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Texto I

Nem anjo nem demônio

Desde que a TV surgiu, nos anos 40, fala-se do seu poder de causar dependência. Os educadores dos anos 60 bradaram palavras acusando-a de “chupeta eletrônica”. Os militantes políticos creditavam a ela a alienação dos povos. Era um demônio que precisava ser destruído. Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado – ao menos não por esse motivo. Ponto para a televisão, que provou também ser informativa, educativa e (por que não?) um ótimo entretenimento. Com exceção da qualidade da programação dos canais abertos, tudo melhorou. Mas começaram as preocupações em relação aos telespectadores que não conseguem dormir sem o barulho eletrônico ao fundo. Ou aos que deixam de ler, sair com amigos e até de namorar para dedicar todo o tempo livre a ela, ainda que seja pulando de um programa para o outro. “Nada nem ninguém me faz sair da frente da TV quando volto do trabalho”, afirma a administradora de empresa Vânia Sganzerla.

Muitos telespectadores assumem esse comportamento. Tanto que um grupo de estudiosos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora. “Todo comportamento compulsivo ao qual a pessoa se apega para buscar alívio, se fugir do controle, pode ser caracterizado como dependência”, explica Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos da Mídia da Universidade de Rutgers.

Os efeitos da televisão sobre o sono variam muito. “Quando tenho um dia estressante, agitado, não durmo sem ela”, comenta Maurício Valim, diretor de programas especiais da TV Cultura e criador do site Tudo sobre TV. Outros, como Martin Jaccard, sonorizador de ambientes, reconhecem que demoram a pegar no sono após uma overdose televisiva. “Sinto uma certa irritação, até raiva, por não ter lido um bom livro, namorado ou ouvido uma música, mas ainda assim não me arrependo de ver tanta TV, não. Gosto demais.” É uma das mais prosaicas facetas desse tipo de dependência, segundo a pesquisa do Centro de estudos da Mídia. As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito. Sinal de que tanto mal assim também não faz.

(SCAVONE, Míriam. Revista Claudia. São Paulo: Abril, abr. 2002. P.16-7)

No trecho “fala-se do seu poder de causar dependência.” (1º §), a construção em destaque cria o seguinte efeito sintático:

 

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1308264 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Sobre nutrição parenteral, assinale a alternativa correta.
 

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Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, as que seguem, EXCETO:
 

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1302874 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Sobre a lei do exercício profissional, leia as frases abaixo e marque (F) se a afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
( ) O procedimento de palpação do pulso radial pode ser delegado ao pessoal de enfermagem de nível médio.
( ) Somente o enfermeiro e técnico de enfermagem podem avaliar o pulso apical.
( ) O enfermeiro é responsável por determinar a presença de um déficit de pulso e de avaliações de seguimento.
 

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1297856 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Sobre os tipos de dietas existentes, dizemos que uma dieta com pouco resíduo, onde não se utilizam frituras, nem alimentos ricos em gorduras ou sobremesas cremosas é denominada ____________. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
 

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1296832 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Para trabalhar em sala de recuperação pós-anestésica o técnico de enfermagem deve possuir especialização nesta área. Sobre as atribuições do técnico de enfermagem em sala de recuperação pós-anestésica, leia as frases abaixo e marque (F) se a afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
( ) Preparar sob a orientação do médico, a cama ou a unidade do paciente de acordo com a cirurgia, a anestesia e o estado do paciente.
( ) Admitir o paciente em recuperação pós-anestésica em conjunto com o enfermeiro.
( ) Avaliar o estado do paciente, utilizando para isso o índice de Aldrete e Kroulik.
( ) Comunicar somente ao médico as condições do paciente e, em especial, as eventuais intercorrências.
 

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Texto I

Nem anjo nem demônio

Desde que a TV surgiu, nos anos 40, fala-se do seu poder de causar dependência. Os educadores dos anos 60 bradaram palavras acusando-a de “chupeta eletrônica”. Os militantes políticos creditavam a ela a alienação dos povos. Era um demônio que precisava ser destruído. Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado – ao menos não por esse motivo. Ponto para a televisão, que provou também ser informativa, educativa e (por que não?) um ótimo entretenimento. Com exceção da qualidade da programação dos canais abertos, tudo melhorou. Mas começaram as preocupações em relação aos telespectadores que não conseguem dormir sem o barulho eletrônico ao fundo. Ou aos que deixam de ler, sair com amigos e até de namorar para dedicar todo o tempo livre a ela, ainda que seja pulando de um programa para o outro. “Nada nem ninguém me faz sair da frente da TV quando volto do trabalho”, afirma a administradora de empresa Vânia Sganzerla.

Muitos telespectadores assumem esse comportamento. Tanto que um grupo de estudiosos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora. “Todo comportamento compulsivo ao qual a pessoa se apega para buscar alívio, se fugir do controle, pode ser caracterizado como dependência”, explica Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos da Mídia da Universidade de Rutgers.

Os efeitos da televisão sobre o sono variam muito. “Quando tenho um dia estressante, agitado, não durmo sem ela”, comenta Maurício Valim, diretor de programas especiais da TV Cultura e criador do site Tudo sobre TV. Outros, como Martin Jaccard, sonorizador de ambientes, reconhecem que demoram a pegar no sono após uma overdose televisiva. “Sinto uma certa irritação, até raiva, por não ter lido um bom livro, namorado ou ouvido uma música, mas ainda assim não me arrependo de ver tanta TV, não. Gosto demais.” É uma das mais prosaicas facetas desse tipo de dependência, segundo a pesquisa do Centro de estudos da Mídia. As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito. Sinal de que tanto mal assim também não faz.

(SCAVONE, Míriam. Revista Claudia. São Paulo: Abril, abr. 2002. P.16-7)

Considerando o modo pelo qual o assunto é apresentado no texto, é possível perceber o predomínio da seguinte função da linguagem:

 

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1296566 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Sobre os cuidados específicos de enfermagem no pós-operatório de amigdalectomia e adenoidectomia, assinale a alternativa correta.
 

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716243 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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Sobre a definição da Parada Cardiorrespiratória (PCR), assinale a alternativa correta.
 

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716092 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBFC
Orgão: HMDCC
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A esquistossomose é uma doença infecciosa parasitária provocada por vermes do gênero Schistosoma, inicialmente assintomática, que pode evoluir até as formas clínicas extremamente graves. Sobre a esquistossomose, leia as frases abaixo e a seguir assinale a alternativa que corresponde a resposta correta.
I. A suscetibilidade ao verme é geral. Qualquer pessoa independente de sexo, cor (raça), idade, uma vez entrando em contato com as cercárias, pode vir a contrair a doença.
II. O horário no qual as cercárias são vistas em maior quantidade na água e com maior atividade é entre 06 e 10h, quando a luz solar e o calor são mais brandos.
III. As pessoas parasitadas podem continuar eliminando ovos viáveis do S. mansoni em média por cinco anos, podendo chegar até mais de 20 anos.
IV. Os caramujos infectados podem eliminar cercárias durante vários meses.
 

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