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Foram encontradas 75 questões.

233671 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Um belo elogio pode ser um motivador poderoso, mas apenas se você ressaltar as qualidades certas. Elogiar a capacidade de alguém se esforçar funciona melhor do que simplesmente exaltar seu brilhantismo. Pesquisas mostram que crianças elogiadas por sua inteligência se esforçam menos em tarefas futuras. Louvar a inteligência produz a crença de que tudo deve ser natural e, quando isso não acontece, as crianças pensam que não são mais espertas, ou então escolhem o caminho mais fácil para que não descubram que são "fraudes".

Segundo a psicóloga Heidi Grant Halvorson, diretora associada do Motivation Science Center da Universidade de Colúmbia, o ideal seria ajudar a pessoa a pensar positivamente – e com realismo – sobre alcançar seus objetivos ao mesmo tempo em que se elogia seu esforço. Quando são elogiados por sua persistência, aqueles que acreditam que o caminho pela frente será difícil se esforçam mais.

O modo como o elogio é apresentado conta tanto quanto o elemento sendo enaltecido. A exaltação deve ser específica e sincera. Além disso, deve ser oferecida generosamente, em especial, no escritório.

Os trabalhadores que foram solicitados a aprender uma tarefa foram mais bem - sucedidos depois de terem sido elogiados no início da nova atividade, conforme constatou uma pesquisa realizada no Japão. Para o cérebro humano, receber um elogio é uma recompensa social tão válida quanto ganhar dinheiro.

Quando a pergunta é “Qual a resposta adequada para um elogio?”, a resposta quase sempre é dizer “obrigado”. Na verdade, ao receber um elogio, apenas um terço das pessoas o aceitam com tanta simplicidade e harmonia, revela o linguista Robert Herbert, da Binghamton University.

E não, as mulheres não são piores do que os homens em aceitar elogios. É o gênero de quem transmite a mensagem que mais influencia a resposta. Ambos os sexos têm maior probabilidade de aceitar um elogio dado por um homem do que por uma mulher. Quando um homem diz “bonito xale”, a mulher tende a responder de maneira afirmativa: “obrigado, minha irmã tricotou para mim.”

Mas quando uma mulher diz para outra sobre o “moletom lindo!”, a resposta mais provável é contestar. “Estava em promoção no mercado e nem tinham a cor que eu queria”. Uma resposta como essa, cujo objetivo é fazer com que a elogiadora ache que a elogiada não é orgulhosa, só faz com que a primeira se sinta deslocada ou invalidada.

Segundo Herbert, o melhor é fazer um comentário relevante relacionado (“obrigado, também é meu favorito”). Mas nada supera um sorriso, olhar o elogiador nos olhos e dizer “obrigado”.

LOFTUS, Mary. Etiqueta cotidiana. Galileu. São Paulo, Globo, n. 271, fev. 2014, p. 36-38 (Adaptado).

A linguagem do texto é descontraída e, em algumas passagens, se afasta da norma escrita padrão.

As passagens de todas as alternativas confirmam o que se disse acima, EXCETO:

 

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233670 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Paixão, amor, casamento...

Você já se imaginou vivendo 10, 20 ou 50 anos com a mesma pessoa? Sentindo sempre o mesmo prazer em sua companhia, o mesmo conforto em seus braços? Se a perspectiva parece interessante, agradeça ao seu cérebro (e se não agrada, a culpa é dele, também). De certa forma, é curioso que laços afetivos fortes, como os amorosos, sejam tão importantes para nossa espécie. Tecnicamente, viver em sociedade, ou mesmo em pares, não é obrigatório para a sobrevivência de nenhum animal. Observem-se tantos mamíferos, aves e outros bichos que procuram um par somente para o acasalamento e, imediatamente depois, segue cada um o seu caminho.

