Foram encontradas 20 questões.
Dentre os métodos para contenção em diversas espécies
domesticadas e silvestres, analise as afirmações a
seguir:
I.Para contenção de serpentes, deve-se segurar as serpentes com as mãos. Mesmo quando mortas, suas presas continuam sendo um risco de envenenamento. II.Em equinos, tapar os olhos com um pano permite um manuseio tranquilo. III.A focinheira é um método de contenção em cães.
É correto o que se afirma em:
I.Para contenção de serpentes, deve-se segurar as serpentes com as mãos. Mesmo quando mortas, suas presas continuam sendo um risco de envenenamento. II.Em equinos, tapar os olhos com um pano permite um manuseio tranquilo. III.A focinheira é um método de contenção em cães.
É correto o que se afirma em:
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As uniões fibrosas (juncturae fibrosae) subdividem-se em
três categorias: sindesmoses, suturas e gonfoses. Um
bom exemplo de suturas é:
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São ossos do membro torácico em cães e gatos:
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Dentre os métodos de contenção, os mecânicos talvez
sejam os mais importantes, pois com eles é realizado o
dia a dia daqueles que lidam com animais, como: ercas,
seringas de vacinação, bretes, coleiras, cambões e
outros artifícios que limitam os movimentos dos animais
e permite o seu manuseio. Os métodos de contenção
exigem conhecimento prévio, pois aplicá-los de forma
inadequada nos animais pode:
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Sobre o esqueleto da mão dos cães, pode-se afirmar
que:
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Todo manejo de animais necessita de conhecimento,
controle e monitoramento. Manejo de fauna em cativeiro
é a intervenção humana de forma sistemática, visando
manter e recuperar populações silvestres em cativeiro
para diminuir a pressão de retirada de espécies da
natureza. Pode-se resumir os objetivos do manejo em
três diferentes alvos:
I.Aumento de uma população em declínio e/ou que esteja ameaçada de extinção.
II.Exploração de uma população para a obtenção de uma produção sustentável.
III.Aumento da densidade de uma população-problema cujo tamanho encontra-se acima do desejável.
Está correto o que se afirma em:
I.Aumento de uma população em declínio e/ou que esteja ameaçada de extinção.
II.Exploração de uma população para a obtenção de uma produção sustentável.
III.Aumento da densidade de uma população-problema cujo tamanho encontra-se acima do desejável.
Está correto o que se afirma em:
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Descoberta de novos genes ajuda pacientes que
resistem à quimioterapia
Na Inglaterra, pesquisadores da Queen Mary University
of London (QMUL) anunciaram uma descoberta que
pode melhorar o tratamento de câncer de muitos
pacientes que resistem ao tratamento padrão com
quimioterapia, condição conhecida como
quimiorresistência.
Após análises, a equipe descobriu dois genes, o NEK2 e
o INHBA, que conferem este tipo de resistência aos
medicamentos oncológicos em pessoas com câncer de
cabeça e pescoço. Os detalhes foram compartilhados em
estudo publicado na revista científica Molecular Cancer.
Além de identificar os dois genes ligados a essa
resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos
afirmam que, se um dos genes for silenciado, o corpo do
paciente passa a responder ao tratamento, atingindo
adequadamente as células cancerígenas. Por fim, a
terceira boa notícia relacionada ao estudo é que
potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já
foram rastreadas.
Como a descoberta pode melhorar o tratamento do
câncer?
Como já adiantamos, os pesquisadores britânicos
descobriram os dois genes e também formas de como
silenciá-los, viabilizando o tratamento adequado do
câncer com a quimioterapia.
Para a segunda parte da pesquisa, os autores
analisaram uma biblioteca de químicos e moléculas já
conhecidas, comumente usada para descoberta de
medicamentos. A partir dessa investigação, foram
identificados dois agentes promissores contra a
quimiorresistência:
- Sirodesmin A, uma toxina encontrada originalmente em
fungos;
- Carfilzomib, produzido por bactérias.
Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os
genes resistentes, a estimativa é que as células
cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos
medicamentos quimioterápicos, como a cisplatina. Esse
remédio já é adotado rotineiramente no tratamento, e foi
aprovado por inúmeras agências reguladoras no mundo.
"Infelizmente, muitas pessoas não respondem à
quimioterapia ou à radiação. Mas o nosso estudo
mostrou que, pelo menos no câncer de cabeça e
pescoço, são esses dois genes específicos que podem
estar por detrás disso", afirma Muy-Teck Teh, autor
sênior do estudo e pesquisador da QMUL, em nota.
"Esses resultados são um passo promissor para que os
pacientes com câncer no futuro recebam tratamento
personalizado com base em seus genes e tipo de tumor,
proporcionando uma melhor taxa de sobrevivência e melhores resultados de tratamento", acrescenta Teh.
