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Foram encontradas 20 questões.

2818245 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

Qual destas sentenças está gramaticalmente correta para expressar futuro?

 

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2818244 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

Considere as afirmativas relacionadas ao assunto comparativo e superlativo. Assinale V para as corretas e F para as erradas:

(__)The more you have, the more you want.

(__)The more relaxed the child is, the less the vaccine will hurt

(__)I want to by a bigger TV. The bigger, the best.

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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2818243 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

No inglês formal, podemos colocar um advérbio negativo ou "restritivo" no início de uma frase para torná-la mais enfática ou dramática. Quando fazemos isso, o que muda na frase?

 

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2818242 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

As expressões a seguir apresentam outras formas de expressar futuro. Analise as afirmativas e responda:

I-be about to: Some apps are about to disappear from the market.

II-be on the brink/verge/point of: Our country's economy is on the brink of collapse.

III-be due to: Greece is due to repay around £6 billion to its creditors next semester.

IV-be to: Prince William is to visit Paris for the first time since his mother died.

É correto o que se afirma em:

 

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2818241 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

Analise as afirmações a seguir em relação às expressões com "wish" e responda:

I-Usamos o wish + past simple para falar de algo que queríamos que fosse diferente no futuro.

II-Usamos o wish + past perfect para falar de algo que aconteceu no passado e que gostaríamos que mudasse, como um arrependimento.

III-Usamos o wish + pessoa/coisa would + infinitivo quando falamos em uma situação que nos chateia e gostaríamos que a situação mudasse ou parasse.

É correto o que se afirma em:

 

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2818240 Ano: 2023
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FURB
Orgão: FURB

Quais perguntas referem-se às estratégias de escrita ensinadas pelo professor utilizando o texto a seguir?

Last night, I was walking (walk) home when I saw (see) a car running very fast towards a red light. I looked (look) at the driver and I could see that he was talking (talk) on his phone. He didn't stop (not stop) at the traffic light, and another car crashed (crash) into him and killed (kill) him. When the police arrived they asked me what had happened (happen) and I told (tell) them that the driver hadn't seen (not see) the traffic light because he was on his phone.

I-Which of the following is the main event of this story?

II-Where were you walking to?

III-Which of the following events happened before the main event of the story?

IV-Which of the following events happened after the main event of the story?

V.-What did you say when the police arrive?

É correto o que se afirma em:

 

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2818235 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A inteligência artificial chega à saúde

Tão presente em tarefas cotidianas, como na indicação da melhor rota de trânsito, na escolha do pacote de viagem mais barato e em serviços de atendimento ao cliente, a inteligência artificial (IA) começa a chegar à área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a classifica como uma grande promessa para melhorar a prestação de serviços de saúde em todo o mundo. Para a organização, ela pode ser utilizada - e em alguns países ricos já é - para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças, auxiliar no atendimento clínico e fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos. Também pode apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas de saúde.

Inteligência artificial pode ser entendida como a capacidade de dispositivos eletrônicos reproduzirem a forma humana de perceber situações variáveis, fazer escolhas e solucionar problemas. O software é a parte lógica do dispositivo, o "cérebro". Ele é composto por diversas sequências de instruções que orientam seu funcionamento, os algoritmos. Inicialmente, os algoritmos seguiam apenas programações prévias, mas hoje são treinados para reconhecer padrões sozinhos com base nos dados com os quais trabalham. É o chamado aprendizado de máquina.

A ideia é que o algoritmo possa acessar e assimilar uma grande quantidade de dados, encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos. Especialistas destacam que essa área exige profissionais bem-preparados e lembram que os sistemas de IA não estão sendo desenvolvidos para substituir os médicos. "O propósito é usar a grande capacidade de analisar informações da IA como aliada do médico na tomada de decisão", diz o economista e professor de inteligência artificial em saúde Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), criado em 2017 na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP.

O grande investidor em pesquisa em IA na saúde no mundo é a multinacional de tecnologia Alphabet, do grupo Google. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e as universidades Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, e as de Oxford e Cambridge, no Reino Unido, também se destacam. No Brasil, USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão entre as que mais se dedicam a esse campo de pesquisa.

De acordo com o relatório "Artificial intelligence index report 2022", da Universidade Stanford, foram investidos pelo setor privado em todo o mundo US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com IA para medicina e saúde em 2021, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Nos últimos cinco anos, os recursos somaram US$ 28,9 bilhões, o que posicionou o segmento como o maior receptor de investimentos privados em IA, superando atividades tradicionais no uso de tecnologias da informação, como o setor financeiro e o varejo. A visão computacional, segmentando imagens de órgãos, lesões ou tumores, foi uma das aplicações que despertaram mais interesse na comunidade médica.

