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Criança de 6 anos, 22 kg, ASA I, será submetida a
apendicectomia videolaparoscópica de urgência. Após
indução anestésica inalatória com sevoflurano a 8% em
oxigênio a 100%, o anestesiologista procede à intubação
orotraqueal. Considerando a fórmula de Motoyama para
a escolha do tubo traqueal, o diâmetro interno estimado
para um tubo traqueal do tipo cuffed para essa criança
deve ser:
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Lactente de 14 meses, 10 kg, está sob anestesia geral
para videolaparoscopia. O Anestesiologista observa, no
capnógrafo sidestream, que a fase 2 da curva
capnográfica apresenta inclinação acentuada em vez do
padrão verticalizado esperado. Acerca do tema, a
alternativa que apresenta a explicação fisiopatológica
CORRETA para essa alteração na morfologia da curva
capnográfica é
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Um Anestesiologista realiza cateterização venosa
central pela técnica de Seldinger em veia jugular interna
direita de paciente do sexo feminino, 63 anos, sob
monitorização contínua. Após antissepsia, colocação de
campos, posicionamento em Trendelenburg e anestesia
local, o profissional localiza a veia com agulha 22G e,
em seguida, punciona com agulha 18G adaptada a uma
seringa com solução salina, obtendo retorno de sangue
de cor vermelho-escura e fluxo contínuo. Nesse
contexto, o próximo passo antes da inserção do fio guia
deve ser:
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Na avaliação pré-operatória de idosos, a identificação
da Síndrome da Fragilidade é fundamental para a
estratificação de risco. Para que um paciente seja
classificado como portador desta síndrome, ele deve
apresentar pelo menos três componentes. Para esse
diagnóstico, os critérios válidos são:
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Durante a realização de uma raquianestesia em um
paciente de 80 anos para correção de fratura de fêmur,
o Anestesiologista observa uma dispersão do bloqueio
sensitivo até o nível dermatomal T4, apesar de ter
utilizado um volume de anestésico local que resultaria
em um nível T10 em um adulto jovem. Em relação ao perfil do paciente, assinale CORRETAMENTE qual
seria a alteração anatômica ou fisiológica responsável
por essa dispersão cefálica exagerada no idoso.
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Mulher, 34 anos, 60 kg, não tabagista, com história de
cinetose na infância, será submetida a colecistectomia
videolaparoscópica eletiva sob anestesia geral
balanceada com sevoflurano e fentanil. Ao final do
procedimento, que durou 55 minutos, o anestesiologista
avalia o risco de Náuseas e Vômitos no Pós-operatório
(NVPO) para definir a estratégia profilática antes da
extubação: PA: 118/72 mmHg; FC: 74 bpm; SpO₂:
99%; temperatura esofágica: 36,2 °C. De acordo com os
fatores de risco presentes na paciente e o escore de
Apfel, assinale a alternativa que indica a análise do risco
e a conduta CORRETA:
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Homem, 45 anos, 90 kg, IMC 31 kg/m², ASA II, com
diagnóstico de apneia obstrutiva do sono moderada
(índice de apneia-hipopneia de 22 eventos/hora), será
submetido a herniorrafia inguinal eletiva sob anestesia
geral. O Anestesiologista planeja uma estratégia de
anestesia poupadora de opioides, com indução
multimodal. Na sala cirúrgica, dispõe de diversos
fármacos adjuvantes. Considerando o perfil clínico do
paciente e os princípios da farmacologia aplicada à
Apneia Obstrutiva do Sono, o fármaco adjuvante cuja
principal vantagem farmacodinâmica nesse caso é a
promoção de sedação e analgesia com preservação do
tônus da musculatura faríngea e da resposta ventilatória
ao dióxido de carbono é:
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Mulher, 58 anos, 72 kg, ASA II, portadora de
hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana
50 mg/dia, será submetida a colectomia direita eletiva
por videolaparoscopia em hospital que adota protocolo
Enhanced Recovery After Surgery (ERAS). Na consulta
pré-anestésica, realizada 10 dias antes do procedimento,
o Anestesiologista orienta a paciente sobre o preparo
pré-operatório. A cirurgia está agendada para as 8 horas
da manhã. Em relação às orientações pré-operatórias
recomendadas pelo protocolo ERAS para essa paciente,
a conduta CORRETA deve ser:
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Mulher de 42 anos, portadora de obesidade grau III
(IMC 48 kg/m²), diabetes mellitus tipo 2, apneia
obstrutiva do sono grave em uso de CPAP domiciliar, e
doença do refluxo gastroesofágico em uso de
omeprazol, é admitida para gastroplastia redutora
videolaparoscópica eletiva. A avaliação de via aérea
revela Mallampati IV, circunferência cervical de 48 cm,
distância tireomentoniana de 5 cm e extensão cervical
limitada a 20 graus. O jejum de 12 horas para sólidos e
4 horas para líquidos claros foi respeitado. Durante a
indução com sequência rápida de intubação, após três
tentativas de laringoscopia direta sem sucesso
(Cormack-Lehane IV), a saturação de oxigênio cai para
78%. A máscara laríngea de segunda geração é inserida
com dificuldade, permitindo ventilação com SpO₂ de
92%. O cirurgião questiona se o procedimento deve
prosseguir ou ser suspenso. A paciente apresenta
estabilidade hemodinâmica. De acordo com o caso
clínico, assinale a alternativa que indica a conduta
CORRETA:
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Mulher de 34 anos, gestante de 36 semanas, portadora
de diabetes mellitus gestacional em uso de insulina
NPH, IMC de 38 kg/m², é admitida para cesariana de
emergência por descolamento prematuro de placenta.
Refere ter ingerido refeição completa há 2 horas. A
avaliação de via aérea revela Mallampati III, distância
tireomentoniana de 5 cm e abertura oral de 3,5 cm.
Considerando os fatores de risco para broncoaspiração
perioperatória presentes neste caso, a estratégia para
proteção das vias aéreas durante a indução anestésica
deve ser:
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