Foram encontradas 40 questões.
De acordo com o IBGE, a cidade, em 2010, registrou
330.564 fiéis da religião Católica Apostólica Romana,
o que representa a porcentagem de 54,7% da população
uberlandense. A religião Evangélica somou, na época,
154.411 fiéis, ou seja, 25,2% dos cidadãos de Uberlândia.
Foram registradas 50.640 pessoas sem religião (8,4%),
44.817 espíritas (7,4%), 7.136 testemunhas de Jeová
(1,2%). As demais religiões praticadas na cidade, juntas,
somaram 18.443 pessoas, o que representa 3,1% da
população de Uberlândia.
Disponível em: https://www.camarauberlandia.mg.gov.br/ institucional/conheca-uberlandia. Acesso em: 25 out. 2022.
Um dos fatores históricos que justificam esse percentual da religião com maior número de adeptos declarados na cidade de Uberlândia, proporção similar ao da maioria dos munícipios do país, está apresentado corretamente na
Disponível em: https://www.camarauberlandia.mg.gov.br/ institucional/conheca-uberlandia. Acesso em: 25 out. 2022.
Um dos fatores históricos que justificam esse percentual da religião com maior número de adeptos declarados na cidade de Uberlândia, proporção similar ao da maioria dos munícipios do país, está apresentado corretamente na
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[...] foi João Pereira da Rocha, que se instalou na
fazenda São Francisco, em 1818, o primeiro entrante
a fixar residência nesta região, juntamente com seus
escravos e familiares. Já em 1835, um quarteto vindo
de Santana do Jacaré, região do sul de Minas Gerais,
resolveu se fixar nas novas terras; eram os irmãos
Carrejo: Luiz, Francisco, Antônio e Felisberto. O pioneiro
João Pereira da Rocha vendeu parte de suas terras para
esta fraternidade, que deu origem, respectivamente, às
fazendas que perduram na zona rural do município até
hoje: Olhos D’Água, Lage, Marimbondo e Tenda.
Disponível em: https://www.uberlandia.mg.gov.br/2022/08/01/ uberlandia-134-anos-passado-e-presente-da-capital-dotriangulo-mineiro/. Acesso em: 30 out. 2022.
O texto apresenta informações sobre a história da criação do município mineiro de Uberlândia, destacando seus povoadores pioneiros.
Considerando o contexto apresentado, essas ocupações podem ser relacionadas ao
Disponível em: https://www.uberlandia.mg.gov.br/2022/08/01/ uberlandia-134-anos-passado-e-presente-da-capital-dotriangulo-mineiro/. Acesso em: 30 out. 2022.
O texto apresenta informações sobre a história da criação do município mineiro de Uberlândia, destacando seus povoadores pioneiros.
Considerando o contexto apresentado, essas ocupações podem ser relacionadas ao
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Dois times de futebol se enfrentarão e, antes do
confronto, vão entrar em acordo sobre que peças de
uniforme usar. O clube A possui, como opções, meiões
azuis ou brancos, calções azuis ou brancos e camisas
azuis ou brancas. O clube B possui meiões brancos ou
cinzas, calções pretos ou brancos, e camisas pretas
ou cinzas.
Sabendo que os dois clubes devem usar meiões de cores diferentes entre si, bem como calções diferentes e camisas diferentes, de quantas maneiras pode ser formada a combinação de peças para o jogo (um par de meiões de mesma cor, uma cor de calção e uma cor de camisa para cada clube)?
Sabendo que os dois clubes devem usar meiões de cores diferentes entre si, bem como calções diferentes e camisas diferentes, de quantas maneiras pode ser formada a combinação de peças para o jogo (um par de meiões de mesma cor, uma cor de calção e uma cor de camisa para cada clube)?
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Observe a sequência numérica 1, 2/3, 2, 3/4,
3, 4/5, 4, 5/6... e considere que esse padrão se
repete infinitamente.
A razão entre o 25º e o 26º termos dessa sequência, nessa ordem, é igual a
A razão entre o 25º e o 26º termos dessa sequência, nessa ordem, é igual a
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Cinco pessoas de diferentes profissões chegaram em
um restaurante e pediram pratos diferentes. Eles foram
atendidos e servidos de acordo com a ordem de chegada
de cada um. Seguem algumas informações sobre
esses clientes:
• O policial não foi o primeiro nem o último a chegar;
• O professor pediu um hambúrguer;
• Os dois primeiros pedidos foram, respectivamente, filet mignon e macarrão;
• O advogado foi o terceiro a ser atendido;
• A dentista chegou imediatamente após a médica;
• Alguém pediu batatas fritas;
• Alguém, que não foi o advogado, pediu pizza.
Considerando verdadeiras essas informações, é correto concluir que o policial pediu
• O policial não foi o primeiro nem o último a chegar;
• O professor pediu um hambúrguer;
• Os dois primeiros pedidos foram, respectivamente, filet mignon e macarrão;
• O advogado foi o terceiro a ser atendido;
• A dentista chegou imediatamente após a médica;
• Alguém pediu batatas fritas;
• Alguém, que não foi o advogado, pediu pizza.
