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A literatura foi também um importante instrumento

de registro histórico das grandes epidemias que assolaram o

mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

A expressão "tais eventos" (l.14) refere-se às "grandes epidemias que assolaram o mundo ao longo dos tempos" (R.2-3); e a expressão "essas histórias" (l.8-9) refere-se ao "registro histórico" (l.2) dessas epidemias.

 

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A literatura foi também um importante instrumento

de registro histórico das grandes epidemias que assolaram o

mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

O conectivo "não só (...) como também" (l.13-14) adiciona duas idéias, que seriam igualmente adicionadas, mantendo-se preservadas a correção e a coerência textual, com a seguinte reescrita: a medicina está muito mais preparada para combater os problemas, e também tais eventos foram importantíssimos.

 

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A literatura foi também um importante instrumento

de registro histórico das grandes epidemias que assolaram o

mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

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Na organização da argumentação, o pronome "isso" (l.12) refere-se ao fato de as epidemias terem sempre existido.

 

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mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

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os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

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Depreende-se da argumentação do texto que o autor considera "relativizar as ameaças" (l.9) da gripe aviária como um dos objetivos de Albert Camus ao escrever A Peste.

 

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mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

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O desenvolvimento das idéias do texto indica que a supressão do verbo "Conhecer" (l.8) preservaria a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto.

 

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de registro histórico das grandes epidemias que assolaram o

mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

A flexão de masculino singular em "entendido" (L.8) deve-se à concordância com o termo "o que" (L.7), que retoma a idéia de "ameaça da infecção na cidade isolada" (l.7).

 

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de registro histórico das grandes epidemias que assolaram o

mundo ao longo dos tempos. Em A Peste (1947), o francês

Albert Camus usa a doença para criar uma narrativa em que

os habitantes de Oran, na Argélia, descobrem a solidariedade

e refletem sobre a condição humana enquanto convivem com

a ameaça da infecção na cidade isolada, o que também pode

ser entendido como uma metáfora da guerra. Conhecer essas

histórias ajuda a relativizar as ameaças da atualidade, como

a gripe aviária. As epidemias sempre existiram, mas a atual

facilidade de comunicação encurtou as distâncias e às vezes

isso gera uma reação desproporcional nas pessoas. É preciso

lembrar que não só a medicina está muito mais preparada

para combater os problemas, como também tais eventos

foram importantíssimos para impulsionar os avanços

médicos.

Revista da Cultura. Encarte: Saúde ao pé da letra (com adaptações).

Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

A retirada da preposição "sobre" (l.6) preserva a correçãogramatical, bem como a coerência da argumentação do texto, por manter o sentido do verbo.

 

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O crescimento urbano não tem sido um processo

harmonioso e gradual. Tem ocorrido em meio a muitas

contradições, a diferenças de interesses que configuram, às

vezes, um verdadeiro caos. O crescimento rápido e

desordenado das cidades faz que não sejam atendidas as

necessidades básicas das pessoas, nem mesmo aquelas

necessidades que se tornam mais sérias nas áreas urbanas,

como as de abastecimento de água e as de saneamento

ambiental. O grande e concentrado número de pessoas

vivendo nas cidades cria diferentes tipos de problemas. As

pessoas são obrigadas a enfrentar longas esperas em filas e

a suportar o desconforto em ônibus e metrôs lotados. Por

outro lado, vive-se grande desenvolvimento da produção e

consumo de mercadorias. Os novos produtos, os novos

processos de produção e os novos estilos de vida trazem

conseqüências — boas ou más — para a saúde. As doenças

encontradas na sociedade contemporânea representam,

assim, um quadro tão complexo quanto as próprias

características dessa sociedade. Constituem um espectro

diversificado de doenças infecciosas e crônico-degenerativas,

freqüentes nos países desenvolvidos ou típicas do terceiro

mundo.

Marilisa Berti A. Barros. Doenças na vida moderna. M. Kupstas (Org.). Saúde em debate. p. 135-6 (com adaptações)

Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes itens.

De acordo com o desenvolvimento das idéias do texto, é correto subentender que o sujeito de "Constituem" (l.19) é "As doenças encontradas na sociedade contemporânea" (l.16-17).

 

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O crescimento urbano não tem sido um processo

harmonioso e gradual. Tem ocorrido em meio a muitas

contradições, a diferenças de interesses que configuram, às

vezes, um verdadeiro caos. O crescimento rápido e

desordenado das cidades faz que não sejam atendidas as

necessidades básicas das pessoas, nem mesmo aquelas

necessidades que se tornam mais sérias nas áreas urbanas,

como as de abastecimento de água e as de saneamento

ambiental. O grande e concentrado número de pessoas

vivendo nas cidades cria diferentes tipos de problemas. As

pessoas são obrigadas a enfrentar longas esperas em filas e

a suportar o desconforto em ônibus e metrôs lotados. Por

outro lado, vive-se grande desenvolvimento da produção e

consumo de mercadorias. Os novos produtos, os novos

processos de produção e os novos estilos de vida trazem

conseqüências — boas ou más — para a saúde. As doenças

encontradas na sociedade contemporânea representam,

assim, um quadro tão complexo quanto as próprias

características dessa sociedade. Constituem um espectro

diversificado de doenças infecciosas e crônico-degenerativas,

freqüentes nos países desenvolvidos ou típicas do terceiro

mundo.

Marilisa Berti A. Barros. Doenças na vida moderna. M. Kupstas (Org.). Saúde em debate. p. 135-6 (com adaptações)

Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes itens.

Na linha 16, a substituição dos travessões por parênteses ou por duas vírgulas preservaria a coerência da argumentação e respeitaria as regras gramaticais.

 

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O crescimento urbano não tem sido um processo

harmonioso e gradual. Tem ocorrido em meio a muitas

contradições, a diferenças de interesses que configuram, às

vezes, um verdadeiro caos. O crescimento rápido e

desordenado das cidades faz que não sejam atendidas as

necessidades básicas das pessoas, nem mesmo aquelas

necessidades que se tornam mais sérias nas áreas urbanas,

como as de abastecimento de água e as de saneamento

ambiental. O grande e concentrado número de pessoas

vivendo nas cidades cria diferentes tipos de problemas. As

pessoas são obrigadas a enfrentar longas esperas em filas e

a suportar o desconforto em ônibus e metrôs lotados. Por

outro lado, vive-se grande desenvolvimento da produção e

consumo de mercadorias. Os novos produtos, os novos

processos de produção e os novos estilos de vida trazem

conseqüências — boas ou más — para a saúde. As doenças

encontradas na sociedade contemporânea representam,

assim, um quadro tão complexo quanto as próprias

características dessa sociedade. Constituem um espectro

diversificado de doenças infecciosas e crônico-degenerativas,

freqüentes nos países desenvolvidos ou típicas do terceiro

mundo.

Marilisa Berti A. Barros. Doenças na vida moderna. M. Kupstas (Org.). Saúde em debate. p. 135-6 (com adaptações)

Com base na organização do texto acima, julgue os seguintes itens.

O desenvolvimento das idéias do texto mostra que a substituição de "vive-se" (l.13) por vivem provocaria incoerência na argumentação.

 

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