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A Atenção Básica tem como um de seus princípios possibilitar o primeiro acesso das pessoas ao sistema de Saúde, inclusive daquelas que demandam um cuidado em saúde mental. Neste ponto de atenção, as ações são desenvolvidas em um território geograficamente conhecido, possibilitando aos profissionais de Saúde uma proximidade para conhecer a história de vida das pessoas e de seus vínculos com a comunidade/território onde moram, bem como com outros elementos dos seus contextos de vida. Podemos dizer que o cuidado em saúde mental na Atenção Básica é bastante estratégico pela facilidade de acesso das equipes aos usuários e vice-versa.
São os princípios fundamentais da articulação entre Saúde Mental e Atenção Básica, EXCETO
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A equipe multidisciplinar, para um bom entendimento das experiências de vida do portador de sofrimento mental, precisa de tecnologias de cuidado.
Com relação a esta temática é possível afirmar, EXCETO
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no SUS
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
A concepção teórica e metodológica Paideia, desenvolvida por Gastão Wagner de Sousa Campos e colaboradores (2010) ao longo dos últimos 25 anos, vem sendo amplamente utilizada em políticas e práticas de saúde no Brasil.
Sobre a Clínica Ampliada/SUS, é CORRETO afirmar
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De acordo com Regina Benevides (2005), os princípios norteadores da Política Nacional de Humanização (PNH) são os seguintes
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Conforme o enunciado acima em se tratando da classificação das modalidades “CAPS” (Centro de Atenção Psicossocial)
I. CAPS I e CAPS II: São centros para atendimento diário de adultos, em sua população de abrangência, somente a pessoas com transtornos mentais leves e moderados.
II. CAPS III: são CAPS para atendimento diário e noturno de adultos, durante sete dias da semana, atendendo à população de referência com transtornos mentais severos e persistentes.
III. CAPSi: são CAPS para infância e adolescência, para atendimento diário a crianças e adolescentes com transtornos mentais.
IV. CAPSad: são CAPS para usuários de álcool e drogas, para atendimento diário à população com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas. Esse tipo de CAPS possui leitos de repouso com a finalidade exclusiva de tratamento de desintoxicação
Sobre estas alternativas acima descritas, é CORRETO afirmar
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
Os CAPS e outros tipos de serviços substitutivos que têm surgido no país são atualmente regulamentados pela Portaria nº 336/GM, de 19 de fevereiro de 2002 e integram a rede do Sistema Único de Saúde, o SUS; têm a missão de dar um atendimento diuturno às pessoas que sofrem com transtornos mentais severos e persistentes, num dado território, oferecendo cuidados clínicos e de reabilitação psicossocial, com o objetivo de substituir o modelo hospitalocêntrico.
Dentre esses avanços, é CORRETO afirmar que aqueles que exigiram dos gestores do SUS uma permanente articulação com a comunidade, a vizinhança e outros cenários e pessoas do território foram
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Sobre a reforma psiquiátrica brasileira e seu processo de desinstitucionalização, é CORRETO afirmar
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A portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011 instituiu a rede de Atenção à Saúde Mental Brasileira e é parte integrante do Sistema Único de Saúde (SUS). Esta rede
I. É composta por Centros de Atenção Psicossocial, Serviços Residenciais Terapêuticos, Centros de Convivência, Ambulatórios de Saúde Mental e Hospitais Gerais. Ela se caracteriza por ser essencialmente pública, de base municipal e com um controle social fiscalizador e gestor no processo de consolidação da Reforma Psiquiátrica.
II. Define-se como de base comunitária, sendo uma articulação complexa de diversos equipamentos sociopolíticos e culturais, não se restringindo aos equipamentos de serviços de saúde especializados. A articulação em rede tem sido pensada como algo que possa garantir resolutividade, promoção da autonomia e da cidadania das pessoas com transtornos mentais.
III. O território é um organizador da rede de atenção à saúde mental, pois ele se designa não apenas como uma área geográfica, mas pela articulação de pessoas, instituições, cenários nos quais se dão a vida comunitária. Isto permite afirmar que trabalhar em um território é trabalhar com componentes, saberes e forças concretas da comunidade que propõem soluções, apresentam demandas e que podem construir objetivos comuns. Significa ter o compromisso de resgatar todos os saberes e potencialidades dos recursos da comunidade, construindo coletivamente as soluções, a multiplicidade de trocas entre as pessoas e os cuidados em saúde mental.
IV. Os Centros de Atenção Psicossocial são articuladores estratégicos da rede de atenção à saúde mental e da política de saúde mental em determinado território, funcionando em regime fechado, com internamentos diários e agenda aberta para pessoas em sofrimento psíquico. Diz-se que estes Centros são complementares aos hospitais psiquiátricos e traçam uma nova clínica no cuidado em saúde mental, ao se fundamentar no protagonismo e na autonomia do usuário.
Assinale a opção com as afirmativas CORRETAS
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Para Paulo Amarante (2007), a Reforma Psiquiátrica contribuiu para uma nova forma de pensar a atenção em Saúde Mental.
Com referência ao tema, assinale a alternativa CORRETAProvas
Couto e Delgado (2015) destacam que até o final do século XX não era possível afirmar a existência, no contexto brasileiro, de uma política de saúde mental para crianças e adolescentes (SMCA). Sobre as análises dos autores, analise as afirmativas abaixo
I. As duas ações prioritárias escolhidas pelo Sistema Único de Saúde, no começo do século XXI, para iniciar o processo de construção de redes de cuidado para SMCA, a implantação de Centros de Atenção Psicossocial Infantil e Juvenil e o desenvolvimento de estratégias para articulação intersetorial, são ações-chave para alavancar a montagem de uma rede pública ampliada nesta área.
II. A Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1989, da qual o Brasil foi signatário e a promulgação, no Brasil, do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, foram responsáveis pela emergência de condições simbólicas e reais para a proposição da política de saúde mental para crianças e adolescentes no início do século XXI.
III. A instituição da política de saúde mental na infância e adolescência de maneira ampliada está relacionada com as reformulações ocorridas no Estado brasileiro no período da redemocratização e consolidação da Constituição Federal de 1988 assim como também ao movimento internacional de defesa de direitos, que gerou uma profunda mudança nas concepções sobre a criança e o adolescente, instando as sociedades a reconstruir suas agendas e ações dirigidas a eles.
IV. Houve uma inserção tardia da saúde mental infantil e juvenil na agenda da saúde pública brasileira e no processo conhecido como Reforma Psiquiátrica. As ações que contribuíram para a construção dessa nova agenda desenvolveram-se apenas a partir de 2001, com a promulgação da Lei 10.216 e a realização da III Conferência Nacional de Saúde Mental.
Assinale a opção com as afirmativas CORRETAS
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