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1528466 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um menino de oito meses de idade foi levado ao pediatra porque sua mãe achava que a criança não estava crescendo e se desenvolvendo como o seu primeiro filho. Revendo a história clínica, observou-se que ele nasceu após uma gestação de baixo risco, com um intervalo entre partos de 36 meses, de parto vaginal, a termo e vigoroso, pesando 2.800 g, medindo 47 cm e com perímetro cefálico de 34 cm. Recebeu alta com 48 horas de vida, amamentando-se exclusivamente ao seio. A partir do terceiro dia de vida, desenvolveu um quadro de icterícia que se prolongou até 30 dias, mas que não foi relacionado pela mãe como importante. Amamentou-se exclusivamente até o sexto mês de vida, quando foram introduzidos outros alimentos, porém a mãe relatou que a criança foi sempre preguiçosa e teve dificuldade para ingerir alimentos, e que evacuava com mais dificuldade que o primeiro filho. Questionada se a criança já engatinhava, referiu que não, que mal conseguia elevar a cabeça quando em decúbito ventral e pouco se arrastava. O olhar da criança era vago, não sorria ou emitia sons, bem como pouco respondia a estímulos sonoros ou visuais, chegando a mãe a achar que ela era surda. No exame físico, a criança pesou 6,5 kg, mediu 60 cm de comprimento e 40 cm de perímetro cefálico, estava apática, pouco respondia aos estímulos, encontrava-se hipotérmica, com pele seca e grossa, cabelos secos e quebradiços, boca entreaberta e aparentando ter uma língua grande, além de apresentar uma hérnia umbilical.

Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de paralisia cerebral por encefalopatia bilirrubínica é compatível com todo o quadro clínico descrito e deve ser comprovado por meio do exame de ressonância magnética do cérebro.
 

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1528465 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um menino de oito meses de idade foi levado ao pediatra porque sua mãe achava que a criança não estava crescendo e se desenvolvendo como o seu primeiro filho. Revendo a história clínica, observou-se que ele nasceu após uma gestação de baixo risco, com um intervalo entre partos de 36 meses, de parto vaginal, a termo e vigoroso, pesando 2.800 g, medindo 47 cm e com perímetro cefálico de 34 cm. Recebeu alta com 48 horas de vida, amamentando-se exclusivamente ao seio. A partir do terceiro dia de vida, desenvolveu um quadro de icterícia que se prolongou até 30 dias, mas que não foi relacionado pela mãe como importante. Amamentou-se exclusivamente até o sexto mês de vida, quando foram introduzidos outros alimentos, porém a mãe relatou que a criança foi sempre preguiçosa e teve dificuldade para ingerir alimentos, e que evacuava com mais dificuldade que o primeiro filho. Questionada se a criança já engatinhava, referiu que não, que mal conseguia elevar a cabeça quando em decúbito ventral e pouco se arrastava. O olhar da criança era vago, não sorria ou emitia sons, bem como pouco respondia a estímulos sonoros ou visuais, chegando a mãe a achar que ela era surda. No exame físico, a criança pesou 6,5 kg, mediu 60 cm de comprimento e 40 cm de perímetro cefálico, estava apática, pouco respondia aos estímulos, encontrava-se hipotérmica, com pele seca e grossa, cabelos secos e quebradiços, boca entreaberta e aparentando ter uma língua grande, além de apresentar uma hérnia umbilical.

Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O desenvolvimento neurológico da criança em apreço, segundo a escala de Denver, é compatível com seis meses de idade.
 

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1528464 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um menino de oito meses de idade foi levado ao pediatra porque sua mãe achava que a criança não estava crescendo e se desenvolvendo como o seu primeiro filho. Revendo a história clínica, observou-se que ele nasceu após uma gestação de baixo risco, com um intervalo entre partos de 36 meses, de parto vaginal, a termo e vigoroso, pesando 2.800 g, medindo 47 cm e com perímetro cefálico de 34 cm. Recebeu alta com 48 horas de vida, amamentando-se exclusivamente ao seio. A partir do terceiro dia de vida, desenvolveu um quadro de icterícia que se prolongou até 30 dias, mas que não foi relacionado pela mãe como importante. Amamentou-se exclusivamente até o sexto mês de vida, quando foram introduzidos outros alimentos, porém a mãe relatou que a criança foi sempre preguiçosa e teve dificuldade para ingerir alimentos, e que evacuava com mais dificuldade que o primeiro filho. Questionada se a criança já engatinhava, referiu que não, que mal conseguia elevar a cabeça quando em decúbito ventral e pouco se arrastava. O olhar da criança era vago, não sorria ou emitia sons, bem como pouco respondia a estímulos sonoros ou visuais, chegando a mãe a achar que ela era surda. No exame físico, a criança pesou 6,5 kg, mediu 60 cm de comprimento e 40 cm de perímetro cefálico, estava apática, pouco respondia aos estímulos, encontrava-se hipotérmica, com pele seca e grossa, cabelos secos e quebradiços, boca entreaberta e aparentando ter uma língua grande, além de apresentar uma hérnia umbilical.

Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

A evolução do ganho em peso, do comprimento e do perímetro cefálico é indicativa de importante restrição do crescimento da criança, restrição essa que deve ser investigada.
 