Considerando verdadeiras essas informações, é correto concluir que o policial pediu
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Um grupo de 195 estudantes se matriculou em um curso
de cinema dividido em dois módulos. Um dos módulos
era sobre direção e roteirização. O outro módulo era
sobre fotografia, montagem e edição. Cada módulo
durou um mês, e ambos foram oferecidos em janeiro
e em fevereiro de 2022. Os estudantes tinham a opção
de se matricular em qualquer ordem, mas todos teriam
que cursar os dois módulos, o que inclusive poderia
ser feito simultaneamente. Em janeiro, 60 estudantes
cursaram ambos os módulos, e 45 cursaram apenas o
módulo sobre direção em roteirização. No mesmo mês,
35 estudantes não cursaram nenhum dos módulos.
Respeitando-se as regras descritas, quantos alunos cursaram apenas o módulo sobre fotografia, montagem e edição em fevereiro de 2022?
Respeitando-se as regras descritas, quantos alunos cursaram apenas o módulo sobre fotografia, montagem e edição em fevereiro de 2022?
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Durante uma partida de um jogo de tabuleiro, dois
jogadores, João e Ricardo, que são oponentes entre si,
lançam, cada um, 3 dados (de seis faces numeradas de
1 a 6 e não viciados) e comparam os resultados obtidos.
Cada um dos jogadores deve somar os resultados dos
três dados que lançou. João tem a missão de superar
a soma de Ricardo. Na última vez que fizeram isso,
João se sentiu com muita sorte, pois não só superou
a soma de Ricardo, mas o fez com a maior vantagem
numérica possível.
Qual é a probabilidade de João repetir o feito na próxima jogada?
Qual é a probabilidade de João repetir o feito na próxima jogada?
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na
inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social
para pessoas com deficiência física e / ou sensorial
(PcD). Os benefícios para este grupo vão além da
saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são
aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona
para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita
ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do
enclausuramento residencial e do abalo emocional que a
deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas
trazem avanços significativos nos âmbitos particular e
familiar. Referência em paradesporto, o educador físico
Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva
na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD)
pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso
acontece dentro desses processos de ressocialização”,
afirma o professor de Educação Física e especialista em
atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as
preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais
indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação
médica antes de qualquer contato inicial com a atividade.
“Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual
ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão.
Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e
vice-presidente da Associação D’eficiência Superando
Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com
o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência
diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa
e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar
o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”,
comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a
iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente
familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização.
“Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam
extravasando e veem que têm mais condições de
chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho.
Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz
ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o
preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no
cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação
na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem
ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços
voltados para trabalhar com deficientes desde a base.
“Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas
aulas de educação física para alunos com deficiência.
Muitas vezes são dispensados. Não podem ser
dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
“Entraves como o preconceito e a falta de apoio [...]”.
A palavra destacada não pode, sem alterar o sentido original do trecho, ser substituída por
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na
inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social
para pessoas com deficiência física e / ou sensorial
(PcD). Os benefícios para este grupo vão além da
saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são
aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona
para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita
ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do
enclausuramento residencial e do abalo emocional que a
deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas
trazem avanços significativos nos âmbitos particular e
familiar. Referência em paradesporto, o educador físico
Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva
na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD)
pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso
acontece dentro desses processos de ressocialização”,
afirma o professor de Educação Física e especialista em
atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as
preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais
indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação
médica antes de qualquer contato inicial com a atividade.
“Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual
ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão.
Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e
vice-presidente da Associação D’eficiência Superando
Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com
o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência
diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa
e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar
o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”,
comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a
iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente
familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização.
“Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam
extravasando e veem que têm mais condições de
chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho.
Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz
ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o
preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no
cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação
na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem
ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços
voltados para trabalhar com deficientes desde a base.
“Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas
aulas de educação física para alunos com deficiência.
Muitas vezes são dispensados. Não podem ser
dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na
inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social
para pessoas com deficiência física e / ou sensorial
(PcD). Os benefícios para este grupo vão além da
saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são
aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona
para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita
ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do
enclausuramento residencial e do abalo emocional que a
deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas
trazem avanços significativos nos âmbitos particular e
familiar. Referência em paradesporto, o educador físico
Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva
na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD)
pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso
acontece dentro desses processos de ressocialização”,
afirma o professor de Educação Física e especialista em
atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as
preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais
indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação
médica antes de qualquer contato inicial com a atividade.
“Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual
ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão.
Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e
vice-presidente da Associação D’eficiência Superando
Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com
o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência
diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa
e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar
o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”,
comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a
iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente
familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização.
“Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam
extravasando e veem que têm mais condições de
chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho.
Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz
ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o
preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no
cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação
na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem
ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços
voltados para trabalhar com deficientes desde a base.
“Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas
aulas de educação física para alunos com deficiência.
Muitas vezes são dispensados. Não podem ser
dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
I. “traumatismo crânio-encefálico”
II. “vice-presidente da Associação”
III. “e veem que têm mais condições”
IV. “efeitos da ressocialização”
Assinale a alternativa que corrige adequadamente a palavra ou locução incorreta.
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