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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente de 70 anos de idade, sexo feminino, leucoderma, tem forte cefaleia há três semanas. Não tem relato prévio de cefaleia. Nega ser diabética ou hipertensa. Nega também qualquer outro antecedente médico relevante.
O achado do exame físico que, nesse caso, pode ser específico para a determinar a causa da cefaleia é
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A síndrome de hipoventilação é uma causa de cefaleia matutina logo após o paciente despertar.
A hipótese que melhor explica a causa desse tipo de cefaleia é
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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente de 66 anos de idade, sexo feminino, diagnóstico recente de epilepsia secundária (pós-acidente vascular cerebral isquêmico) com crises focais motoras. A paciente é portadora de litíase renal e fibrilação atrial (faz uso de warfarina).
O anticonvulsivante apropriado para essa situação é
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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente de 63 anos de idade, sexo masculino, queixa-se de mialgia importante e paresia proximal de grau leve após o uso de sinvastatina. Após a suspensão do medicamento, não apresentou melhora em 90 dias. Manteve desde o início CPK (creatinoquinase) elevada.
A hipótese diagnóstica que justifica esse quadro clínico é
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São padrões associados a grave alteração clínica, exceto:
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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente de 55 anos de idade, sexo masculino, foi vítima de acidente vascular isquêmico há dois dias. A investigação revela múltiplas estenoses intracranianas. Não há anormalidade ecocardiográfica e nenhum relato de arritmia cardíaca (realizado Holter e eletrocardiograma).
Nesta situação, assinale a conduta correta.
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No tratamento medicamentoso das epilepsias, deve-se previlegiar a monoterapia ainda que em dose elevada. No entanto, ocasionalmente a associação de medicamentos é imprescindível para o sucesso terapêutico.
Qual a associação de medicamentos antiepiléticos é racional e sinérgica levando em consideração o mecanismo de ação e características farmacocinéticas das drogas?
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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, 77 anos de idade, apresenta-se com fibrilação atrial. Durante a avaliação, ela pergunta sobre a prevenção de “derrame” nos portadores de fibrilação atrial.
Baseado nos dados expostos, a conduta a ser seguida nesse caso é
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A demência frontotemporal é uma causa significativa de déficit cognitivo na população abaixo de 60 anos.
São características de demência frontotemporal, exceto:
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Considere o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, 35 anos de idade, com perda visual do olho direito de curso subagudo em dois dias. Tem acuidade visual de 20/100 à direita e 20/20 à esquerda. Teve sintomas de dor à movimentação ocular e refere que a perda visual compromete o campo central de sua visão. Refere que nunca havia apresentado qualquer sintoma semelhante. Nega parestesias e hipoestesia. Estudo de ressonância magnética do encéfalo normal e estudo do nervo óptico direito com lesão captante de contraste localizada e de pequena dimensão na porção retro-orbitária do olho direito.
Frente a esse quadro clinico, o risco de a paciente apresentar esclerose múltipla clinicamente definida nos próximos 12 anos será de
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