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Os navegadores de Internet (Browsers) podem armazenar, no disco rígido do computador, dados recebidos dos sites que são acessados. Tais dados podem ser usados pelos sites que os gravam, de forma automática, para recuperar dados do perfil do usuário, para sugerir produtos na forma de pequenos anúncios, para preencher campos de formulários, e outros fins. Tal recurso chama-se
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Considere a tabela abaixo, digitada no MS-WORD.
|
RJ45 |
Twisted Pair |
FeCl3 FeO2 |
Assinale a alternativa que apresenta recurso de formatação aplicado no texto (ou parte dele) de cada uma das células da tabela acima, respectivamente, da esquerda para a direita.
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Deseja-se construir uma planilha de aquisição de produtos, usando o MS-Excel, conforme modelo a seguir. Após o preenchimento dos dados fixos nas colunas A, B e C, fórmulas foram digitadas nas células D3 e E3. Essas fórmulas foram copiadas e coladas para as linhas 4 até 7 das respectivas colunas, obtendo-se os valores do modelo. Também foram digitadas fórmulas para os totais em D8 e E8. As colunas B e D foram formatadas para número com duas casas decimais e a coluna E, formato de percentual, com duas casas decimais.

Para que se obtenham os valores totais da coluna D e os percentuais da coluna E, as fórmulas digitadas em D3 e E3 devem ser, respectivamente,
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No sistema operacional MS-Windows, o nome dos arquivos apresenta uma parte final chamada extensão (antecedida por um ponto). Das extensões de arquivos listadas abaixo, qual NÃO necessita de um programa instalado previamente para ser executada?
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No sistema operacional MS-Windows, opções de ajuste de algumas configurações do sistema operacional podem ser encontradas no Painel de Controle. NÃO faz parte das opções disponíveis no Painel de Controle o ajuste
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Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo.
Concepções da relação homem-técnica
Alice e Inês empolgam-se enquanto falam de seu relacionamento com a informática pessoal. Proliferam palavras como eficiência, competência, agilidade, rapidez, controle, trabalho limpo, precisão, segurança na informação... A maior parte das pessoas dos centros urbanos, quando indagadas, associará suas impressões a alguma palavra dessas. São ideias que vão espelhando o imaginário construído em torno do computador pessoal, discursos que parecem compor um núcleo de valores bem estabelecidos da sociedade industrial, constituído e constituinte de todo um modo de funcionamento coletivo.
As noções de eficiência, competência, agilidade e controle, entre outras, são amplamente utilizadas como critérios de avaliação de desempenho de trabalhadores nas empresas, valendo para o conjunto dos funcionários, do menos especializado ao diretor-presidente. Assim, quando Alice diz que o computador a faz sentir-se “mais competente”, estaria a indicar que essa máquina pode lhe fortalecer uma identidade, antes ameaçada pelas sensações de inferioridade e exclusão social. De um zero à esquerda é possível passar a supereficiente...
A máquina é perfeita e, diante dela, o indivíduo sente-se desafiado a adaptar-se... e para isso precisa estar disposto a enfrentar o nervosismo, a ansiedade e a frustração decorrentes das inúmeras tentativas malsucedidas. Para entrar em contato, é necessário aceitar as regras da máquina, assimilá-las... este é o adaptar-se: aprender novos procedimentos, alguns dos quais desafiam os funcionamentos cognitivos aos quais se está habituado.
“Dominar a máquina”, como diz uma grande parcela das pessoas, faz com que alguém se sinta cheio de potência. Mas há pessoas que, ante o computador, vivem uma sensação de paralisia completa: ao mesmo tempo em que afirmam ser fundamental aprender a usá-lo, sentem essa tarefa como algo de uma dificuldade intransponível, que desencadeia angústia. Acentua-se uma imagem negativa e frágil: impotência, exclusão, medo, pavor, humilhação, vergonha, raiva, irritação... essas são algumas das palavras que vão compondo os discursos daqueles que, por qualquer razão, não conseguiram realizar um bom encontro com a informática pessoal.
Adaptado de: “Introdução entre humanos e computadores”, de Paulo Sergio de Carvalho, p. 114-116 (São Paulo: Educ, 2000).
Assinale as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O sujeito da forma verbal Proliferam é indeterminado.
( ) A expressão suas impressões desempenha a função sintática de objeto direto.
( ) A expressão de desempenho de trabalhadores desempenha a função sintática de objeto indireto.
( ) O sujeito da forma verbal faz é ”Dominar a máquina”.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo.
Concepções da relação homem-técnica
Alice e Inês empolgam-se enquanto falam de seu relacionamento com a informática pessoal. Proliferam palavras como eficiência, competência, agilidade, rapidez, controle, trabalho limpo, precisão, segurança na informação... A maior parte das pessoas dos centros urbanos, quando indagadas, associará suas impressões a alguma palavra dessas. São ideias que vão espelhando o imaginário construído em torno do computador pessoal, discursos que parecem compor um núcleo de valores bem estabelecidos da sociedade industrial, constituído e constituinte de todo um modo de funcionamento coletivo.
