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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
Considerando a perspectiva em que o texto é apresentado, aponte o sentido que a palavra 'altruísmo' (3º parágrafo) assume no texto.
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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
Observe os trechos:
"Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo." "Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva". Os conectivos sublinhados expressam, respectivamente, relações semânticas de:
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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
O autor, no desenvolvimento de seu texto, manteve o uso do pronome de primeira pessoa do plural. Com esse recurso, ele pretendeu:
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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
Considerando a forma como está organizada a seqüência dos parágrafos do texto, podemos dizer que:
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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
Tomando como referência aspectos centrais da construção do texto, podemos dizer que se trata de um texto:
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TEXTO 1
Muitas vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais e internacionais de luta contra a fome. Ficamos sabendo que milhares de pessoas, sobretudo crianças e velhos, morrem de penúria e inanição. Sentimos piedade. Sentimos indignação (especialmente quando vemos o desperdício dos que não têm fome e vivem na abundância). Sentimos responsabilidade. Movidos pela solidariedade, participamos de campanhas. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Quantas vezes, levados por algum impulso incontrolável, fazemos alguma coisa de que, depois, sentimos vergonha. Gostaríamos de voltar atrás no tempo e agir de modo diferente. Esses sentimentos também exprimem nosso senso moral.
Em muitas ocasiões, ficamos contentes e emocionados diante de uma pessoa cujas palavras e ações manifestam honestidade, honradez, altruísmo. Temos admiração por ela e desejamos imitá-la. Não raras vezes, ainda, somos tomados pelo horror diante da violência. Vivemos situações de extrema aflição e angústia. Todos esses sentimentos também manifestam nosso senso moral.
Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. As dúvidas quanto à decisão a tomar não apenas manifestam nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos as razões de nossas decisões e que assumamos todas as suas conseqüências.
Todos os exemplos mencionados indicam que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que todos estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subtendido: o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subtendido também: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes com nós mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.
Em suma, o senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
(Marilena Chauí. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1996, p. 334-335). Adaptado.
O texto estabelece relações que aparecem integralmente contidas em uma das alternativas abaixo. Identifique-a.
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Na escrita, a falta do acento indicativo da crase pode gerar ambigüidades. Identifique a opção em que isso ocorreu.
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Há, entre as opções abaixo, apenas uma em que as concordâncias verbal e nominal estão de acordo com a norma padrão. Identifique-a.
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Paciente apresenta pequenos episódios de perda visual, cefaléia, diplopia, náusea e vômitos. A oftalmoscopia mostra papilas hiperêmicas e edemaciadas com velamento da rede vascular, hemorragias em chama de vela, exudatos algodonosos e ausência de pulso venoso (AO). Qual o diagnóstico mais provável?
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O trauma contuso do globo ocular poderá acarretar uma grande variedade de problemas, EXCETO:
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