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Mulher, 52 anos, com dor abdominal e tumefação epigástrica há 4 horas, associada a náusea sem vômitos. Histórico de histerectomia laparotômica, herniorrafias umbilical e incisional suprapúbica. Ao exame físico, Regular estado geral, normocárdica, normotensa, desidratada 2+/4+. Abdome pouco distendido, com nodulação subcutânea dolorosa à meia distância entre cicatriz umbilical e apêndice xifóide, sem edema ou hiperemia, com alguma mobilidade sobre seu eixo em linha média da parede abdominal, compatível com hérnia não redutível. Com tal achado, assinale o tipo da hérnia referida, a complicação apresentada por sua clínica e sua respectiva conduta no Pronto Socorro:
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Mulher, 67 anos, deu entrada no Pronto Socorro com dor e edema de membro inferior direito associada a leve dispnéia. Tem antecedente de histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral videolaparoscópica por neoplasia de ovário há 6 dias, com alta hospitalar há 3 com medicação sintomática. À admissão, estava eupneica em ar ambiente, Sat O2 97%, PA 130 x 80 mmHg, Pulso 82 bpm. Ausculta pulmonar e cardíaca limpas. Abdome flácido, indolor, cicatrizes de bom aspecto. Edema de perna direita com dor à palpação dessa panturrilha, sem outras peculiaridades. Qual a primeira medida mais adequada para realização ainda no Pronto Socorro?
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Homem, 47 anos, se apresenta ao Pronto Socorro com dor em fossa ilíaca esquerda há 1 dia sem febre ou demais sintomas. Nega episódios semelhantes ou cirurgias prévias. No exame físico, está em bom estado geral, normocárdico, afebril, abdome flácido, com dor localizada em fossa ilíaca esquerda, sem dor à descompressão brusca. Hemoglobina 14,8 g/dL (normal 12-16g/dL), Leucócitos 8750 s/ desvio (normal 6-10 mil), Proteína C Reativa 9 mg/L (normal até 5 mg/L). Realizada Tomografia, que observou a seguinte imagem.

Aponte o tratamento mais adequado:
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Paciente feminina, 21 anos, após confraternização de fim de ano, apresenta sensação de alimento preso na garganta, odinofagia, sialorréia, regurgitação e náuseas (sem vômito). Compareceu ao prontosocorro onde realizou exames laboratoriais e de imagem.
Exames laboratoriais: Hemoglobina 11,1 g/dL, Leucócitos 6.730/mm³, Plaquetas 151.000/mm³, PCR 1,23 mg/L (VR<1,0), Creatinina 0,65 mg/dL, Ureia 24 mg/dL, Sódio 139 mEq/L, Potássio 4,0 mEq/L, Bilirrubina Total 0,23 mg/dL, Amilase 62 U/L, INR1,14.
Endoscopia laudava esôfago com mucosa conservada até 20cm da ADS com laceração profunda onde encontra-se corpo estranho impactado. Retirado com auxílio de Roth Net sem intercorrências. Realizada também tomografia computadorizada de pescoço. Vide imagens abaixo.

Qual deve ser a conduta imediata?
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Paciente feminina, 18 anos, procurou atendimento em UPA com queixa de dor abdominal em baixo ventre há 2 dias e recebeu antibioticoterapia com ciprofloxacina para infecção do trato urinário. Sem melhora dos sintomas após 3 dias de tratamento, procurou um hospital de referência apresentando piora da dor abdominal, além de náuseas e vômitos. Ao exame físico, a paciente estava descorada (1+/4+), desidratada (2+/4+), afebril ao toque, com abdome tenso e doloroso à palpação em flanco e fossa ilíaca direita, com sinal de Giordano negativo.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 12,6 g/dL, Leucócitos: 16.260/mm³, Plaquetas: 260.000/mm³, Creatinina: 1,01 mg/dL, Ureia: 21,8 mg/dL, INR: 1,15, PCR: 23,9 mg/L (VR<1,0).
Realizou tomografia computadorizada de abdome com contraste venoso para investigação que apresentou o seguinte achado.