As noções de eficiência, competência, agilidade e controle, entre outras, são amplamente utilizadas como critérios de avaliação de desempenho de trabalhadores nas empresas, valendo para o conjunto dos funcionários, do menos especializado ao diretor-presidente. Assim, quando Alice diz que o computador a faz sentir-se “mais competente”, estaria a indicar que essa máquina pode lhe fortalecer uma identidade, antes ameaçada pelas sensações de inferioridade e exclusão social. De um zero à esquerda é possível passar a supereficiente...
A máquina é perfeita e, diante dela, o indivíduo sente-se desafiado a adaptar-se... e para isso precisa estar disposto a enfrentar o nervosismo, a ansiedade e a frustração decorrentes das inúmeras tentativas malsucedidas. Para entrar em contato, é necessário aceitar as regras da máquina, assimilá-las... este é o adaptar-se: aprender novos procedimentos, alguns dos quais desafiam os funcionamentos cognitivos aos quais se está habituado.
“Dominar a máquina”, como diz uma grande parcela das pessoas, faz com que alguém se sinta cheio de potência. Mas há pessoas que, ante o computador, vivem uma sensação de paralisia completa: ao mesmo tempo em que afirmam ser fundamental aprender a usá-lo, sentem essa tarefa como algo de uma dificuldade intransponível, que desencadeia angústia. Acentua-se uma imagem negativa e frágil: impotência, exclusão, medo, pavor, humilhação, vergonha, raiva, irritação... essas são algumas das palavras que vão compondo os discursos daqueles que, por qualquer razão, não conseguiram realizar um bom encontro com a informática pessoal.
Adaptado de: “Introdução entre humanos e computadores”, de Paulo Sergio de Carvalho, p. 114-116 (São Paulo: Educ, 2000).
Assinale a alternativa que contém uma oração que desempenha a função sintática de objeto direto.
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Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo.
Concepções da relação homem-técnica
Alice e Inês empolgam-se enquanto falam de seu relacionamento com a informática pessoal. Proliferam palavras como eficiência, competência, agilidade, rapidez, controle, trabalho limpo, precisão, segurança na informação... A maior parte das pessoas dos centros urbanos, quando indagadas, associará suas impressões a alguma palavra dessas. São ideias que vão espelhando o imaginário construído em torno do computador pessoal, discursos que parecem compor um núcleo de valores bem estabelecidos da sociedade industrial, constituído e constituinte de todo um modo de funcionamento coletivo.
As noções de eficiência, competência, agilidade e controle, entre outras, são amplamente utilizadas como critérios de avaliação de desempenho de trabalhadores nas empresas, valendo para o conjunto dos funcionários, do menos especializado ao diretor-presidente. Assim, quando Alice diz que o computador a faz sentir-se “mais competente”, estaria a indicar que essa máquina pode lhe fortalecer uma identidade, antes ameaçada pelas sensações de inferioridade e exclusão social. De um zero à esquerda é possível passar a supereficiente...
A máquina é perfeita e, diante dela, o indivíduo sente-se desafiado a adaptar-se... e para isso precisa estar disposto a enfrentar o nervosismo, a ansiedade e a frustração decorrentes das inúmeras tentativas malsucedidas. Para entrar em contato, é necessário aceitar as regras da máquina, assimilá-las... este é o adaptar-se: aprender novos procedimentos, alguns dos quais desafiam os funcionamentos cognitivos aos quais se está habituado.
“Dominar a máquina”, como diz uma grande parcela das pessoas, faz com que alguém se sinta cheio de potência. Mas há pessoas que, ante o computador, vivem uma sensação de paralisia completa: ao mesmo tempo em que afirmam ser fundamental aprender a usá-lo, sentem essa tarefa como algo de uma dificuldade intransponível, que desencadeia angústia. Acentua-se uma imagem negativa e frágil: impotência, exclusão, medo, pavor, humilhação, vergonha, raiva, irritação... essas são algumas das palavras que vão compondo os discursos daqueles que, por qualquer razão, não conseguiram realizar um bom encontro com a informática pessoal.
Adaptado de: “Introdução entre humanos e computadores”, de Paulo Sergio de Carvalho, p. 114-116 (São Paulo: Educ, 2000).
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos para as formas indagadas, constituinte e assimilá-las, tal como foram empregadas no texto.
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Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo.
Concepções da relação homem-técnica
Alice e Inês empolgam-se enquanto falam de seu relacionamento com a informática pessoal. Proliferam palavras como eficiência, competência, agilidade, rapidez, controle, trabalho limpo, precisão, segurança na informação... A maior parte das pessoas dos centros urbanos, quando indagadas, associará suas impressões a alguma palavra dessas. São ideias que vão espelhando o imaginário construído em torno do computador pessoal, discursos que parecem compor um núcleo de valores bem estabelecidos da sociedade industrial, constituído e constituinte de todo um modo de funcionamento coletivo.
