Acerca das complicações no diabetes melito do tipo 2, julgue o item que se segue.
As principais manifestações clínicas de comprometimento
somático no diabetes melito do tipo 2 são dormência ou
queimação em membros inferiores, além de queixas
decorrentes de alterações da sensibilidade tátil, térmica ou
dolorosa.
Quanto à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), julgue o próximo item.
Independentemente do estágio da doença, os pacientes se
beneficiam do programa de reabilitação pulmonar. Quanto
mais longo for o programa, cuja duração mínima é de seis
semanas, maior será sua eficácia.
Quanto à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), julgue o próximo item.
É de moderada limitação do fluxo aéreo o quadro de um
paciente com diagnóstico clínico de DPOC que apresenta, em
um teste de função pulmonar, volume expiratório forçado no
primeiro segundo (VEF1) de 36% do previsto e capacidade
vital forçada (VEF1/CVF) de 57%.
Quanto à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), julgue o próximo item.
O roflumilast, um inibidor da fosfodiesterase 4 (PDE4),
aumenta a tolerância ao exercício, reduz o número de
internações hospitalares e, consequentemente, melhora
significativamente a qualidade de vida do paciente com DPOC,
independentemente da gravidade da doença e do tratamento
concomitante a que esteja submetido.
Um paciente com setenta anos de idade, fumante de
quarenta maços ao ano, foi atendido em serviço de pronto
atendimento apresentando quadro de tosse com aumento da
eliminação de secreção de coloração clara, associada à hemoptise
de pequena monta, agravo da dispneia pré-existente e edema de
membros inferiores. O paciente informou que esses sintomas
persistiram ao longo de todo o dia. No exame físico, constatam-se
obesidade; cianose de extremidades, com frequência respiratória de
28 irpm; oximetria de 86%; tempo expiratório maior que o
inspiratório, com ausculta pulmonar sem ruídos adventícios; e
edema de membros inferiores. Nesse sentido, considere que a sigla
DPOC, sempre que utilizada, refere-se a doença pulmonar
obstrutiva crônica.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item subsequente.
O fato de o paciente apresentar cor pulmonale caracteriza
estágio avançado da DPOC.
Um paciente com setenta anos de idade, fumante de
quarenta maços ao ano, foi atendido em serviço de pronto
atendimento apresentando quadro de tosse com aumento da
eliminação de secreção de coloração clara, associada à hemoptise
de pequena monta, agravo da dispneia pré-existente e edema de
membros inferiores. O paciente informou que esses sintomas
persistiram ao longo de todo o dia. No exame físico, constatam-se
obesidade; cianose de extremidades, com frequência respiratória de
28 irpm; oximetria de 86%; tempo expiratório maior que o
inspiratório, com ausculta pulmonar sem ruídos adventícios; e
edema de membros inferiores. Nesse sentido, considere que a sigla
DPOC, sempre que utilizada, refere-se a doença pulmonar
obstrutiva crônica.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item subsequente.
Oximetria de 86% não é sinal de gravidade do referido caso
clínico, uma vez que paciente com DPOC suporta baixos níveis
de oxigenação.
Um paciente com setenta anos de idade, fumante de
quarenta maços ao ano, foi atendido em serviço de pronto
atendimento apresentando quadro de tosse com aumento da
eliminação de secreção de coloração clara, associada à hemoptise
de pequena monta, agravo da dispneia pré-existente e edema de
membros inferiores. O paciente informou que esses sintomas
persistiram ao longo de todo o dia. No exame físico, constatam-se
obesidade; cianose de extremidades, com frequência respiratória de
28 irpm; oximetria de 86%; tempo expiratório maior que o
inspiratório, com ausculta pulmonar sem ruídos adventícios; e
edema de membros inferiores. Nesse sentido, considere que a sigla
DPOC, sempre que utilizada, refere-se a doença pulmonar
obstrutiva crônica.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item subsequente.
A causa mais provável da exacerbação da DPOC é infecção,
sendo os vírus o agente etiológico de maior frequência.
No que concerne às miocardites e pericardites, julgue o item subsecutivo.
As pericardites pós-infarto ocorrem mais frequentemente em
pacientes que tiveram infartos agudos do miocárdio da parede
inferior, estando associadas a pior prognóstico para esses
pacientes.
No que concerne às miocardites e pericardites, julgue o item subsecutivo.
O desenvolvimento de miocardite eosinofílica pode estar
relacionado a vacinas ou fármacos, como a metildopa e a
clozapina. Havendo eosinofilia no sangue periférico ou
infiltrado eosinofílico miocárdico, deve-se suspeitar que o
paciente apresenta miocardite eosinofílica.
No que concerne às miocardites e pericardites, julgue o item subsecutivo.
Em se tratando de miocardite viral, ocorre perda de miócitos
por necrose em decorrência da ação direta do vírus, dos efeitos
citotóxicos de mediadores inflamatórios — interleucina 1 e 2,
interferon gama e fator de necrose tumoral — e do estresse
oxidativo associado à disfunção endotelial e à isquemia.