Dentre os diagnósticos diferenciais para esse caso, qual dos seguintes é o mais provável?
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Paciente masculino, 68 anos, chega ao pronto-socorro com dor abdominal epigástrica intensa e súbita, associada a distensão abdominal há 1 dia. Relata um episódio de vômito, mas nega sangramentos, febre ou perda ponderal. Relata histórico de AVC hemorrágico há 10 anos e hipertensão, em uso de losartana. Ao exame físico apresentava abdome distendido, doloroso difusamente, DB positivo.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 10,7 g/dL, Leucócitos: 8.880/mm³, Plaquetas: 197.000/mm³, Creatinina: 1,9 mg/dL, Ureia: 64 mg/dL, Sódio: 134 mEq/L, Potássio: 3,7 mEq/L, TGO: 28 U/L, TGP: 29 U/L, Amilase: 96 U/L, PCR: 13,4 mg/L (VR<1,0), Magnésio: 1,7 mg/dL.
Realizou RX de abdome agudo com a imagem abaixo:

Qual deve ser a conduta imediata?
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Paciente feminino de 72 anos com queixa de perda ponderal de 7% do seu peso em 2 meses sem mudança do padrão alimentar, dor abdominal, adinamia, deu entrada no pronto atendimento com quadro obstrutivo agudo e foi diagnosticada com tumor de sigmóide. Foi submetida a retossigmoidectomia na urgência com anastomose primária e durante pós operatório evoluiu com quadro de íleo mais prolongado. Considerando a doença de base, o porte da cirurgia e o quadro atual, assinale a alternativa incorreta:
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Um paciente masculino de 85 anos deu entrada no pronto atendimento com queixa de icterícia há cerca de 5 dias e queda do estado geral. Relata perda ponderal de 1 kg na última semana, nega alteração das fezes, mas refere urina mais escura. Ao exame físico, o paciente está lúcido, orientado, ictérico (2+/4+), desidratado (1+/4+), com frequência cardíaca de 64 bpm. O abdome é globoso, flácido e indolor à palpação profunda, e o sinal de Murphy é negativo.
Os exames laboratoriais mostraram os seguintes resultados: hemoglobina 15,1 g/dL, leucócitos 6040/mm³, plaquetas 175000/mm³, GGT 225 U/L, amilase 61 U/L, TGP 252 U/L, TGO 147 U/L, bilirrubina total 10,01 mg/dL, bilirrubina direta 7,68 mg/dL, bilirrubina indireta 2,33 mg/dL, PCR 0,9 mg/dL, ureia 36 mg/dL, potássio 4,2 mEq/L, creatinina 0,91 mg/dL e fosfatase alcalina 189 U/L.
A ultrassonografia abdominal revelou vesícula biliar de forma e dimensões normais, paredes finas e regulares, com imagens calculosas em seu interior, móveis a mudança de decúbito medindo 0,6 a 0,9cm e discreta dilatação da vias biliares intra-hepáticas, sem visualização do fator obstrutivo. Com base nas informações acima, qual exame de imagem deve ser solicitado na sequência para melhor avaliação do quadro clínico do paciente?
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Paciente masculino, 88 anos, portador de hipertensão e diabetes, com histórico de cateterismo e colocação de stent há 2 anos, em uso de anticoagulante oral, foi trazido pelo cuidador após queda da própria altura em casa. Não apresentou perda de consciência desde a queda até a chegada ao hospital. Ao exame físico, apresenta hematoma subgaleal frontal à esquerda, sem alterações no exame respiratório e sem dor abdominal.
Qual deve ser a conduta inicial?
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Conhecimento da anatomia da região inguinal é crucial para a realização de uma cirurgia segura e efetiva. Reconhecer e evitar lesão de estruturas nervosas no canal inguinal é a chave para evitar as chamadas inguinodínias.
Qual nervo que, após cruzar o músculo oblíquo interno, passa pelo canal inguinal ao lado do cordão emergindo normalmente pelo orifício interno e terminando no orifício externo onde distribui fibras para inervação sensorial de raiz do pênis e escroto no homem e grandes lábios nas mulheres?
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