Retirado e adaptado de: FORATO, Fidel. Descoberta de novos genes
ajuda pacientes que resistem à quimioterapia. Terra. Disponível em: tes
squueereistemm-a-qummioterapiaee2dfee74d8841156714c077972588
a1dc3553887zhe8.hhmml
-a-quimioterapia,e2dcfe74d841156714c0797258a1dc353l87zhe8.html
Acesso em: 06 set., 2023
Descoberta de novos genes ajuda pacientes que resistem à quimioterapia
Assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática da palavra em destaque:
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- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Descoberta de novos genes ajuda pacientes que
resistem à quimioterapia
Na Inglaterra, pesquisadores da Queen Mary University
of London (QMUL) anunciaram uma descoberta que
pode melhorar o tratamento de câncer de muitos
pacientes que resistem ao tratamento padrão com
quimioterapia, condição conhecida como
quimiorresistência.
Após análises, a equipe descobriu dois genes, o NEK2 e
o INHBA, que conferem este tipo de resistência aos
medicamentos oncológicos em pessoas com câncer de
cabeça e pescoço. Os detalhes foram compartilhados em
estudo publicado na revista científica Molecular Cancer.
Além de identificar os dois genes ligados a essa
resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos
afirmam que, se um dos genes for silenciado, o corpo do
paciente passa a responder ao tratamento, atingindo
adequadamente as células cancerígenas. Por fim, a
terceira boa notícia relacionada ao estudo é que
potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já
foram rastreadas.
Como a descoberta pode melhorar o tratamento do
câncer?
Como já adiantamos, os pesquisadores britânicos
descobriram os dois genes e também formas de como
silenciá-los, viabilizando o tratamento adequado do
câncer com a quimioterapia.
Para a segunda parte da pesquisa, os autores
analisaram uma biblioteca de químicos e moléculas já
conhecidas, comumente usada para descoberta de
medicamentos. A partir dessa investigação, foram
identificados dois agentes promissores contra a
quimiorresistência:
- Sirodesmin A, uma toxina encontrada originalmente em
fungos;
- Carfilzomib, produzido por bactérias.
Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os
genes resistentes, a estimativa é que as células
cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos
medicamentos quimioterápicos, como a cisplatina. Esse
remédio já é adotado rotineiramente no tratamento, e foi
aprovado por inúmeras agências reguladoras no mundo.
"Infelizmente, muitas pessoas não respondem à
quimioterapia ou à radiação. Mas o nosso estudo
mostrou que, pelo menos no câncer de cabeça e
pescoço, são esses dois genes específicos que podem
estar por detrás disso", afirma Muy-Teck Teh, autor
sênior do estudo e pesquisador da QMUL, em nota.
"Esses resultados são um passo promissor para que os
pacientes com câncer no futuro recebam tratamento
personalizado com base em seus genes e tipo de tumor,
proporcionando uma melhor taxa de sobrevivência e melhores resultados de tratamento", acrescenta Teh.
Retirado e adaptado de: FORATO, Fidel. Descoberta de novos genes
ajuda pacientes que resistem à quimioterapia. Terra. Disponível em: tes
squueereistemm-a-qummioterapiaee2dfee74d8841156714c077972588
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Acesso em: 06 set., 2023
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Descoberta de novos genes ajuda pacientes que
resistem à quimioterapia
Na Inglaterra, pesquisadores da Queen Mary University
of London (QMUL) anunciaram uma descoberta que
pode melhorar o tratamento de câncer de muitos
pacientes que resistem ao tratamento padrão com
quimioterapia, condição conhecida como
quimiorresistência.
Após análises, a equipe descobriu dois genes, o NEK2 e
o INHBA, que conferem este tipo de resistência aos
medicamentos oncológicos em pessoas com câncer de
cabeça e pescoço. Os detalhes foram compartilhados em
estudo publicado na revista científica Molecular Cancer.
Além de identificar os dois genes ligados a essa
resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos
afirmam que, se um dos genes for silenciado, o corpo do
paciente passa a responder ao tratamento, atingindo
adequadamente as células cancerígenas. Por fim, a
terceira boa notícia relacionada ao estudo é que
potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já
foram rastreadas.
Como a descoberta pode melhorar o tratamento do
câncer?
Como já adiantamos, os pesquisadores britânicos
descobriram os dois genes e também formas de como
silenciá-los, viabilizando o tratamento adequado do
câncer com a quimioterapia.
Para a segunda parte da pesquisa, os autores
analisaram uma biblioteca de químicos e moléculas já
conhecidas, comumente usada para descoberta de
medicamentos. A partir dessa investigação, foram
identificados dois agentes promissores contra a
quimiorresistência:
- Sirodesmin A, uma toxina encontrada originalmente em
fungos;
- Carfilzomib, produzido por bactérias.
Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os
genes resistentes, a estimativa é que as células
cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos
medicamentos quimioterápicos, como a cisplatina. Esse
remédio já é adotado rotineiramente no tratamento, e foi
aprovado por inúmeras agências reguladoras no mundo.
