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Os ligamentos são constituídos por estruturas fibrosas de tecido conjuntivo denso que interligam estruturas ósseas, contribuindo para a estabilidade articular de forma:
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A eritropoese é o processo responsável pela produção de eritrócitos, sendo regulada por diversos fatores fisiológicos. O hormônio que é o principal regulador desse processo e estimula a produção de eritrócitos na medula óssea é:
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De acordo com o código de ética profissional, é vedado ao Fisioterapeuta prestar assistência gratuita ou preço ínfimo, exceto no caso de:
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Pessoas que tiveram reação adversa grave em doação anterior fi cam impossibilitadas de doar sangue:
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Um paciente de 45 anos, usuário de drogas injetáveis no passado, foi diagnosticado com hepatite C através de testes sorológicos positivos para anti-HCV. Para definir o manejo terapêutico, o médico deve solicitar um exame molecular para confirmar a replicação viral e quantificar a carga viral. O teste mais indicado para isso é:
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Para o exercício profissional do Fisioterapeuta, é obrigatória a sua inscrição no conselho regional da circunscrição em que atua, devendo manter seus dados cadastrais atualizados nos sistemas dos órgãos:
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Com o objetivo de assegurar a exatidão e a confiabilidade dos resultados obtidos após os testes laboratoriais executados no serviço de hemoterapia, deve-se:
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O tempo exato que deve ser considerado inapto temporário o candidato a doador de sangue que teve alguma doença sexualmente transmissível, após sua cura, é de:
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Quando eu deixei de acreditar em mim
Mayara Godoy
Quando foi que essa dúvida se abateu sobre minhas tão sólidas certezas? Quando foi que deixei de acreditar na única pessoa em quem deveria confiar sempre?
Dia desses, me peguei tentando me lembrar quando foi que eu deixei de acreditar em mim mesma.
Eu sempre fui uma pessoa autoconfiante. Pelo menos em alguns aspectos da vida. Desde pequena, eu sempre fui estudiosa, e ia bem na escola. Isso não foi um problema para mim, nem mesmo quando tive de pular um ano no prezinho e acabei fi cando adiantada, estudando com crianças mais velhas que eu.
Lá pela sexta série, eu já tinha uma clareza de qual carreira gostaria de seguir, e me matriculei na faculdade sem nenhuma dúvida de que aquele seria meu caminho.
Fiz estágios, trabalhos voluntários, me metia em tudo que era evento aleatório, apenas na ânsia de aprender. Tinha sede do mundo, sede de conhecimento, pressa de avançar. Tinha um brilho no olhar que parecia difícil de apagar.
Ao me formar, rapidamente consegui empregos, sempre fui bem recomendada pelos ex-chefes, e sempre fui adiante de cabeça erguida.
Olhando hoje, é muito nítido o quanto eu seguia em frente sem hesitar, o quanto eu tinha certeza de cada passo que dava. Talvez, fosse só imaturidade juvenil, aquela pseudoarrogância típica de quem não viveu muito ainda, aquela ingenuidade que chega a ser bonita. Talvez.
Com o passar dos anos, eu sempre continuei perseguindo o conhecimento, as experiências, o crescimento. Sempre segui estudando, me dedicando, dando o meu melhor.
Mas, em algum momento, isso mudou. Hoje me olho no espelho e não sei mais quem sou. E percebo que não é uma crise com a minha profissão especificamente, é comigo mesma. Aquela autoconfiança, aquela segurança, aquela ousadia, tudo sumiu. Hoje me sinto incapaz, obsoleta, perdida e irrelevante.
Em que momento eu deixei de acreditar em mim? Em que momento meu espírito foi quebrado dessa maneira? Eu sinceramente não sei responder. Não sei se foi um acúmulo de experiências negativas com o passar dos anos, ou se foi alguma situação pontual, mas sinto que algo em mim morreu; o combustível que alimentava esse fogo acabou.
Alguma parte fundamental do meu ser, algum elemento estrutural que me sustentava, ruiu. Como uma coluna de sustentação de um prédio derrubada por engano, sinto que algum dos meus pilares cedeu. Talvez seja o que as pessoas chamam de crise existencial, crise de meia idade, crise dos 30 (e poucos), ou talvez alguma outra ainda não nominada.
Mas, a sensação é a de ter sido completamente dominada pela síndrome da impostora, de ter sucumbido a ela, de ter perdido a vontade de provar que quem duvida de mim está errado. Hoje, eu duvido e faço coro com essas pessoas.
Sei que parece um tanto triste usar este espaço para um desabafo assim, tão pessoal, mas tendo a acreditar que não sou a única. Acredito que mais gente por aí se identifique com esse sentimento – e quem sabe alguém possa me contar como a gente se livra dele?
Fonte: https://cronicasdecategoria.com/2024/03/05/quando-eu-deixei-de-acreditar-em-mim/. Acesso em 22/12/2024
No título do texto (“Quando eu deixei de acreditar em mim”), o verbo em destaque está flexionado no:
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O diagnóstico molecular é uma ferramenta essencial para a identificação e o monitoramento de infecções pelo vírus da hepatite B (HBV), especialmente em casos crônicos. O teste mais indicado para identificar mutações de resistência aos antivirais em pacientes com infecção crônica pelo HBV é:
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