Foram encontradas 110 questões.
Analise os quadrinhos abaixo para responder à questão.

Assinale a alternativa que apresenta o correto plural da palavra “responsável”, que aparece no primeiro e no segundo quadrinho.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à concordância entre adjetivo e substantivo, assinale a alternativa INCORRETA.
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Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

De acordo com a tirinha, é correto afirmar que o
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Analise os quadrinhos abaixo para responder à questão.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas dos quadrinhos.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à concordância entre o verbo e seu sujeito, assinale a alternativa correta.
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A, B, O ou AB? Quase 40% dos brasileiros não sabem responder essa questão, aponta pesquisa Datafolha feita no mês passado.
“Junho Vermelho” é o nome da campanha cujo objetivo é estimular as doações de sangue. O mês não foi escolhido à toa: é quando os voluntários esmorecem. Férias, resfriados típicos da época e um resguardo de 30 dias pós-vacina da gripe explicam o menor movimento nos bancos de sangue no inverno.
“A gente fica falando ‘vamos doar sangue!’, mas uma parcela significativa da população nem sabe seu tipo sanguíneo. Olha a distância que existe até a ação. Já sabíamos que o brasileiro não tem a cultura de doar sangue e, agora, sabemos também que ele não tem esse conhecimento”, diz Debi Aronis, a fundadora do Movimento Eu Dou Sangue e do Junho Vermelho.
Os números, porém, podem ser piores, segundo ela. “Esse é o percentual de pessoas que admitiram não saber. Muitas têm vergonha de dizer que não conhecem seu próprio tipo sanguíneo”.
De acordo com a pesquisa, o desconhecimento diminui conforme aumenta o grau de instrução – só 20% entre os mais instruídos não sabem seu tipo sanguíneo, ante 50% entre os menos instruídos – e a renda familiar mensal do entrevistado (20% entre os mais ricos ante 47% entre os mais pobres). Mais mulheres sabem esse dado do que os homens.
“Essa informação é dada quando o bebê nasce, mas depois pode acabar se perdendo. Mais tarde existe a possibilidade de ser oferecida novamente na doação de sangue, só que poucos doam.
Nos últimos 12 meses, 8% dos brasileiros adultos declararam ter doado sangue, mas, novamente, a taxa pode estar superestimada devido a um constrangimento em responder de forma negativa.
Segundo o Ministério da Saúde, só 2% da população brasileira doa sangue, e aqui a coisa se inverte: mais homens doam sangue do que as mulheres.
Debi Aronis lembra que esse índice na França é de 10%; em Israel, chega a 12%. “Países que têm história recente de catástrofes, ataques terroristas e guerras estão mais atentos para a importância da doação”.
(folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1899670-quase-40-dosbrasileiros- nao-sabem-seu-tipo-sangue-apontapesquisa. shtml?origin=folha. Adaptado).
Assinale a alternativa que, assim como a palavra “taxa”, é grafada com “X”.
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A, B, O ou AB? Quase 40% dos brasileiros não sabem responder essa questão, aponta pesquisa Datafolha feita no mês passado.
“Junho Vermelho” é o nome da campanha cujo objetivo é estimular as doações de sangue. O mês não foi escolhido à toa: é quando os voluntários esmorecem. Férias, resfriados típicos da época e um resguardo de 30 dias pós-vacina da gripe explicam o menor movimento nos bancos de sangue no inverno.
“A gente fica falando ‘vamos doar sangue!’, mas uma parcela significativa da população nem sabe seu tipo sanguíneo. Olha a distância que existe até a ação. Já sabíamos que o brasileiro não tem a cultura de doar sangue e, agora, sabemos também que ele não tem esse conhecimento”, diz Debi Aronis, a fundadora do Movimento Eu Dou Sangue e do Junho Vermelho.
Os números, porém, podem ser piores, segundo ela. “Esse é o percentual de pessoas que admitiram não saber. Muitas têm vergonha de dizer que não conhecem seu próprio tipo sanguíneo”.
De acordo com a pesquisa, o desconhecimento diminui conforme aumenta o grau de instrução – só 20% entre os mais instruídos não sabem seu tipo sanguíneo, ante 50% entre os menos instruídos – e a renda familiar mensal do entrevistado (20% entre os mais ricos ante 47% entre os mais pobres). Mais mulheres sabem esse dado do que os homens.