Se gostamos de formar pares a ponto de investir boa parte de nossa energia, tempo e esforços cognitivos em convencer um belo exemplar do sexo interessante de que nós somos a pessoa mais sensacional e desejável na face da Terra, é porque o sistema cerebral humano, como o de outros animais sociais, é capaz de atribuir um valor positivo à companhia alheia. Isso é função do sistema de recompensa, conjunto de estruturas no centro do cérebro especializadas em detectar quando algo interessante acontece, premiar-nos com uma sensação física inconfundível de prazer e satisfação e ainda associar esse prazer com o que levou a ele – o que pode ser uma ação, uma situação, um objeto ou... alguém.

À medida que o prazer se repete na companhia dessa pessoa, o valor positivo que atribuímos a ela é reforçado, enquanto torcemos para que o mesmo aconteça no cérebro dela, associando um valor cada vez mais positivo à nossa própria companhia, claro. É o que fazemos no período de namoro, quando conversas interessantes, passeios agradáveis, boa música, boa comida e carinho oferecem prazeres que vão sendo associados à companhia do outro. Se “rolar” sexo, melhor ainda: o prazer do orgasmo funciona como uma cola extraordinária para o sistema de recompensa, que atribui (corretamente!) a satisfação incrível àquela pessoa específica (mas é verdade que isso não funciona tão bem em alguns cérebros...).

Com a repetição, o sistema de recompensa vai aprendendo a ficar ativado não apenas em resposta, mas também em antecipação à presença daquela pessoa. Esse prazer antecipado é a motivação, que nos dá forças para alterar compromissos, abrir espaço na agenda e ficar acordado madrugada adentro. Essa é a paixão, estado de motivação enorme em que se faz tudo em nome de mais tempo na presença do ser amado.

Quando vira amor? Essa questão é complicada, mas existe ao menos uma definição operacional curiosa: passado o ardor da paixão, descobre-se que se ama alguém quando o fato de pensar no que seria da vida sem a pessoa causa angústia sincera e profunda. O amor é esse laço que faz o cérebro achar que a felicidade está vinculada à presença e à felicidade do outro e que fazê-lo feliz dá novo sentido à vida. Nesse estado, desejar o casamento é apenas natural.

Se é para sempre? Depende de vários fatores, alguns deles fora de nosso alcance, como ser traído (e não apenas sexualmente). A boa notícia da neurociência sobre a longevidade dos relacionamentos amorosos é que eles não estão necessariamente fadados ao esgotamento: é, sim, possível se sentir apaixonado décadas a fio pela mesma pessoa. E não é mero acaso de sorte: você pode fazer sua parte. É uma questão de continuar inventando e descobrindo novos prazeres a dois. Tudo para manter o sistema de recompensa do outro interessado em você...

(Herculano-Houzel, S., Scientific American - Cérebro e Mente, out/2010.

Em qual das alternativas abaixo o uso do acento grave indicativo de crase é facultativo?
 

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233669 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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“Não há restrições para o uso de raios X em crianças, desde que o benefício clínico seja maior do que os potenciais riscos de exposição à radiação.”

O conetivo em destaque na frase acima expressa a ideia de

 

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308760 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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Assinale a alternativa que apresenta as fases da cicatrização consecutivamente.
Questão Anulada

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308755 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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A Resolução do COFEN, nº 293/2004 fixa e estabelece parâmetros para dimensionamento de pessoal aos profissionais de enfermagem. O artigo 4º dessa resolução considera a necessidade de horas de enfermagem, por cliente em 24hs, por caracterização das unidades, sendo as mesmas:

3,8 horas de enfermagem, por cliente, na assistência mínima ou autocuidado.

5,6 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intermediária.

9,4 horas de enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva.

17,9 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intensiva.

Considerando que cada unidade tem 10 leitos, tendo como pré-suposto o acréscimo do índice de segurança técnica mínima referida na resolução, assinale a alternativa que apresenta o quantitativo mínimo de profissionais de enfermagem necessários em 24hs consecutivamente para assistência mínima, intermediária, semi-intensiva e intensiva:

Questão Anulada

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