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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Neoplasia de apêndice cecal é o diagnóstico mais provável para essa paciente.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A ausência dos sinais do psoas, do obturador e de Rovsing no exame físico afasta o diagnóstico de prenhez ectópica rota.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A presença de apendicolito e o borramento da gordura periapendicular são sinais tomográficos significativos para uma indicação cirúrgica em casos como o da paciente em questão.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A paciente deve ser submetida a um exame ginecológico para o esclarecimento do diagnóstico.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Um exame de leucograma com resultado de leucocitose acentuada e desvio à esquerda é patognomônico de apendicite aguda.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, foi atendida no pronto-socorro da clínica médica com cólica na região epigástrica, iniciada havia 4 horas, com a presença de hiporexia e náuseas. Posteriormente, a dor tornou-se contínua e mais forte, migrou para a fossa ilíaca direita, quando a paciente apresentou dois episódios de vômitos.
Considerando o caso clínico descrito anteriormente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico inicial de prenhez ectópica não deve ser descartado.
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Situação 1
Uma mulher de 35 anos de idade procurou a emergência havia duas horas e meia, com intensa cefaleia, inicialmente frontotemporal direita, depois holocraniana, pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e fotofobia. A dor era agravada por movimentos da cabeça e deambulação. Na história patológica pregressa, referiu múltiplos episódios semelhantes prévios, com várias idas ao hospital devido à baixa resposta aos tratamentos ambulatoriais. Apresentava, também, crises de cefaleia mais leves, holocranianas, tipo peso, sem sintomas acompanhantes, que cediam à utilização de analgésicos comuns, com duração de várias horas, sem necessidade de procurar ajuda hospitalar. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre.
Situação 2
Após dois meses, a mesma paciente retornou à emergência, com um quadro de cefaleia holocraniana severa, pulsátil, acompanhada de vômitos, com evolução de cerca de 1 hora. O acompanhante relatou que nunca a tinha visto tão mal. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre. A respeito das duas situações relacionadas ao caso clínico em tela, julgue os itens subsequentes.
Após a correta sequência de administração de medicamentos, havendo melhora total dos sintomas na situação 1 e permanência dos sintomas na situação 2, a tomografia de crânio sem contraste deverá ser realizada, sendo necessário o acompanhamento de um neurologista.
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Situação 1
Uma mulher de 35 anos de idade procurou a emergência havia duas horas e meia, com intensa cefaleia, inicialmente frontotemporal direita, depois holocraniana, pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e fotofobia. A dor era agravada por movimentos da cabeça e deambulação. Na história patológica pregressa, referiu múltiplos episódios semelhantes prévios, com várias idas ao hospital devido à baixa resposta aos tratamentos ambulatoriais. Apresentava, também, crises de cefaleia mais leves, holocranianas, tipo peso, sem sintomas acompanhantes, que cediam à utilização de analgésicos comuns, com duração de várias horas, sem necessidade de procurar ajuda hospitalar. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre.
Situação 2
Após dois meses, a mesma paciente retornou à emergência, com um quadro de cefaleia holocraniana severa, pulsátil, acompanhada de vômitos, com evolução de cerca de 1 hora. O acompanhante relatou que nunca a tinha visto tão mal. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre. A respeito das duas situações relacionadas ao caso clínico em tela, julgue os itens subsequentes.
Nas situações I e II, pode-se administrar clorpromazina, endovenosa, por até três vezes, com o cuidado de monitorar a estabilidade hemodinâmica.
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Situação 1
Uma mulher de 35 anos de idade procurou a emergência havia duas horas e meia, com intensa cefaleia, inicialmente frontotemporal direita, depois holocraniana, pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e fotofobia. A dor era agravada por movimentos da cabeça e deambulação. Na história patológica pregressa, referiu múltiplos episódios semelhantes prévios, com várias idas ao hospital devido à baixa resposta aos tratamentos ambulatoriais. Apresentava, também, crises de cefaleia mais leves, holocranianas, tipo peso, sem sintomas acompanhantes, que cediam à utilização de analgésicos comuns, com duração de várias horas, sem necessidade de procurar ajuda hospitalar. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre.
Situação 2
Após dois meses, a mesma paciente retornou à emergência, com um quadro de cefaleia holocraniana severa, pulsátil, acompanhada de vômitos, com evolução de cerca de 1 hora. O acompanhante relatou que nunca a tinha visto tão mal. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre. A respeito das duas situações relacionadas ao caso clínico em tela, julgue os itens subsequentes.
Infere-se, com referência à situação 1, que a paciente possui mais de um tipo de cefaleia.
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Situação 1
Uma mulher de 35 anos de idade procurou a emergência havia duas horas e meia, com intensa cefaleia, inicialmente frontotemporal direita, depois holocraniana, pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e fotofobia. A dor era agravada por movimentos da cabeça e deambulação. Na história patológica pregressa, referiu múltiplos episódios semelhantes prévios, com várias idas ao hospital devido à baixa resposta aos tratamentos ambulatoriais. Apresentava, também, crises de cefaleia mais leves, holocranianas, tipo peso, sem sintomas acompanhantes, que cediam à utilização de analgésicos comuns, com duração de várias horas, sem necessidade de procurar ajuda hospitalar. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre.
Situação 2
Após dois meses, a mesma paciente retornou à emergência, com um quadro de cefaleia holocraniana severa, pulsátil, acompanhada de vômitos, com evolução de cerca de 1 hora. O acompanhante relatou que nunca a tinha visto tão mal. Ao exame neurológico, foi observado nível e qualidade da consciência normais, sem sinais meníngeos, sem déficits motores nos membros e sem febre. A respeito das duas situações relacionadas ao caso clínico em tela, julgue os itens subsequentes.
A propedêutica da paciente, na situação 2, deverá contemplar a solicitação de exame de imagem (tomografia computadorizada de crânio, sem contraste), como primeira conduta a ser feita, após o exame físico.
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