Um dos desenvolvimentos de IA com maior repercussão é o software AlphaFold, criado pela empresa DeepMind, pertencente ao Google. O programa, eleito pela revista científica Science como a descoberta do ano de 2021, usa técnicas de deep learning (aprendizado profundo) em modelos de ensaios moleculares para resolver o problema chamado de "dobramento de proteínas". Proteínas consistem em cadeias de aminoácidos que se dobram espontaneamente e formam estruturas tridimensionais (3D) - sua forma 3D tem relação direta com a função biológica que desempenha. Por esse motivo, entender como se formam as estruturas das proteínas pode encaminhar soluções que vão desde o entendimento da base celular da vida à descoberta de drogas e cura de doenças. No caso do AlphaFold, os pesquisadores só precisam informar a sequência de aminoácidos que define determinada proteína e o programa apresentará sua estrutura dobrada. Mais de meio milhão de pesquisadores já acessaram o programa para criar soluções que vão do enfrentamento à poluição dos plásticos ao entendimento sobre o que leva à resistência aos antibióticos.

Retirado e adaptado de: ZAPAROLLI, Domingos. A inteligência artificial chega à saúde. Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-inteligencia-artificial-chega-a-saude/ acesso em: 9 jan., 2022.

Assinale a alternativa que apresenta correção no que diz respeito às relações de concordância:

 

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2818234 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A inteligência artificial chega à saúde

Tão presente em tarefas cotidianas, como na indicação da melhor rota de trânsito, na escolha do pacote de viagem mais barato e em serviços de atendimento ao cliente, a inteligência artificial (IA) começa a chegar à área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a classifica como uma grande promessa para melhorar a prestação de serviços de saúde em todo o mundo. Para a organização, ela pode ser utilizada - e em alguns países ricos já é - para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças, auxiliar no atendimento clínico e fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos. Também pode apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas de saúde.

Inteligência artificial pode ser entendida como a capacidade de dispositivos eletrônicos reproduzirem a forma humana de perceber situações variáveis, fazer escolhas e solucionar problemas. O software é a parte lógica do dispositivo, o "cérebro". Ele é composto por diversas sequências de instruções que orientam seu funcionamento, os algoritmos. Inicialmente, os algoritmos seguiam apenas programações prévias, mas hoje são treinados para reconhecer padrões sozinhos com base nos dados com os quais trabalham. É o chamado aprendizado de máquina.

A ideia é que o algoritmo possa acessar e assimilar uma grande quantidade de dados, encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos. Especialistas destacam que essa área exige profissionais bem-preparados e lembram que os sistemas de IA não estão sendo desenvolvidos para substituir os médicos. "O propósito é usar a grande capacidade de analisar informações da IA como aliada do médico na tomada de decisão", diz o economista e professor de inteligência artificial em saúde Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), criado em 2017 na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP.

O grande investidor em pesquisa em IA na saúde no mundo é a multinacional de tecnologia Alphabet, do grupo Google. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e as universidades Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, e as de Oxford e Cambridge, no Reino Unido, também se destacam. No Brasil, USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão entre as que mais se dedicam a esse campo de pesquisa.

De acordo com o relatório "Artificial intelligence index report 2022", da Universidade Stanford, foram investidos pelo setor privado em todo o mundo US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com IA para medicina e saúde em 2021, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Nos últimos cinco anos, os recursos somaram US$ 28,9 bilhões, o que posicionou o segmento como o maior receptor de investimentos privados em IA, superando atividades tradicionais no uso de tecnologias da informação, como o setor financeiro e o varejo. A visão computacional, segmentando imagens de órgãos, lesões ou tumores, foi uma das aplicações que despertaram mais interesse na comunidade médica.

Um dos desenvolvimentos de IA com maior repercussão é o software AlphaFold, criado pela empresa DeepMind, pertencente ao Google. O programa, eleito pela revista científica Science como a descoberta do ano de 2021, usa técnicas de deep learning (aprendizado profundo) em modelos de ensaios moleculares para resolver o problema chamado de "dobramento de proteínas". Proteínas consistem em cadeias de aminoácidos que se dobram espontaneamente e formam estruturas tridimensionais (3D) - sua forma 3D tem relação direta com a função biológica que desempenha. Por esse motivo, entender como se formam as estruturas das proteínas pode encaminhar soluções que vão desde o entendimento da base celular da vida à descoberta de drogas e cura de doenças. No caso do AlphaFold, os pesquisadores só precisam informar a sequência de aminoácidos que define determinada proteína e o programa apresentará sua estrutura dobrada. Mais de meio milhão de pesquisadores já acessaram o programa para criar soluções que vão do enfrentamento à poluição dos plásticos ao entendimento sobre o que leva à resistência aos antibióticos.