"Infelizmente, muitas pessoas não respondem à
quimioterapia ou à radiação. Mas o nosso estudo
mostrou que, pelo menos no câncer de cabeça e
pescoço, são esses dois genes específicos que podem
estar por detrás disso", afirma Muy-Teck Teh, autor
sênior do estudo e pesquisador da QMUL, em nota.
"Esses resultados são um passo promissor para que os
pacientes com câncer no futuro recebam tratamento
personalizado com base em seus genes e tipo de tumor,
proporcionando uma melhor taxa de sobrevivência e melhores resultados de tratamento", acrescenta Teh.
Retirado e adaptado de: FORATO, Fidel. Descoberta de novos genes
ajuda pacientes que resistem à quimioterapia. Terra. Disponível em: tes
squueereistemm-a-qummioterapiaee2dfee74d8841156714c077972588
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Acesso em: 06 set., 2023
Primeira coluna: efeitos de sentido
1.Finalidade 2.Condição 3.Conclusão 4.Adição
Segunda coluna: emprego no texto
( )Por fim, a terceira boa notícia relacionada ao estudo é que potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já foram rastreadas...
( )Esses resultados são um passo promissor para que os pacientes com câncer no futuro recebam tratamento personalizado com base em seus genes e tipo de tumor...
( )Além de identificar os dois genes ligados a essa resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos afirmam...
( )Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os genes resistentes, a estimativa é que as células cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos medicamentos quimioterápicos
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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Questão presente nas seguintes provas
Descoberta de novos genes ajuda pacientes que
resistem à quimioterapia
Na Inglaterra, pesquisadores da Queen Mary University
of London (QMUL) anunciaram uma descoberta que
pode melhorar o tratamento de câncer de muitos
pacientes que resistem ao tratamento padrão com
quimioterapia, condição conhecida como
quimiorresistência.
Após análises, a equipe descobriu dois genes, o NEK2 e
o INHBA, que conferem este tipo de resistência aos
medicamentos oncológicos em pessoas com câncer de
cabeça e pescoço. Os detalhes foram compartilhados em
estudo publicado na revista científica Molecular Cancer.
Além de identificar os dois genes ligados a essa
resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos
afirmam que, se um dos genes for silenciado, o corpo do
paciente passa a responder ao tratamento, atingindo
adequadamente as células cancerígenas. Por fim, a
terceira boa notícia relacionada ao estudo é que
potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já
foram rastreadas.
Como a descoberta pode melhorar o tratamento do
câncer?
Como já adiantamos, os pesquisadores britânicos
descobriram os dois genes e também formas de como
silenciá-los, viabilizando o tratamento adequado do
câncer com a quimioterapia.
Para a segunda parte da pesquisa, os autores
analisaram uma biblioteca de químicos e moléculas já
conhecidas, comumente usada para descoberta de
medicamentos. A partir dessa investigação, foram
identificados dois agentes promissores contra a
quimiorresistência:
- Sirodesmin A, uma toxina encontrada originalmente em
fungos;
- Carfilzomib, produzido por bactérias.
Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os
genes resistentes, a estimativa é que as células
cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos
medicamentos quimioterápicos, como a cisplatina. Esse
remédio já é adotado rotineiramente no tratamento, e foi
aprovado por inúmeras agências reguladoras no mundo.
"Infelizmente, muitas pessoas não respondem à
quimioterapia ou à radiação. Mas o nosso estudo
mostrou que, pelo menos no câncer de cabeça e
pescoço, são esses dois genes específicos que podem
estar por detrás disso", afirma Muy-Teck Teh, autor
sênior do estudo e pesquisador da QMUL, em nota.
"Esses resultados são um passo promissor para que os
pacientes com câncer no futuro recebam tratamento
personalizado com base em seus genes e tipo de tumor,
proporcionando uma melhor taxa de sobrevivência e melhores resultados de tratamento", acrescenta Teh.
Retirado e adaptado de: FORATO, Fidel. Descoberta de novos genes
ajuda pacientes que resistem à quimioterapia. Terra. Disponível em: tes
squueereistemm-a-qummioterapiaee2dfee74d8841156714c077972588
a1dc3553887zhe8.hhmml
-a-quimioterapia,e2dcfe74d841156714c0797258a1dc353l87zhe8.html
Acesso em: 06 set., 2023
I.Agora que os genes relacionados à quimiorresistência foram mapeados, o próximo passo é descobrir como silenciar esses genes.
II.As descobertas indicadas no texto, embora muito importantes, ainda só foram confirmadas para os casos de câncer de cabeça e pescoço.
III.A descoberta apresentada no texto inclui a identificação de substâncias que podem colaborar com o tratamento de câncer, diminuindo a quimiorresistência.
É correto o que se afirma em:
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