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1528463 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um menino de oito meses de idade foi levado ao pediatra porque sua mãe achava que a criança não estava crescendo e se desenvolvendo como o seu primeiro filho. Revendo a história clínica, observou-se que ele nasceu após uma gestação de baixo risco, com um intervalo entre partos de 36 meses, de parto vaginal, a termo e vigoroso, pesando 2.800 g, medindo 47 cm e com perímetro cefálico de 34 cm. Recebeu alta com 48 horas de vida, amamentando-se exclusivamente ao seio. A partir do terceiro dia de vida, desenvolveu um quadro de icterícia que se prolongou até 30 dias, mas que não foi relacionado pela mãe como importante. Amamentou-se exclusivamente até o sexto mês de vida, quando foram introduzidos outros alimentos, porém a mãe relatou que a criança foi sempre preguiçosa e teve dificuldade para ingerir alimentos, e que evacuava com mais dificuldade que o primeiro filho. Questionada se a criança já engatinhava, referiu que não, que mal conseguia elevar a cabeça quando em decúbito ventral e pouco se arrastava. O olhar da criança era vago, não sorria ou emitia sons, bem como pouco respondia a estímulos sonoros ou visuais, chegando a mãe a achar que ela era surda. No exame físico, a criança pesou 6,5 kg, mediu 60 cm de comprimento e 40 cm de perímetro cefálico, estava apática, pouco respondia aos estímulos, encontrava-se hipotérmica, com pele seca e grossa, cabelos secos e quebradiços, boca entreaberta e aparentando ter uma língua grande, além de apresentar uma hérnia umbilical.

Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

As medidas de peso, comprimento e perímetro cefálico da criança, ao nascer, encontram-se na média ou no percentil 50, segundo os novos padrões internacionais da Organização Mundial de Saúde para o crescimento e desenvolvimento de crianças do nascimento aos 5 anos de idade.
 

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1528462 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um menino de oito meses de idade foi levado ao pediatra porque sua mãe achava que a criança não estava crescendo e se desenvolvendo como o seu primeiro filho. Revendo a história clínica, observou-se que ele nasceu após uma gestação de baixo risco, com um intervalo entre partos de 36 meses, de parto vaginal, a termo e vigoroso, pesando 2.800 g, medindo 47 cm e com perímetro cefálico de 34 cm. Recebeu alta com 48 horas de vida, amamentando-se exclusivamente ao seio. A partir do terceiro dia de vida, desenvolveu um quadro de icterícia que se prolongou até 30 dias, mas que não foi relacionado pela mãe como importante. Amamentou-se exclusivamente até o sexto mês de vida, quando foram introduzidos outros alimentos, porém a mãe relatou que a criança foi sempre preguiçosa e teve dificuldade para ingerir alimentos, e que evacuava com mais dificuldade que o primeiro filho. Questionada se a criança já engatinhava, referiu que não, que mal conseguia elevar a cabeça quando em decúbito ventral e pouco se arrastava. O olhar da criança era vago, não sorria ou emitia sons, bem como pouco respondia a estímulos sonoros ou visuais, chegando a mãe a achar que ela era surda. No exame físico, a criança pesou 6,5 kg, mediu 60 cm de comprimento e 40 cm de perímetro cefálico, estava apática, pouco respondia aos estímulos, encontrava-se hipotérmica, com pele seca e grossa, cabelos secos e quebradiços, boca entreaberta e aparentando ter uma língua grande, além de apresentar uma hérnia umbilical.

Considerando essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O intervalo entre partos de 36 meses em uma mulher secundigesta é um fator de risco considerável e que justifica o peso da criança ao nascer.
 

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1528461 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

enunciado 1528461-1

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à vacinação e ao uso de imunobiológicos em situações especiais.

Considere a seguinte situação hipotética.

Um pediatra recebeu em seu ambulatório uma criança de nove meses de idade com desnutrição de segundo grau, conforme critério de Gomez, sem doença infecciosa. Ao observar o cartão de vacinação, percebeu o atraso de várias vacinas.

Nessa situação, a atualização do esquema vacinal deve ser adiada até a completa recuperação nutricional da criança.

 

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1528460 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

enunciado 1528460-1

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à vacinação e ao uso de imunobiológicos em situações especiais.

Crianças com doenças crônicas, como cardiopatias, pneumopatias, diabetes, nefropatias, entre outras, devem receber rotineiramente vacina contra influenza e a antipneumocócica.
 

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1528459 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

enunciado 1528459-1

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à vacinação e ao uso de imunobiológicos em situações especiais.

Considere que uma criança de nove meses de idade, suscetível à varicela, tenha entrado em contato com um caso de varicela, em fase de estado, durante sua internação em uma emergência pediátrica. Nessa situação, a vacinação ativa com vacina de vírus vivo e atenuado contra varicela é recomendada, por ser efetiva na prevenção ou no abrandamento do quadro clínico da doença.
 

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1528458 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

enunciado 1528458-1

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à vacinação e ao uso de imunobiológicos em situações especiais.

A aplicação da vacina DPT celular em criança assintomática com história pessoal ou familiar de convulsão febril não é contra-indicada. Deve-se recomendar um antitérmico antes e quatro horas depois da vacinação.
 

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1528457 Ano: 2007
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

enunciado 1528457-1

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos à vacinação e ao uso de imunobiológicos em situações especiais.

Embora seja imunocompetente, devido à baixa taxa de soroconversão em resposta ao agente vacinal, o recémnascido prematuro só deve ser vacinado quando estiver com peso superior a 2.000 g. Caso tenha recebido a primeira dose da vacina contra a hepatite B logo após o nascimento, o recém-nascido deve receber mais três doses, iniciando-se com 30 dias de vida.
 

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