Foram encontradas 60 questões.
Paciente de 35 anos, G1P0, com 26 semanas de gestação, realiza ultrassonografia que revela feto único com peso estimado abaixo do percentil 5 para a idade gestacional, líquido amniótico normal e artéria umbilical com índice de pulsatilidade aumentado. Qual o diagnóstico mais provável?
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Paciente de 35 anos, G1P0, em 12 semanas de gestação, comparece à consulta para avaliação do risco fetal de anomalias cromossômicas. O histórico familiar é negativo para síndromes genéticas. A ultrassonografia morfológica mostra feto único com translucência nucal de 2,5 mm e ausência de anormalidades estruturais. A paciente solicita informações sobre o teste de triagem pré-natal não invasivo (NIPT) com análise do DNA fetal livre. Qual a principal indicação e limitação do NIPT neste caso?
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Paciente de 62 anos, G4P4, procura atendimento com queixa de perda urinária. Relata noctúria de 2 a 3 episódios por noite e sensação de bexiga não completamente esvaziada. Exame físico: Teste de esforço com bexiga cheia: positivo para perda urinária aos esforços. Sem sinais de prolapso significativo no POP-Q. Estudo urodinâmico: Pressão de perda urinária ao esforço (VLPP): 80 cmH₂O Capacidade cistométrica máxima: 320 mL. Contrações involuntárias do detrusor: presentes durante o enchimento vesical, a partir de 250 mL. Amplitude máxima da contração involuntária: 45 cmH₂O. Perda urinária durante as contrações involuntárias. Pressão máxima de fluxo: 15 cmH₂O. Resíduo pós-miccional: 40 mL. Qual o tipo de incontinência urinária e o melhor tratamento?
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Paciente de 37 anos, G2P2, submetida a laqueadura tubária há 5 anos, procura atendimento com queixa de sangramento uterino anormal e dor pélvica cíclica intensa. Ultrassonografia transvaginal mostra útero aumentado de volume com zonas hiperecoicas na camada miometrial e espessamento focal. Qual o diagnóstico mais provável?
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Paciente de 55 anos de idade realizou endoscopia digestiva alta com achado de numerosos pólipos em primeiro, segunda e terceira porção duodenal. Realizado biopsia, com achados de diferentes graus de displasia.
A conduta apropriada é:
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Paciente com história de dor epigástrica. realizada endoscopia com presença de lesão ulcerada em corpo gástrico alto de cerca de 2 cm. Realizada biópsia com histopatológico confirmando adenocarcinoma de estômago. Em estadiamento clínico radiológico, lesão T2N1M0. A conduta indicada:
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A respeito da diretriz sobre colelitiase associado a cirurgia bariátrica da Sociedade brasileira de cirurgia bariátrica e metabólica é correto afirmar:
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São critérios de gravidade moderada na colangite aguda (segundo a classificação de tokyo), exceto:
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Paciente de 36 anos, G4P3, com 33 semanas de gestação, é encaminhada para avaliação devido a placenta prévia total diagnosticada em ultrassonografia morfológica realizada no segundo trimestre. Possui histórico de duas cesarianas anteriores.
Ultrassonografia: placenta prévia total cobrindo o orifício interno do colo, espessura do segmento uterino inferior reduzida, presença de múltiplas lacunas vasculares na interface entre a placenta e o miométrio, doppler com fluxo lacunar turbulento próximo à bexiga.
Ressonância Magnética: irregularidade da interface entre a placenta e o miométrio, tecido placentário heterogêneo com lacunas hipointensas em T2, Espessura miometrial reduzida no segmento uterino inferior, abaulamento focal da placenta em direção à serosa uterina, sem invasão da bexiga.
A paciente está clinicamente estável, sem sangramento vaginal ou sinais de trabalho de parto. Qual o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais apropriada?
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Paciente de 35 anos, G3P3, no 10º dia pós-parto vaginal sem complicações, comparece ao prontosocorro com febre de 39,2°C, dor abdominal difusa e sangramento vaginal de moderada intensidade. Refere mal-estar e calafrios há 2 dias. Ao exame físico, apresenta taquicardia de 115 bpm, PA de 100/60 mmHg, útero subinvoluído e doloroso à palpação, com loquiação purulenta. A inspeção da vulva e canal vaginal revela coágulos, mas sem lacerações evidentes. Exames laboratoriais mostram:
• Hemoglobina: 9,5 g/dL
• Leucócitos: 21.000/mm³ com 90% de neutrófilos
• PCR: 100 mg/L
• Ultrassonografia transvaginal: presença de material ecogênico no interior da cavidade uterina, sugestivo de restos ovulares.
Qual o diagnóstico e a conduta inicial mais apropriada?
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