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Foram encontradas 40 questões.

2788404 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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De acordo com o IBGE, a cidade, em 2010, registrou 330.564 fiéis da religião Católica Apostólica Romana, o que representa a porcentagem de 54,7% da população uberlandense. A religião Evangélica somou, na época, 154.411 fiéis, ou seja, 25,2% dos cidadãos de Uberlândia. Foram registradas 50.640 pessoas sem religião (8,4%), 44.817 espíritas (7,4%), 7.136 testemunhas de Jeová (1,2%). As demais religiões praticadas na cidade, juntas, somaram 18.443 pessoas, o que representa 3,1% da população de Uberlândia.
Disponível em: https://www.camarauberlandia.mg.gov.br/ institucional/conheca-uberlandia. Acesso em: 25 out. 2022.
Um dos fatores históricos que justificam esse percentual da religião com maior número de adeptos declarados na cidade de Uberlândia, proporção similar ao da maioria dos munícipios do país, está apresentado corretamente na
 

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2788403 Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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[...] foi João Pereira da Rocha, que se instalou na fazenda São Francisco, em 1818, o primeiro entrante a fixar residência nesta região, juntamente com seus escravos e familiares. Já em 1835, um quarteto vindo de Santana do Jacaré, região do sul de Minas Gerais, resolveu se fixar nas novas terras; eram os irmãos Carrejo: Luiz, Francisco, Antônio e Felisberto. O pioneiro João Pereira da Rocha vendeu parte de suas terras para esta fraternidade, que deu origem, respectivamente, às fazendas que perduram na zona rural do município até hoje: Olhos D’Água, Lage, Marimbondo e Tenda.
Disponível em: https://www.uberlandia.mg.gov.br/2022/08/01/ uberlandia-134-anos-passado-e-presente-da-capital-dotriangulo-mineiro/. Acesso em: 30 out. 2022.
O texto apresenta informações sobre a história da criação do município mineiro de Uberlândia, destacando seus povoadores pioneiros.
Considerando o contexto apresentado, essas ocupações podem ser relacionadas ao
 

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2788402 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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Dois times de futebol se enfrentarão e, antes do confronto, vão entrar em acordo sobre que peças de uniforme usar. O clube A possui, como opções, meiões azuis ou brancos, calções azuis ou brancos e camisas azuis ou brancas. O clube B possui meiões brancos ou cinzas, calções pretos ou brancos, e camisas pretas ou cinzas.
Sabendo que os dois clubes devem usar meiões de cores diferentes entre si, bem como calções diferentes e camisas diferentes, de quantas maneiras pode ser formada a combinação de peças para o jogo (um par de meiões de mesma cor, uma cor de calção e uma cor de camisa para cada clube)?
 

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2788401 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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Observe a sequência numérica 1, 2/3, 2, 3/4, 3, 4/5, 4, 5/6... e considere que esse padrão se repete infinitamente.
A razão entre o 25º e o 26º termos dessa sequência, nessa ordem, é igual a
 

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2788400 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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Cinco pessoas de diferentes profissões chegaram em um restaurante e pediram pratos diferentes. Eles foram atendidos e servidos de acordo com a ordem de chegada de cada um. Seguem algumas informações sobre esses clientes:
• O policial não foi o primeiro nem o último a chegar;
• O professor pediu um hambúrguer;
• Os dois primeiros pedidos foram, respectivamente, filet mignon e macarrão;
• O advogado foi o terceiro a ser atendido;
• A dentista chegou imediatamente após a médica;
• Alguém pediu batatas fritas;
• Alguém, que não foi o advogado, pediu pizza.

Considerando verdadeiras essas informações, é correto concluir que o policial pediu
 

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2788399 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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Um grupo de 195 estudantes se matriculou em um curso de cinema dividido em dois módulos. Um dos módulos era sobre direção e roteirização. O outro módulo era sobre fotografia, montagem e edição. Cada módulo durou um mês, e ambos foram oferecidos em janeiro e em fevereiro de 2022. Os estudantes tinham a opção de se matricular em qualquer ordem, mas todos teriam que cursar os dois módulos, o que inclusive poderia ser feito simultaneamente. Em janeiro, 60 estudantes cursaram ambos os módulos, e 45 cursaram apenas o módulo sobre direção em roteirização. No mesmo mês, 35 estudantes não cursaram nenhum dos módulos.
Respeitando-se as regras descritas, quantos alunos cursaram apenas o módulo sobre fotografia, montagem e edição em fevereiro de 2022?
 

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2788398 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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Durante uma partida de um jogo de tabuleiro, dois jogadores, João e Ricardo, que são oponentes entre si, lançam, cada um, 3 dados (de seis faces numeradas de 1 a 6 e não viciados) e comparam os resultados obtidos. Cada um dos jogadores deve somar os resultados dos três dados que lançou. João tem a missão de superar a soma de Ricardo. Na última vez que fizeram isso, João se sentiu com muita sorte, pois não só superou a soma de Ricardo, mas o fez com a maior vantagem numérica possível.
Qual é a probabilidade de João repetir o feito na próxima jogada?
 

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2788397 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II
Esporte para sair de casa Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D’eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Releia o trecho a seguir.
Entraves como o preconceito e a falta de apoio [...]”.
A palavra destacada não pode, sem alterar o sentido original do trecho, ser substituída por
 

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2788396 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
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INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II
Esporte para sair de casa Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D’eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Assinale a alternativa em que a classificação, entre parênteses, da locução ou termo destacada não está correta.
 

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2788395 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: FUTEL
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II
Esporte para sair de casa Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência.
Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D’eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Entre as palavras ou locuções destacadas a seguir, uma não está de acordo com a norma-padrão.
I. “traumatismo crânio-encefálico
II. “vice-presidente da Associação”
III. “e veem que têm mais condições”
IV. “efeitos da ressocialização

Assinale a alternativa que corrige adequadamente a palavra ou locução incorreta.
 

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