Retirado e adaptado de: ZAPAROLLI, Domingos. A inteligência artificial chega à saúde. Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-inteligencia-artificial-chega-a-saude/ acesso em: 9 jan., 2022.

Leia atentamente o trecho a seguir, retirado do texto "A inteligência artificial chega à saúde":

"A ideia é que o algoritmo (1) possa acessar e assimilar uma grande quantidade de dados (2), encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos".

Considerando-se que as palavras tem múltiplos sentidos e a compreensão adequada dos sentidos e significados das palavras empregadas em textos é fundamental para a compreensão da leitura, assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o significado das palavras (1) e (2) em destaque no trecho apresentado:

 

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2818233 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A inteligência artificial chega à saúde

Tão presente em tarefas cotidianas, como na indicação da melhor rota de trânsito, na escolha do pacote de viagem mais barato e em serviços de atendimento ao cliente, a inteligência artificial (IA) começa a chegar à área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a classifica como uma grande promessa para melhorar a prestação de serviços de saúde em todo o mundo. Para a organização, ela pode ser utilizada - e em alguns países ricos já é - para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças, auxiliar no atendimento clínico e fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos. Também pode apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas de saúde.

Inteligência artificial pode ser entendida como a capacidade de dispositivos eletrônicos reproduzirem a forma humana de perceber situações variáveis, fazer escolhas e solucionar problemas. O software é a parte lógica do dispositivo, o "cérebro". Ele é composto por diversas sequências de instruções que orientam seu funcionamento, os algoritmos. Inicialmente, os algoritmos seguiam apenas programações prévias, mas hoje são treinados para reconhecer padrões sozinhos com base nos dados com os quais trabalham. É o chamado aprendizado de máquina.

A ideia é que o algoritmo possa acessar e assimilar uma grande quantidade de dados, encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos. Especialistas destacam que essa área exige profissionais bem-preparados e lembram que os sistemas de IA não estão sendo desenvolvidos para substituir os médicos. "O propósito é usar a grande capacidade de analisar informações da IA como aliada do médico na tomada de decisão", diz o economista e professor de inteligência artificial em saúde Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), criado em 2017 na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP.

O grande investidor em pesquisa em IA na saúde no mundo é a multinacional de tecnologia Alphabet, do grupo Google. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e as universidades Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, e as de Oxford e Cambridge, no Reino Unido, também se destacam. No Brasil, USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão entre as que mais se dedicam a esse campo de pesquisa.

De acordo com o relatório "Artificial intelligence index report 2022", da Universidade Stanford, foram investidos pelo setor privado em todo o mundo US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com IA para medicina e saúde em 2021, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Nos últimos cinco anos, os recursos somaram US$ 28,9 bilhões, o que posicionou o segmento como o maior receptor de investimentos privados em IA, superando atividades tradicionais no uso de tecnologias da informação, como o setor financeiro e o varejo. A visão computacional, segmentando imagens de órgãos, lesões ou tumores, foi uma das aplicações que despertaram mais interesse na comunidade médica.

Um dos desenvolvimentos de IA com maior repercussão é o software AlphaFold, criado pela empresa DeepMind, pertencente ao Google. O programa, eleito pela revista científica Science como a descoberta do ano de 2021, usa técnicas de deep learning (aprendizado profundo) em modelos de ensaios moleculares para resolver o problema chamado de "dobramento de proteínas". Proteínas consistem em cadeias de aminoácidos que se dobram espontaneamente e formam estruturas tridimensionais (3D) - sua forma 3D tem relação direta com a função biológica que desempenha. Por esse motivo, entender como se formam as estruturas das proteínas pode encaminhar soluções que vão desde o entendimento da base celular da vida à descoberta de drogas e cura de doenças. No caso do AlphaFold, os pesquisadores só precisam informar a sequência de aminoácidos que define determinada proteína e o programa apresentará sua estrutura dobrada. Mais de meio milhão de pesquisadores já acessaram o programa para criar soluções que vão do enfrentamento à poluição dos plásticos ao entendimento sobre o que leva à resistência aos antibióticos.

Retirado e adaptado de: ZAPAROLLI, Domingos. A inteligência artificial chega à saúde. Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-inteligencia-artificial-chega-a-saude/ acesso em: 9 jan., 2022.

Analise as afirmações a seguir a respeito das relações coesivas presentes no texto "A inteligência artificial chega à saúde". Assinale V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No trecho "Tão presente em tarefas cotidianas, como na indicação da melhor rota de trânsito, na escolha do pacote de viagem mais barato e em serviços de atendimento ao cliente, a inteligência artificial (IA) começa a chegar à área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a classifica como uma grande promessa para melhorar a prestação de serviços de saúde em todo o mundo", o termo "a" se refere à "área da saúde".

