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Vítima de colisão auto x objeto fixo, hemodinamicamente estável, foi submetido, após duas horas do trauma, à laparotomia exploradora por apresentar dor abdominal e pneumoperitônio na tomografia computadorizada de abdome. No inventário da cavidade peritoneal foi identificada laceração de 70% da circunferência do cólon ascendente, próximo ao ângulo hepático, pouca contaminação local, pequena quantidade de sangue próximo ao cólon ascendente e na pelve e sem outras lesões aparentes.
O procedimento mais indicado neste caso é
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Na colite isquêmica, alguns segmentos do cólon estão mais vulneráveis à diminuição do fluxo sanguíneo devido à sua anatomia vascular.
Com relação a estes segmentos de possibilidades de isquemia, analise as afirmativas à seguir.
I. A junção retossigmoideana (Ponto de Griffith) é vascularizada geralmente pelas artérias sigmoídeas terminais e não pela artéria marginal.
II. A flexura esplênica do cólon (Ponto de Sudeck) apresenta vascularização através da artéria marginal de Drummond, onde há a comunicação de vasos oriundos da artéria mesentérica superior e inferior.
III. A lesão isquêmica do cólon apresenta pelo menos duas formas distintas: a colite isquêmica tradicional que é transitória e reversível na maioria das vezes; e outras variantes de colite isquêmica, causadas por obstruções arteriais, doenças tromboembólicas, oclusões venosas e hipotensão grave (isquemia mesentérica não-obstrutiva).
Está correto o que se afirma em
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Paciente de 42 anos deu entrada na emergência com queixas de distensão abdominal, dor difusa e parada de eliminação de flatos e fezes há três dias. Após alguns exames laboratoriais e radiológicos, foi indicada a realização de colonoscopia. O colonoscópio progrediu até o cólon sigmoide onde foi evidenciado aspecto da mucosa em “cata-vento”.
Este quadro clínico e este achado endoscópico são sugestivos de
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Em relação à doença diverticular, analise as afirmativas a seguir.
I. O divertículo de reto é raro, geralmente único e inclui todas as camadas da parede retal.
II. Pacientes imunodeprimidos com diverticulite aguda devem ser submetidos à laparotomia, ressecção e colostomia, não sendo indicada anastomose primária.
III. Abscessos como complicação da diverticulite aguda menores que 4cm geralmente resolvem com antibioticoterapia venosa, sem a necessidade de outros procedimentos.
Está correto o que se afirma em
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Paciente de 26 anos atendido na emergência com quadro clínico de apendicite aguda foi submetido à apendicectomia, sem intercorrências durante a cirurgia. O laudo histopatológico da peça enviada para análise demonstrou apendicite aguda e tumor carcinoide de 2,3 cm no meio do apêndice cecal. Não foram identificadas outras lesões locais, metastáticas ou comprometimento linfonodal.
Neste caso, a próxima conduta será
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Paciente submetido à retossigmoidectomia e colostomia terminal devido à adenocarcinoma de cólon sigmoide distal obstrutivo. Durante o inventário da cavidade não foi identificado aumento de linfonodos, porém uma lesão de 3cm no segmento hepático IV, sugestivo de implante metastático e carcinomatose peritoneal, com lesões nodulares de até 5mm de tamanho, disseminadas em toda a cavidade peritoneal e ascite em pequena quantidade.
De acordo com a classificação de Gilly, este paciente seria considerado como estádio
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Paciente portador de adenocarcinoma do reto inferior foi submetido à abordagem “Watch and Wait”. Após 12 semanas, apresentou, ao exame de ressonância magnética mínima, fibrose no leito da lesão, comparado ao exame realizado antes do tratamento. Neste caso, o grau de regressão tumoral pela ressonância magnética (mrTRG) é
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Na síndrome de polipose hiperplásica (SPH), podemos afirmar que, exceto:
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Nos parentes de primeiro grau de pacientes com Polipose Adenomatosa Familial (PAF), a partir de que idade deve-se iniciar o rastreio para esta doença e com que idade pode-se mudar o rastreio para o igual ao da população normal quando não são encontrados pólipos, respectivamente.
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Paciente de 42 anos e sem comorbidades, foi diagnosticado há 5 anos atrás com lesões condilomatosas na região perianal. Desde então vem sendo acompanhado no ambulatório de coloproctologia, onde as lesões foram tratadas com ácido tricloroacético com sucesso.
Na última consulta fez anoscopia de alta resolução e identificou uma lesão pequena no canal anal com displasia de alto grau, sem outras complicações.
Considerando que o paciente encontra-se imunocompetente, o tratamento mais indicado e eficiente é a(o)
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