Foram encontradas 350 questões.
Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-expositivo
Frequentemente os estoques dos bancos de sangue
chegam a níveis muito baixos, colocando em risco a vida de
muitas pessoas que precisam urgentemente receber
transfusões sanguíneas. Talvez você já tenha se questionado:
se transplantes de órgãos são possíveis, por que os mortos
não “doam” sangue? Pode parecer um pouco macabro, mas
esta ideia faz sentido e já foi usada pelo Instituto Sklifosovsky
na Rússia, que coletou sangue de cadáveres, suprindo 70%
das necessidades clínicas. Porém, há vários impasses que
fazem com que essa fonte não seja utilizada.
Para que a doação de sangue seja segura, é necessário
que o doador preencha vários quesitos, que protegem sua
saúde e a de quem irá receber o sangue. Neste caso, então, o
cuidado com a saúde obviamente volta-se somente ao
receptor.
Muitas pessoas não são aptas a serem doadoras por
possuírem, por exemplo, deficiências sanguíneas ou doenças
transmissíveis. E, tratando-se de pessoas mortas, as
probabilidades de elas terem alguma doença que torne seu
sangue impróprio à doação são maiores.
A impossibilidade de realizar a comum entrevista é
outro fator que põe em risco a segurança do procedimento.
Muitos pensam que essa não seja necessária, já que, de
qualquer modo, inúmeros testes e análises serão feitos à
procura de vírus, bactérias e outros fatores que possam
comprometer a saúde do receptor. Mas, sem a entrevista,
que busca obter informações sobre situações ou
comportamentos de risco do doador, aumentam as chances
de que o sangue seja coletado durante a janela imunológica
de alguma doença. Nesse período, o organismo está
infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para
serem detectados nos testes.
Outra barreira é o curto tempo de conservação do
sangue. Poucas são as oportunidades em que a coleta
poderia acontecer antes que o sangue comece a coagular ou
que fique com muitos produtos residuais.
A conclusão é a de que, apesar da escassez de sangue,
atualmente ainda é mais fácil (e mais barato) investir para
que mais pessoas, vivas, doem sangue voluntariamente.
Internet: www.biologiatotal.com.br (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos do texto e das ideias nele expressas, julgue os itens de 1 a 6.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Jornada de Risco
Com o tempo e com a falta de segurança nas estradas,
caminhoneiros enfrentam cada vez mais longas jornadas sem
dormir. O Brasil terá o maior laboratório da América Latina de
exames toxicológicos para motoristas de carga.
Correio Braziliense, fev./2018 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue os itens subsequentes, relativos ao controle do uso de drogas causadoras de dependência entre os trabalhadores.
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Novo vírus na China
Um novo coronavírus, que provém dos morcegos e
causou a morte de quase 25 mil porcos na China, entre 20
e 2017, apareceu na região onde ocorreu o surto de
pneumonia atípica SARS em 2003, segundo estudo do
Instituto de Virologia de Wuhan. A identificação de novos
vírus nos animais e a rápida determinação de seu potencial
de infetar pessoas é um meio-chave para reduzir as ameaças
à saúde mundial, indicaram os pesquisadores.
Correio Braziliense, abril/2018 (com adaptações)
Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 109 a 114 acerca do vírus influenza e de outros vírus.
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