“Essa informação é dada quando o bebê nasce, mas depois pode acabar se perdendo. Mais tarde existe a possibilidade de ser oferecida novamente na doação de sangue, só que poucos doam.
Nos últimos 12 meses, 8% dos brasileiros adultos declararam ter doado sangue, mas, novamente, a taxa pode estar superestimada devido a um constrangimento em responder de forma negativa.
Segundo o Ministério da Saúde, só 2% da população brasileira doa sangue, e aqui a coisa se inverte: mais homens doam sangue do que as mulheres.
Debi Aronis lembra que esse índice na França é de 10%; em Israel, chega a 12%. “Países que têm história recente de catástrofes, ataques terroristas e guerras estão mais atentos para a importância da doação”.
(folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1899670-quase-40-dosbrasileiros- nao-sabem-seu-tipo-sangue-apontapesquisa. shtml?origin=folha. Adaptado).
Quanto à separação de sílabas, assinale a alternativa correta.
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A, B, O ou AB? Quase 40% dos brasileiros não sabem responder essa questão, aponta pesquisa Datafolha feita no mês passado.
“Junho Vermelho” é o nome da campanha cujo objetivo é estimular as doações de sangue. O mês não foi escolhido à toa: é quando os voluntários esmorecem. Férias, resfriados típicos da época e um resguardo de 30 dias pós-vacina da gripe explicam o menor movimento nos bancos de sangue no inverno.
“A gente fica falando ‘vamos doar sangue!’, mas uma parcela significativa da população nem sabe seu tipo sanguíneo. Olha a distância que existe até a ação. Já sabíamos que o brasileiro não tem a cultura de doar sangue e, agora, sabemos também que ele não tem esse conhecimento”, diz Debi Aronis, a fundadora do Movimento Eu Dou Sangue e do Junho Vermelho.
Os números, porém, podem ser piores, segundo ela. “Esse é o percentual de pessoas que admitiram não saber. Muitas têm vergonha de dizer que não conhecem seu próprio tipo sanguíneo”.
De acordo com a pesquisa, o desconhecimento diminui conforme aumenta o grau de instrução – só 20% entre os mais instruídos não sabem seu tipo sanguíneo, ante 50% entre os menos instruídos – e a renda familiar mensal do entrevistado (20% entre os mais ricos ante 47% entre os mais pobres). Mais mulheres sabem esse dado do que os homens.
“Essa informação é dada quando o bebê nasce, mas depois pode acabar se perdendo. Mais tarde existe a possibilidade de ser oferecida novamente na doação de sangue, só que poucos doam.
Nos últimos 12 meses, 8% dos brasileiros adultos declararam ter doado sangue, mas, novamente, a taxa pode estar superestimada devido a um constrangimento em responder de forma negativa.
Segundo o Ministério da Saúde, só 2% da população brasileira doa sangue, e aqui a coisa se inverte: mais homens doam sangue do que as mulheres.
Debi Aronis lembra que esse índice na França é de 10%; em Israel, chega a 12%. “Países que têm história recente de catástrofes, ataques terroristas e guerras estão mais atentos para a importância da doação”.
(folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1899670-quase-40-dosbrasileiros- nao-sabem-seu-tipo-sangue-apontapesquisa. shtml?origin=folha. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão
“8% dos brasileiros adultos ‘declararam’ ter doado sangue”.
Assinale a alternativa cujo verbo destacado está no mesmo tempo e modo que o verbo destacado acima.
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A, B, O ou AB? Quase 40% dos brasileiros não sabem responder essa questão, aponta pesquisa Datafolha feita no mês passado.
“Junho Vermelho” é o nome da campanha cujo objetivo é estimular as doações de sangue. O mês não foi escolhido à toa: é quando os voluntários esmorecem. Férias, resfriados típicos da época e um resguardo de 30 dias pós-vacina da gripe explicam o menor movimento nos bancos de sangue no inverno.
