigno. Previdência complementar – você precisa. Dr. Previdência, Portal Terra, jan. 2012. Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
É correto afirmar que a locução conjuntiva “a fim de” (linha 16) expressa
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Quais os tipos de benefícios e rendas existentes no mercado?
Ao contratar um Plano de Previdência, deve-se pensar
que ele tem duas fases: a da capitalização, quando se
acumulam recursos, e a do benefício, quando se pode receber
aquilo que foi acumulado em forma de renda. Portanto,
torna-se importante saber e entender os tipos de renda
disponíveis no mercado, pois, no momento da contratação, o
administrador do produto oferecerá o que a pessoa pode
contratar e que fará parte da proposta original que oficializará
o respectivo plano.
É possível, dependendo do administrador, contratar
benefícios de renda e de risco. Os principais benefícios de
renda são: renda vitalícia; renda temporária; renda vitalícia
reversível ao beneficiário; e, renda vitalícia com prazo
mínimo garantido.
Há, ainda, benefícios de risco ou benefícios
acessórios, que podem ser contratados conforme a
necessidade e a preocupação quanto ao futuro. São eles:
pecúlio por morte, que consiste em pagamento à vista de
valor monetário aos(s) beneficiário(s) determinado(s) no
contrato em caso de falecimento do participante; pensão a
filhos menores; pensão por prazo certo; renda por invalidez
com prazo mínimo garantido; e, pensão a cônjuge ou
companheira(o).
Encontram-se hoje, no mercado, produtos que aliam
os benefícios de renda e os benefícios de risco. O objetivo é
proteger os dependentes de algum acidente que lhes possa
ocorrer durante o período em que a pessoa ainda está
acumulando reservas.
Disponível em: http://drprevidencia.terra.com.br/area_pessoaFisica-beneficios.php. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoDivisão Silábica
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos

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Aposentado de 84 anos compõe poema para homenagear o município
Aos 84 anos de idade, José Koch Filho compôs um
poema em português e alemão para homenagear Ivoti. As
belezas do município, que viu crescer e se desenvolver,
serviram de inspiração para o ex-produtor. Quando jovem,
era sócio de um curtume e, devido a lapsos de memória, com
35 anos foi desenganado.
Em busca de uma vida melhor e mais saudável,
começou a trabalhar na roça, o que preservou a saúde. A
memória que um dia foi desenganada é a mesma que hoje
guarda os poemas compostos. É na tranquilidade da própria
casa que compõe os poemas. Quando possível, sai para
passear entre as árvores e flores que cercam a residência. Sem
poder realizar muitas atividades pesadas, devido a alguns
problemas de saúde, José tenta preencher os dias. Ler e
estudar são as tarefas preferidas para passar o tempo.
Além de falar português e alemão e arriscar um pouco
de espanhol, o aposentado estuda italiano pela internet. “Ligo
o computador, coloco os fones e acesso o tradutor, o que eu
quero saber ele traduz e assim eu vou aprendendo”, explica o
poeta. Os inúmeros livros guardados, resultado das
faculdades que filhos e netos cursaram, servem como fonte
de conhecimento de outras áreas.
Disponível em: http://novo.odiario.net/noticias/Aposentado+de+84+anos+compoe+poema+para+homenagear+o+municipio++--04_12_2013. Acesso em: 14/12/2013, com adaptações.
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