(__)No excerto "O software é a parte lógica do dispositivo, o 'cérebro'. Ele é composto por diversas sequências de instruções que orientam seu funcionamento, os algoritmos", o termo "ele" está retomando "software".

(__)No trecho "Um dos desenvolvimentos de IA com maior repercussão é o software AlphaFold, criado pela empresa DeepMind, pertencente ao Google. O programa, eleito pela revista científica Science como a descoberta do ano de 2021, usa técnicas de deep learning", o termo "programa" está retomando "Google".

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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2818232 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A inteligência artificial chega à saúde

Tão presente em tarefas cotidianas, como na indicação da melhor rota de trânsito, na escolha do pacote de viagem mais barato e em serviços de atendimento ao cliente, a inteligência artificial (IA) começa a chegar à área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a classifica como uma grande promessa para melhorar a prestação de serviços de saúde em todo o mundo. Para a organização, ela pode ser utilizada - e em alguns países ricos já é - para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças, auxiliar no atendimento clínico e fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos. Também pode apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas de saúde.

Inteligência artificial pode ser entendida como a capacidade de dispositivos eletrônicos reproduzirem a forma humana de perceber situações variáveis, fazer escolhas e solucionar problemas. O software é a parte lógica do dispositivo, o "cérebro". Ele é composto por diversas sequências de instruções que orientam seu funcionamento, os algoritmos. Inicialmente, os algoritmos seguiam apenas programações prévias, mas hoje são treinados para reconhecer padrões sozinhos com base nos dados com os quais trabalham. É o chamado aprendizado de máquina.

A ideia é que o algoritmo possa acessar e assimilar uma grande quantidade de dados, encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos. Especialistas destacam que essa área exige profissionais bem-preparados e lembram que os sistemas de IA não estão sendo desenvolvidos para substituir os médicos. "O propósito é usar a grande capacidade de analisar informações da IA como aliada do médico na tomada de decisão", diz o economista e professor de inteligência artificial em saúde Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps), criado em 2017 na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP.

O grande investidor em pesquisa em IA na saúde no mundo é a multinacional de tecnologia Alphabet, do grupo Google. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e as universidades Stanford e Harvard, nos Estados Unidos, e as de Oxford e Cambridge, no Reino Unido, também se destacam. No Brasil, USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão entre as que mais se dedicam a esse campo de pesquisa.

De acordo com o relatório "Artificial intelligence index report 2022", da Universidade Stanford, foram investidos pelo setor privado em todo o mundo US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com IA para medicina e saúde em 2021, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Nos últimos cinco anos, os recursos somaram US$ 28,9 bilhões, o que posicionou o segmento como o maior receptor de investimentos privados em IA, superando atividades tradicionais no uso de tecnologias da informação, como o setor financeiro e o varejo. A visão computacional, segmentando imagens de órgãos, lesões ou tumores, foi uma das aplicações que despertaram mais interesse na comunidade médica.

Um dos desenvolvimentos de IA com maior repercussão é o software AlphaFold, criado pela empresa DeepMind, pertencente ao Google. O programa, eleito pela revista científica Science como a descoberta do ano de 2021, usa técnicas de deep learning (aprendizado profundo) em modelos de ensaios moleculares para resolver o problema chamado de "dobramento de proteínas". Proteínas consistem em cadeias de aminoácidos que se dobram espontaneamente e formam estruturas tridimensionais (3D) - sua forma 3D tem relação direta com a função biológica que desempenha. Por esse motivo, entender como se formam as estruturas das proteínas pode encaminhar soluções que vão desde o entendimento da base celular da vida à descoberta de drogas e cura de doenças. No caso do AlphaFold, os pesquisadores só precisam informar a sequência de aminoácidos que define determinada proteína e o programa apresentará sua estrutura dobrada. Mais de meio milhão de pesquisadores já acessaram o programa para criar soluções que vão do enfrentamento à poluição dos plásticos ao entendimento sobre o que leva à resistência aos antibióticos.

Retirado e adaptado de: ZAPAROLLI, Domingos. A inteligência artificial chega à saúde. Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/a-inteligencia-artificial-chega-a-saude/ acesso em: 9 jan., 2022.

A partir da leitura do texto "A inteligência artificial chega à saúde", analise as afirmações a seguir:

I-O texto afirma que, embora já estejamos habituados a usar softwares de inteligência artificial em atividades cotidianas, agora é que a IA está chegando ao campo da saúde.

II-Segundo o texto, o software AlphaFold foi uma das principais descobertas de 2022 e está ligado ao problema de "dobramento de proteínas".

III-O texto afirma que, com a IA, pode-se encontrar padrões e apontar soluções de forma mais rápida e com um maior índice de acerto do que os humanos, dispensando, assim, as consultas com médicos.

É correto o que se afirma em:

 

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