“A gente fica falando ‘vamos doar sangue!’, mas uma parcela significativa da população nem sabe seu tipo sanguíneo. Olha a distância que existe até a ação. Já sabíamos que o brasileiro não tem a cultura de doar sangue e, agora, sabemos também que ele não tem esse conhecimento”, diz Debi Aronis, a fundadora do Movimento Eu Dou Sangue e do Junho Vermelho.
Os números, porém, podem ser piores, segundo ela. “Esse é o percentual de pessoas que admitiram não saber. Muitas têm vergonha de dizer que não conhecem seu próprio tipo sanguíneo”.
De acordo com a pesquisa, o desconhecimento diminui conforme aumenta o grau de instrução – só 20% entre os mais instruídos não sabem seu tipo sanguíneo, ante 50% entre os menos instruídos – e a renda familiar mensal do entrevistado (20% entre os mais ricos ante 47% entre os mais pobres). Mais mulheres sabem esse dado do que os homens.
“Essa informação é dada quando o bebê nasce, mas depois pode acabar se perdendo. Mais tarde existe a possibilidade de ser oferecida novamente na doação de sangue, só que poucos doam.
Nos últimos 12 meses, 8% dos brasileiros adultos declararam ter doado sangue, mas, novamente, a taxa pode estar superestimada devido a um constrangimento em responder de forma negativa.
Segundo o Ministério da Saúde, só 2% da população brasileira doa sangue, e aqui a coisa se inverte: mais homens doam sangue do que as mulheres.
Debi Aronis lembra que esse índice na França é de 10%; em Israel, chega a 12%. “Países que têm história recente de catástrofes, ataques terroristas e guerras estão mais atentos para a importância da doação”.
(folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1899670-quase-40-dosbrasileiros- nao-sabem-seu-tipo-sangue-apontapesquisa. shtml?origin=folha. Adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta o correto plural do trecho abaixo.
“Essa informação é dada”.
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A, B, O ou AB? Quase 40% dos brasileiros não sabem responder essa questão, aponta pesquisa Datafolha feita no mês passado.
“Junho Vermelho” é o nome da campanha cujo objetivo é estimular as doações de sangue. O mês não foi escolhido à toa: é quando os voluntários esmorecem. Férias, resfriados típicos da época e um resguardo de 30 dias pós-vacina da gripe explicam o menor movimento nos bancos de sangue no inverno.
“A gente fica falando ‘vamos doar sangue!’, mas uma parcela significativa da população nem sabe seu tipo sanguíneo. Olha a distância que existe até a ação. Já sabíamos que o brasileiro não tem a cultura de doar sangue e, agora, sabemos também que ele não tem esse conhecimento”, diz Debi Aronis, a fundadora do Movimento Eu Dou Sangue e do Junho Vermelho.
Os números, porém, podem ser piores, segundo ela. “Esse é o percentual de pessoas que admitiram não saber. Muitas têm vergonha de dizer que não conhecem seu próprio tipo sanguíneo”.
De acordo com a pesquisa, o desconhecimento diminui conforme aumenta o grau de instrução – só 20% entre os mais instruídos não sabem seu tipo sanguíneo, ante 50% entre os menos instruídos – e a renda familiar mensal do entrevistado (20% entre os mais ricos ante 47% entre os mais pobres). Mais mulheres sabem esse dado do que os homens.
“Essa informação é dada quando o bebê nasce, mas depois pode acabar se perdendo. Mais tarde existe a possibilidade de ser oferecida novamente na doação de sangue, só que poucos doam.
Nos últimos 12 meses, 8% dos brasileiros adultos declararam ter doado sangue, mas, novamente, a taxa pode estar superestimada devido a um constrangimento em responder de forma negativa.
Segundo o Ministério da Saúde, só 2% da população brasileira doa sangue, e aqui a coisa se inverte: mais homens doam sangue do que as mulheres.
Debi Aronis lembra que esse índice na França é de 10%; em Israel, chega a 12%. “Países que têm história recente de catástrofes, ataques terroristas e guerras estão mais atentos para a importância da doação”.
(folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1899670-quase-40-dosbrasileiros- nao-sabem-seu-tipo-sangue-apontapesquisa. shtml?origin=folha. Adaptado).
Com base no texto, é correto afirmar que
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