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Em uma unidade de alimentação e nutrição de um estabelecimento assistencial de saúde, 100 funcionários e 20 pacientes, que estavam em dieta livre, apresentaram, em determinado dia da semana, quadros de vômitos, náuseas, dores abdominais, diarreias e dores musculares, aproximadamente três horas após a ingestão do almoço. No cardápio do dia, constavam fricassê de frango, arroz, feijão e legumes. Após o fato, acionaram-se auditores da vigilância sanitária e da vigilância epidemiológica que, na inspeção do estabelecimento, constataram diversas inconformidades, a exemplo da existência de manipuladores de alimentos sem atestado de saúde ocupacional; a ausência de pia exclusiva para a higienização das mãos; e o uso de utensílios de madeira para o preparo de alimentos. Ademais, verificou-se, ainda, que o fricassê tinha sido preparado no dia anterior ao fato e, na ocasião, tinha sido acondicionado, ainda morno, em grandes quantidades, na câmara fria. Por fim, constatou-se que, antes de ser servido, o aquecimento do fricassê não havia atingido 60 °C. Após as análises da taxa de ataque, dos sintomas e do período de incubação realizadas pela inspeção da vigilância epidemiológica, e após o resultado laboratorial da análise dos alimentos coletados no estabelecimento pela equipe da vigilância sanitária, concluiu-se que o agente etiológico causador do problema alimentar foi o Staphylococcus aureus.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
A água utilizada no preparo de nutrição enteral deve ser potável e filtrada.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
As intercorrências da nutrição enteral em sistema aberto incluem a contaminação das fórmulas, a qual pode gerar complicações como a diarreia. A administração de fórmulas eventualmente contaminadas pode causar distúrbios gastrintestinais e contribuir para o desenvolvimento de infecções mais graves, especialmente em casos de pacientes imunodeprimidos.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
Conforme legislações específicas, a área de preparo de nutrição enteral deve ser exclusiva para este fim, ou seja, não pode ser compartilhada com lactário.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
Os fatores a serem considerados na seleção do tipo de acesso para a nutrição enteral relacionam-se à preservação da anatomia do trato gastrointestinal, à duração da terapia e aos riscos de broncoaspiração.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
São consideradas contraindicações absolutas de prescrição de nutrição enteral os casos em que o paciente apresenta quadro de instabilidade hemodinâmica e peritonite severa.
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Em relação à terapia de nutrição enteral, julgue o seguinte item.
Cabe ao nutricionista avaliar e assegurar a correta administração da nutrição enteral, conforme previsto na Resolução RDC n.º 63/2000 da ANVISA.
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Acerca da obesidade e da desnutrição, julgue o item subsequente.
A relação cintura-estatura é uma medida simples para a avaliação do risco associado ao estilo de vida e ao excesso de peso em crianças, adolescentes e adultos.
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Acerca da obesidade e da desnutrição, julgue o item subsequente.
A associação da medida da circunferência abdominal com o IMC é uma forma combinada de avaliação de risco que pode ajudar a diminuir as limitações inerentes à realização de cada uma dessas avaliações isoladamente.
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Acerca da obesidade e da desnutrição, julgue o item subsequente.
No rastreamento inicial — prevenção primária —, o IMC pode ser usado isoladamente.
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