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Foram encontradas 50 questões.

2383441 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Lula cria a Bolsa-Circo
Gilberto Dimenstein
Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre, um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres, o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u6
00784.shtml.>. Acesso em 20 ag 2009.k
As expressões Bolsa-Família e Vale-Cultura são formadas, respectivamente, por
 

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2383385 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Lula cria a Bolsa-Circo
Gilberto Dimenstein
Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre, um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres, o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u6
00784.shtml.>. Acesso em 20 ag 2009.k
Em relação ao conteúdo do texto 2, é correto afirmar que o autor
 

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2383376 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Quais os aspectos devem ser levados em consideração, quanto ao Processamento Auditivo e seus transtornos dentro de uma perspectiva multidisciplinar.
I. Os parâmetros físicos do estímulo acústico.
II. O mecanismo nervoso que codifica o estímulo.
III. As dimensões perceptuais que surgem a partir da codificação.
IV. As interações que ocorrem entre os processos perceptuais e as ativação de recursos de alto nível.
 

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2383262 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Dentre as manifestações mais frequentes observadas nos pacientes neurológicos que apresentam disfagia orofaríngea podemos observar.
I. Múltiplas deglutições.
II. Voz molhada após as deglutições.
III. Tosse durante ou após a deglutição.
IV. Engasgos durante a deglutição.
 

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2383255 Ano: 2009
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa que NÃO constitui em infração ética.
 

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2383207 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Segundo Zorzi (2003)“O conhecimento fonológico não deve ser entendido como uma habilidade única, ou linear, uma vez que se constata a existência de diferentes níveis, ou seja, há conhecimentos que podem ser elaborados em maior ou menor grau de profundidade”.
Assinale a alternativa que descreve os níveis citados acima:
 

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2383193 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.
Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.
Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.
A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.
Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politica-do-pao-ecirco-
584140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é variável quanto à flexão em outros contextos.
 

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2383166 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale qual alternativa NÃO diz respeito às principais razões de maior prevalência de disfagia nos idosos?
I. O próprio mecanismo de envelhecimento.
II. A maior prevalência de doenças associadas.
III. Presença de deglutição atípica ou adaptada.
IV. Maior uso de medicamentos.
 

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2383082 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Lula cria a Bolsa-Circo
Gilberto Dimenstein
Lula ajudou a dar o pão, ao ampliar (corretamente, diga-se), o Bolsa-Família. Agora, na reta final de seu governo, está querendo dar o circo, batizado de Vale-Cultura. É um risco de desperdício de bilhões que só explica pelo clima de eleições para agradar trabalhadores, artistas e empresários. No final, quem paga quase toda a conta é o contribuinte.
O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores que, por sua vez, pagam a menor parte; o governo, ou seja, o contribuinte entra com o resto. É absolutamente previsível que o dinheiro público, tão escasso num país pobre e deseducado, vai acabar patrocinando shows e eventos populares, mas sem conteúdo educativo.
Participo da experiência batizada de Catraca Livre, um banco de dados sobre o que existe de graça ou a preço popular na cidade de São Paulo. É gigantesco o número de ofertas culturais de alta qualidade, mas com baixa frequência dos mais pobres, o que já é um monumental desperdício.
Não é elitismo querer que dinheiro público não patrocine espetáculos de shows de música funk, sertaneja ou pagode. Ou que vá para autores de livros de autoajuda ou filmes de violência. Assim como obviamente, não tem nada de errado que as pessoas se divirtam como quiserem. E não temos nada a ver com isso.
Considero, sim, importantíssimo aumentar o repertório cultural do brasileiro.
O desperdício está no fato de que, se é para gastar esse valor, muito melhor seria deixá-lo nas mãos dos estudantes de escolas públicas, capacitadas a fazer a ponte entre a cultura e o currículo. Educação ficaria mais interessante e se formariam, de fato, plateias.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u6
00784.shtml.>. Acesso em 20 ag 2009.k
Em “O empresário terá abatimento de imposto ao dar o Vale-Cultura para seus trabalhadores...”, oração destacada classifica-se como
 

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2383006 Ano: 2009
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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A perda auditiva condutiva é elevada em crianças na idade pré-escolar e escolar, baseado nesta afirmativa, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com a avaliação auditiva destas crianças.
 

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