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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
A ocorrência de reação anafilática após o recebimento de qualquer dose de vacina é suficiente para se estabelecer contra-indicação geral para todos os imunobiológicos.
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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
É uma contra-indicação para as vacinas de bactéria atenuada ou de vírus vivo atenuado a presença de imunodeficiência congênita ou adquirida.
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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
A vacina contra a febre amarela não pode ser administrada no primeiro ano de vida, devido aos riscos de danos neurológicos.
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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
A vacina dupla tipo adulto (dT) é preconizada para gestantes e mulheres em idade fértil, a fim de se controlar o tétano neonatal.
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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
A vacina tríplice viral , contra a difteria, tétano e coqueluche, é administrada em crianças a partir dos 12 meses de idade, preferencialmente aos 15 meses.
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O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), disciplina e organiza as ações de vacinação executadas em todo território nacional. Acerca desse tema, julgue os itens subseqüentes.
A vacina contra o haemophilus influenzae tipo b é um dos poucos imunobiológicos que não faz parte do esquema prioritário de administração do PNI.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças respiratórias
- Doenças Crônicas Não TransmissíveisDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Uma paciente de 54 anos de idade, viúva, foi admitida há duas semanas em uma unidade de clínica médica com queixa de dificuldade respiratória há vários dias. Tem história de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e internações freqüentes, tendo-se submetido a ventilação mecânica em uma dessas internações. Foram constatadas, ao exame clínico, febre, piora progressiva do quadro respiratório e dispnéia associada a cansaço intenso, que a prejudicavam na realização de tarefas diárias, como vestir-se e tomar banho. Tabagista desde os 15 anos de idade, abandonou o cigarro somente aos 50 anos. Nega etilismo. Apresentou os seguintes sinais vitais: temperatura de 35,7ºC; pulso de 70 bpm; freqüência respiratória de 20 irpm; pressão arterial de 130/86 mmHg; peso de 75kg e altura de 1,54 m. A paciente apresenta esforço respiratório evidente, tosse, falta de apetite, dificuldade para realizar atividades usuais, desinteresse pelas atividades de cuidado e pelas rotinas do hospital, diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado e presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Diz estar sem energia para viver.
Em face dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Para a avaliação da dinâmica respiratória, é necessária a ausculta pulmonar.
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Uma paciente de 54 anos de idade, viúva, foi admitida há duas semanas em uma unidade de clínica médica com queixa de dificuldade respiratória há vários dias. Tem história de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e internações freqüentes, tendo-se submetido a ventilação mecânica em uma dessas internações. Foram constatadas, ao exame clínico, febre, piora progressiva do quadro respiratório e dispnéia associada a cansaço intenso, que a prejudicavam na realização de tarefas diárias, como vestir-se e tomar banho. Tabagista desde os 15 anos de idade, abandonou o cigarro somente aos 50 anos. Nega etilismo. Apresentou os seguintes sinais vitais: temperatura de 35,7ºC; pulso de 70 bpm; freqüência respiratória de 20 irpm; pressão arterial de 130/86 mmHg; peso de 75kg e altura de 1,54 m. A paciente apresenta esforço respiratório evidente, tosse, falta de apetite, dificuldade para realizar atividades usuais, desinteresse pelas atividades de cuidado e pelas rotinas do hospital, diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado e presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Diz estar sem energia para viver.
Em face dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Sibilos são sons respiratórios anormais, ruídos adventícios que se assemelham aos sons do rompimento de pequenas bolhas, podendo ser auscultados no final da inspiração e no início da expiração.
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Uma paciente de 54 anos de idade, viúva, foi admitida há duas semanas em uma unidade de clínica médica com queixa de dificuldade respiratória há vários dias. Tem história de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e internações freqüentes, tendo-se submetido a ventilação mecânica em uma dessas internações. Foram constatadas, ao exame clínico, febre, piora progressiva do quadro respiratório e dispnéia associada a cansaço intenso, que a prejudicavam na realização de tarefas diárias, como vestir-se e tomar banho. Tabagista desde os 15 anos de idade, abandonou o cigarro somente aos 50 anos. Nega etilismo. Apresentou os seguintes sinais vitais: temperatura de 35,7ºC; pulso de 70 bpm; freqüência respiratória de 20 irpm; pressão arterial de 130/86 mmHg; peso de 75kg e altura de 1,54 m. A paciente apresenta esforço respiratório evidente, tosse, falta de apetite, dificuldade para realizar atividades usuais, desinteresse pelas atividades de cuidado e pelas rotinas do hospital, diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado e presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Diz estar sem energia para viver.
Em face dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
A freqüência respiratória faz parte da avaliação dos sinais vitais. Sua verificação deve obedecer à técnica de contagem dos movimentos respiratórios, durante um quarto de minuto, sem que a paciente tenha consciência da realização do procedimento.
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Uma paciente de 54 anos de idade, viúva, foi admitida há duas semanas em uma unidade de clínica médica com queixa de dificuldade respiratória há vários dias. Tem história de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e internações freqüentes, tendo-se submetido a ventilação mecânica em uma dessas internações. Foram constatadas, ao exame clínico, febre, piora progressiva do quadro respiratório e dispnéia associada a cansaço intenso, que a prejudicavam na realização de tarefas diárias, como vestir-se e tomar banho. Tabagista desde os 15 anos de idade, abandonou o cigarro somente aos 50 anos. Nega etilismo. Apresentou os seguintes sinais vitais: temperatura de 35,7ºC; pulso de 70 bpm; freqüência respiratória de 20 irpm; pressão arterial de 130/86 mmHg; peso de 75kg e altura de 1,54 m. A paciente apresenta esforço respiratório evidente, tosse, falta de apetite, dificuldade para realizar atividades usuais, desinteresse pelas atividades de cuidado e pelas rotinas do hospital, diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado e presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Diz estar sem energia para viver.
Em face dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
A relação peso/estatura é útil na avaliação do estado nutricional dessa paciente. O cálculo do índice de massa corporal (IMC) permite classificá-la como obesa de classe I.
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