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Qual a estratégia de canulação em neonato com interrupção de arco aórtico do tipo B?
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Após a realização de um Glenn bidirecional em uma criança com atresia tricúspide e shunt sistêmico-pulmonar
anterior, a saturação arterial de oxigênio está de 85%, a pressão da veia cava superior de 18mmHg e a leitura da
pressão no átrio esquerdo é de 4mmHg. O diagnóstico MENOS provável é de:
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Após realização de estudo hemodinâmico em uma criança de 12 meses de vida com atresia pulmonar, CIV e
artérias pulmonares confluentes após a colocação de um shunt de Blalock-Taussig-Thomas modificado de
3,5mm do lado direito quando ele tinha 01 semana de vida. Sua saturação arterial sistêmica é de 62% (ar
ambiente). A área da superfície corporal é de 0,5m2
. O diâmetro da artéria pulmonar direita é de 8mm e da artéria
pulmonar esquerda é de 9mm proximal aos seus primeiros ramos lobares. Há estenose da artéria pulmonar
direita proximal à inserção do shunt de Blalock-Taussig-Thomas modificado, com o vaso medindo 6mm de
diâmetro. Não há artérias colaterais aorto-pulmonares significativas. Com base no índice de Nakata calculado,
qual das seguintes é a melhor intervenção nesse momento?
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Sobre o ducto arterial patente, temos:
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Criança com 6 meses de idade, 5,5kg, com diagnóstico de base de atresia tricúspide IA, tendo sido submetida
ainda no período neonatal a Blalock-Taussig-Thomas modificado com abertura de comunicação interatrial, com
circulação extracorpórea. Indicado então cirurgia de Glenn bidirecional. Sobre tal conduta no presente caso,
marque a alternativa INCORRETA:
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Em relação a Síndrome do Coração Esquerdo Hipoplásico, marque a alternativa INCORRETA:
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Correlacione a doença com a descrição suscinta da cirurgia, marcando em seguida a alternativa que representa a sequência correta:
I)Comunicação interatrial tipo Ostium Secundum.
II) Comunicação interatrial tipo Ostium Primum.
III) Comunicação interatrial tipo seio venoso superior, com drenagem anômala parcial de veias pulmonares direitas.
IV)Síndrome de Cimitarra.
V) Comunicação interatrial tipo seio coronário.
a) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Fechamento do defeito com patch de pericárdio bovino, após correta identificação da desembocadura das veias pulmonares no átrio esquerdo.
b) Canulação arterial. Canulação de veia inominada. Canulação de veia cava inferior. Laçadura venosa. Cardioplegia. Atriotomia longitudinal. Tunelização da desembocadura das veias pulmonares direitas para o átrio esquerdo, através do defeito do septo interatrial, utilizando para isso patch de pericárdio bovino. Como alternativa, principalmente em crianças, pode se utilizar a Cirurgia de Warden.
c) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Colocação de placa de pericárdio bovino direcionando o seio coronário sem teto para o átrio esquerdo.
d) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Hipofluxo na CEC. Retirado laçadura e cânula venosa da veia cava inferior. Tunelização do óstio anômalo da veia pulmonar para a comunicação interatrial, utilizando-se patch de pericárdio bovino.
e) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Fechamento de cleft da valva AV esquerda. Fechamento do defeito interatrial com patch de pericárdio bovino, ancorando uma borda nas valvas AV e a outra na margem do defeito, tomando-se cuidado com o feixe de condução, em virtude do seu provável deslocamento pósteroinferior.
I)Comunicação interatrial tipo Ostium Secundum.
II) Comunicação interatrial tipo Ostium Primum.
III) Comunicação interatrial tipo seio venoso superior, com drenagem anômala parcial de veias pulmonares direitas.
IV)Síndrome de Cimitarra.
V) Comunicação interatrial tipo seio coronário.
a) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Fechamento do defeito com patch de pericárdio bovino, após correta identificação da desembocadura das veias pulmonares no átrio esquerdo.
b) Canulação arterial. Canulação de veia inominada. Canulação de veia cava inferior. Laçadura venosa. Cardioplegia. Atriotomia longitudinal. Tunelização da desembocadura das veias pulmonares direitas para o átrio esquerdo, através do defeito do septo interatrial, utilizando para isso patch de pericárdio bovino. Como alternativa, principalmente em crianças, pode se utilizar a Cirurgia de Warden.
c) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Colocação de placa de pericárdio bovino direcionando o seio coronário sem teto para o átrio esquerdo.
d) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Hipofluxo na CEC. Retirado laçadura e cânula venosa da veia cava inferior. Tunelização do óstio anômalo da veia pulmonar para a comunicação interatrial, utilizando-se patch de pericárdio bovino.
e) Canulação arterial e bicaval. Laçadura das cavas. Cardioplegia. Atriotomia. Fechamento de cleft da valva AV esquerda. Fechamento do defeito interatrial com patch de pericárdio bovino, ancorando uma borda nas valvas AV e a outra na margem do defeito, tomando-se cuidado com o feixe de condução, em virtude do seu provável deslocamento pósteroinferior.
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Sobre as patologias de hiperfluxo pulmonar, temos que:
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Sobre a correção cirúrgica da Tetralogia de Fallot, é INCORRETO afirmar:
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Sobre o Defeito do Septo Atrioventricular Total (DSAVT), podemos afirmar que:
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