As noções de eficiência, competência, agilidade e controle, entre outras, são amplamente utilizadas como critérios de avaliação de desempenho de trabalhadores nas empresas, valendo para o conjunto dos funcionários, do menos especializado ao diretor-presidente. Assim, quando Alice diz que o computador a faz sentir-se “mais competente”, estaria a indicar que essa máquina pode lhe fortalecer uma identidade, antes ameaçada pelas sensações de inferioridade e exclusão social. De um zero à esquerda é possível passar a supereficiente...
A máquina é perfeita e, diante dela, o indivíduo sente-se desafiado a adaptar-se... e para isso precisa estar disposto a enfrentar o nervosismo, a ansiedade e a frustração decorrentes das inúmeras tentativas malsucedidas. Para entrar em contato, é necessário aceitar as regras da máquina, assimilá-las... este é o adaptar-se: aprender novos procedimentos, alguns dos quais desafiam os funcionamentos cognitivos aos quais se está habituado.
“Dominar a máquina”, como diz uma grande parcela das pessoas, faz com que alguém se sinta cheio de potência. Mas há pessoas que, ante o computador, vivem uma sensação de paralisia completa: ao mesmo tempo em que afirmam ser fundamental aprender a usá-lo, sentem essa tarefa como algo de uma dificuldade intransponível, que desencadeia angústia. Acentua-se uma imagem negativa e frágil: impotência, exclusão, medo, pavor, humilhação, vergonha, raiva, irritação... essas são algumas das palavras que vão compondo os discursos daqueles que, por qualquer razão, não conseguiram realizar um bom encontro com a informática pessoal.
Adaptado de: “Introdução entre humanos e computadores”, de Paulo Sergio de Carvalho, p. 114-116 (São Paulo: Educ, 2000).
Assinale a alternativa que apresenta ideias depreendidas a partir da leitura do texto.
I - O relacionamento com o computador pessoal pode proporcionar sentimentos de confiança e reafirmar a autoestima para algumas pessoas.
II - Há pessoas que, por não entenderem que o uso do computador é algo fundamental nos dias de hoje, apresentam uma enorme dificuldade em lidar com a informática pessoal.
III - Se alguém não conseguir se adaptar ao uso diário do computador em seu trabalho, será menos eficiente e ágil do que colegas que usam o computador pessoal com desenvoltura.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo.
Concepções da relação homem-técnica
Alice e Inês empolgam-se enquanto falam de seu relacionamento com a informática pessoal. Proliferam palavras como eficiência, competência, agilidade, rapidez, controle, trabalho limpo, precisão, segurança na informação... A maior parte das pessoas dos centros urbanos, quando indagadas, associará suas impressões _____ alguma palavra dessas. São ideias que vão espelhando o imaginário construído em torno do computador pessoal, discursos que parecem compor um núcleo de valores bem estabelecidos da sociedade industrial, constituído e constituinte de todo um modo de funcionamento coletivo.
As noções de eficiência, competência, agilidade e controle, entre outras, são amplamente utilizadas como critérios de avaliação de desempenho de trabalhadores nas empresas, valendo para o conjunto dos funcionários, do menos especializado ao diretor-presidente. Assim, quando Alice diz que o computador a faz sentir-se “mais competente”, estaria a indicar que essa máquina pode lhe fortalecer uma identidade, antes ameaçada pelas sensações de inferioridade e exclusão social. De um zero _____ esquerda é possível passar a supereficiente...
A máquina é perfeita e, diante dela, o indivíduo sente-se desafiado a adaptar-se... e para isso precisa estar disposto ____ enfrentar o nervosismo, a ansiedade e a frustração decorrentes das inúmeras tentativas malsucedidas. Para entrar em contato, é necessário aceitar as regras da máquina, assimilá-las... este é o adaptar-se: aprender novos procedimentos, alguns dos quais desafiam os funcionamentos cognitivos aos quais se está habituado.
“Dominar a máquina”, como diz uma grande parcela das pessoas, faz com que alguém se sinta cheio de potência. Mas há pessoas que, ante o computador, vivem uma sensação de paralisia completa: ao mesmo tempo em que afirmam ser fundamental aprender a usá-lo, sentem essa tarefa como algo de uma dificuldade intransponível, que desencadeia angústia. Acentua-se uma imagem negativa e frágil: impotência, exclusão, medo, pavor, humilhação, vergonha, raiva, irritação... essas são algumas das palavras que vão compondo os discursos daqueles que, por qualquer razão, não conseguiram realizar um bom encontro com a informática pessoal.
Adaptado de: “Introdução entre humanos e computadores”, de Paulo Sergio de Carvalho, p. 114-116 (São Paulo: Educ, 2000).
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas.
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